Selo Umbilical lança campanha para que artistas da música retomem seus projetos

Líbero Dietrich, Anderson Quevedo Trio, Vítor Arantes Quarteto e Fran Nóbrega são os músicos que fazem parte do casting inicial do selo. A campanha de captação está no ar desde o dia 25 de julho e terminará em 22 de setembro.

Fran Nóbrega

Jornal GGN – A Umbilical, pequeno selo que trabalha com as mais variadas vertentes da música brasileira, lançou uma campanha de financiamento coletivo com a intenção de concluir trabalhos de artistas que foram impactados pela pandemia. Os músicos, com a crise sanitária, perderam suas principais fontes de renda e interromperam álbuns que estavam sendo produzidos. O valor arrecadado servirá não somente aos músicos, como também aos demais prestadores de serviço da música, que estão envolvidos nesses trabalhos.

Líbero Dietrich, Anderson Quevedo Trio, Vítor Arantes Quarteto e Fran Nóbrega são os músicos que fazem parte do casting inicial do selo. A campanha de captação está no ar desde o dia 25 de julho e terminará em 22 de setembro.

A meta de captação é de R$ 78.569,00, para que os quatro primeiros projetos sejam concluídos e os profissionais envolvidos possam ser remunerados. As contribuições podem ser feitas em qualquer valor a partir de R$ 40,00. As recompensas vão desde o download dos quatro discos com um encarte exclusivo, camisetas, aulas com os artistas, ingressos para os shows de lançamento (quando liberados) e até mesmo um show particular para até 100 pessoas com equipamento de som incluído, sendo nesse caso específico para uma contribuição a partir de R$ 2.500,00.

SOBRE OS ARTISTAS:

Fran Nóbrega – A flor e o tempo. Sob a direção musical do contrabaixista Michael Pipoquinha, Fran Nóbrega apresenta seu primeiro disco canções do repertório popular brasileiro e composições contemporâneas. O disco tem participações de Salomão Soares nos teclados, Kabê Pinheiro na percussão, Ítalo Vinícius na bateria, os sopros de Pedro Moreira, Grazi Pizzani e Ivan de Andrade e, claro, o próprio Pipoquinha, com seu baixo virtuoso e uma também impecável aventura pelas cordas do violão.

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Anderson Quevedo Trio –  formado por Anderson Quevedo (saxofone), ao lado de Daniel Amorin (contrabaixo acústico) e Pedro Henning (bateria), o disco é de composições do próprio Quevedo, indo do free jazz à música de concerto. Participam em três faixas do disco Pepe Cisneros (piano) e Jota P. Barbosa (saxofones soprano e tenor). Quevedo, Amorin e Henning tocam com artistas como João Donato, Bixiga 70, Rael, Tulipa Ruiz, Criolo, O Terno, Fabiana Cozza, Ná Ozzetti, Léa Freire, Maria Rita, Filipe Catto, Swami Jr., Monica Salmaso.

Libero Dietrich – Canções sem palavras. Primeiro álbum de música instrumental do guitarrista e baixista Libero Dietrich, traz uma seleção de trabalhos que aproximam a música instrumental e a improvisação jazzística do universo popular da canção. Um time da pesada integrado por Anette Camargo (piano), Sintia Piccin (saxofone e flauta), Jackson Silva (baixo acústico e elétrico) e Rodrigo “Digão” Braz (bateria) acompanha Libero Dietrich e nos convida para curtir um proficiente jazz com carimbo brasileiro.

Vitor Arantes Quarteto – Elo. Com apenas 24 anos de idade, o talentosíssimo pianista, compositor e arranjador Vitor Arantes já carrega prêmios importantes no currículo. Foi vencedor do concurso Novos Talentos do Jazz (na edição de 2017 do Savassi Festival) e do Prêmio Revelação no POA Jazz Festival 2018, além de ter trabalhado ao lado de nomes como Nailor Proveta, Ivan Lins, Edu Ribeiro, Monica Salmaso, Maria Gadu, Xênia França, Rashid e Fabiana Cozza. As composições que fazem parte de “Elo”, seu disco de debut, propõem um ponto de interseção entre os ritmos de matriz africana, o jazz e a tradição erudita e do leste europeu. Completam o quarteto os também jovens e brilhantes Matheus Mota (guitarra), Gabriel Borin (contrabaixo acústico) e Jonatan Carvalho Goes (bateria), com participação especial de Josué B. dos Santos no saxofone

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SOBRE A UMBILICAL

A ideia de fundar uma gravadora que atuasse de forma completa surgiu da percepção da dificuldade que os artistas tinham ao produzirem sozinhos seus trabalhos. Tratar com empresas ou prestadores de serviços distintos em cada fase da produção não só resulta num projeto fragmentado como também encarece o processo até inviabilizando em alguns casos. Foi então que o guitarrista, produtor musical de Barcelona Magí Batalla, e o músico e produtor executivo paraibano Cleanto Neto, se uniram na criação da Umbilical. “ Desenvolver o projeto em todas as fases com valor acessível é contribuir para que o artista se dedique mais ao estudo do instrumento e ao repertório, mantendo o foco na música”, afirma Magí. “Garimpamos artistas em várias regiões, pois acreditamos que a Umbilical é mais do que um selo, é um espaço de troca, um catalisador de potencialidades”, completa Cleanto. Para cada artista, a gravadora disponibiliza a sua estrutura e recursos para a gravação do disco, planejamento e execução do projeto de divulgação incluindo a parte gráfica, vídeos, assessoria de imprensa, redes sociais, distribuição e agendamento de shows.

PARA DOAÇÃO: https://www.catarse.me/umbilical2020

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