Governo fecha parceria com a Ericsson para desenvolver internet das coisas

Jornal GGN – O Ministério das Comunicações fechou uma parceria com a gigante de tecnologia Ericsson para realizar projetos de conectividade e inovar no segmento de internet das coisas (IoT). Juntos, o governo e a empresa vão criar o Laboratório da Sociedade Conectada no Brasil, onde devem testar novas tecnologias para o setor. A inauguração será no dia 29 de abril.

O projeto faz parte do Centro de Inovação onde a Ericsson busca desenvolver parcerias com universidades, clientes, fornecedores e agências de desenvolvimento para pesquisar soluções de IoT. Entre as possibilidades, destacam-se a medição inteligente de água, agricultura, proteção de floresta e até prevenção contra desastres e monitoramento.

De acordo com o ministro das Comunicações, André Figueiredo, a parceria vai permitir ao governo entender melhor a internet das coisas e se colocar na vanguarda do desenvolvimento. “Podemos melhorar de forma sustentável a agricultura, as cidades inteligentes, a energia, a produção industrial, entre outras áreas no Brasil”, disse.

O secretário de Telecomunicações, Maximiliano Martinhão afirma que as parcerias com a iniciativa privada fazem parte da estratégia do governo. “A cooperação com a União Europeia e suas empresas constitui importante componente da estratégia brasileira de desenvolvimento das tecnologias IoT e 5G. Recentemente, fizemos uma declaração conjunta com o Comissário Europeu para a Economia Digital e Sociedade sobre essa parceria e já começamos a colher seus frutos nessa iniciativa”.

Para o CTO mundial da Ericsson, Ulf Ewaldsson, o laboratório vai ajudar o Brasil a se aproximar do 5G, “onde as novas tecnologias de dispositivos e sensores podem aproveitar a conectividade de rede para alimentar muitos casos de uso”.

A vice-presidente de Estratégia da empresa na América Latina, Carla Belitardo, diz que a parceria com o governo vai resultar em soluções reais para a sociedade. “Possibilitar a inovação é de extrema importância para garantir um mundo mais sustentável e para resolver os desafios que são específicos do Brasil”.

O Centro de Inovação da Ericsson na América Latina tem 460 funcionários e 80 patentes registradas (42 no Brasil).

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5 comentários

  1. Algumas perguntas…

    As tecnologias que surgirem deste acordo serão tecnologias livres? Usarão sistemas de código aberto e livre? Parece-me que se não for assim, estaremos entregando de graça as informações estratégicas que circularão por estes softwares embarcados aos doos do software, como já o fazemos com o uso de muitos navegadores e sistemas operacionais.  Já imaginaram o poder que terá  quem for o detentor de tantos dados sobre o funcionamento da sociedade e de seus membros? 

    Já estão a falar de uma leitura inteligente do consumo de água.  Eles deveriam, pelo menos no Brasil, desenvolver detector é de vazamento de água, pois calcula-se que mais de 20% da água tratada se perde em vazamentos na distribuição.

    Muita gente é contra a CPMF porque ela dá ao governo o poder de detectar montantes de dinheiro manipulado por cada cidadão.  No caso destes sensores não tem nada de diferente, eles darão a alguém o mesmo poder. 

    • Com tua liçenca faço minhas

      Com tua liçenca faço minhas as tuas perguntas. Quem vai nos responder? Algum blogueiro com acesso ao ministério poderia ir perguntar por nós. Te animas Nassif ?

  2. Não, Muladeiro. a CPMF dá ao

    Não, Muladeiro. a CPMF dá ao governo o poder de detactar o dinheiro desviado ou sonegado por quem movimenta fortunas!

  3. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

     

    A gente voltando para internet discada e os caras “sonham com 5G, mundo conectado, ……..

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  4. Vander, vou tentar te explicar

    Você está certo ao dizer que a CPMF dá ao Governo o poder de detectar a sonegação fiscal, mas isto é obtido indiretamente.  Vamos dar um exemplo.  Suponha uma CPMF de 0,3%. Suponha também que você declare que recebeu em um ano o montante de  R$ 100 000,00 (cem mil reais), incluindo salários (tributáveis)  e outros ganhos não sujeitos a tributação (rendimento de poupança, bolsa de estudo, por exemplos).  

    O governo detecta que seu CPF pagou um montante de R$ 500 (quinhentos reais) em CPMF naquele ano.  Fazendo os cálculos isto dá uma movimentação em sua conta-cpf  de aproximadamente R$166 000,00 (cento e sessenta e seis mil reais).

    Como você declarou R$100 000,00 (cem mil reais) de ganhos, está detectada uma contradição, pois você não pode movimentar mais dinheiro do que ganha, certo?

    A Receita Federal vai te convocar para explicar esta contradição.  Pode ter sido um simples erro.  Você vai se explicar,  o técnico da receita vai concordar e você terá que corrigir sua declaração. Se não conseguir se explicar você será considerado um sonegador e arcará com as consequências.  Se for dono de uma rede de televisão, o contribuinte poderá tentar outras saídas para não pagar o que deve.  Mas não creio que seja este o caso.

    Resumindo: A CPMF dá ao governo o poder de saber os montantes de dinheiro movimentado, manipulado, pelos CPFs dos cidadãos.  Isto é, controle de fluxo.

    Aliás isto poderia até ser usado para detectar os excelentíssimos que recebem um monte de ajudas financeiras.  Penso que a única que ainda não recebem é ajuda pela segunda amante. Ajudas que, tenha certeza, são bem maiores do que a maioria dos brasileiros recebem de saĺário suado.

    Tudo isto nos remete ao tal sigilo fiscal, mas isto é conversa para outra hora.

    Abraços

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