Sem especificar ações, TSE assina acordo com Facebook e Google contra fake news

 
Jornal GGN – Sem especificar ações, o Tribunal Superior Eleitoral informou que assinou nesta quinta (28) um acordo com Google e Facebook para combate e prevenir a disseminação de notícias falsas nas plataformas de redes sociais e de busca.
 
Segundo a Agência Brasil, o documento tem duas páginas e é genérico: diz que as empresas trabalharão na “prevenção de práticas dolosas de desinformação, projetos de fomento à educação digital e iniciativas que promovam o jornalismo de qualidade”, mas não indica como.
 
Um dos pilares do Marco Civil da Internet é a liberdade de expressão. Significa que conteúdos não podem ser previamente censurados e que as empresas que hospedam as publicações não podem retirar material do ar sem ordem judicial. As exceções são para casos como disseminação de pornografia, por exemplo, que permitem que as plataformas removam o material e notifiquem o responsável sem necessidade de aguardar um processo.
 
Por Felipe Pontes
 
Na Agência Brasil
 
 
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) assinou hoje (28) um memorando de entendimento com o Facebook e o Google para evitar a proliferação de notícias falsas (fake news) no período eleitoral.
 
As empresas se comprometeram a “combater a desinformação gerada por terceiros”, observando para isso o cumprimento a normas internacionais de direitos humanos e às boas práticas da indústria.
 
O documento de apenas duas páginas, no entanto, não detalha nenhuma iniciativa nesse sentido, dizendo apenas que o combate se dará por meio de “prevenção de práticas dolosas de desinformação, projetos de fomento à educação digital e iniciativas que promovam o jornalismo de qualidade”.
 
Outro memorando foi assinado também com a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), com o mesmo objetivo de combater as fake news.
 
O presidente do TSE, ministro Luiz Fux, participou de solenidade em que os documentos foram assinados nesta quinta-feira. No início deste mês, ele firmou acordo semelhante com representantes de partidos políticos, que se comprometeram a “manter um ambiente eleitoral imune de disseminação de notícias falsas”.

9 comentários

  1. Fux? Fake News? Eleições? É

    Fux? Fake News? Eleições? É para levar a sério?

    Espécies de Midas ao contrário, tudo que esses juízes põem a mão vira MERDA.

    Acorda Brasil! O caminho para o fascismo pode ser mais curto do que muita gente pensa.

  2. Sinceramente… Quem usa do

    Sinceramente… Quem usa do Facebook para se informar não precisa ser protegido contra fakenews. Nós é que precisamos nos proteger deles. Essa gente não tem salvação.

  3. Toda bosta cagada pelo Tio

    Toda bosta cagada pelo Tio Sam, quando chega aqui tem que virar uma bela caganeira que favoreça os oligarcas nacionais e internacionais: foi assim com a lei da delação e será assim com essa censura sob desculpa de combate a fake news….bom para a rataria pretoriana, certo…

    No que deu a doutrina da deslegitimação do voto e da democracia: golpes e eleição dos piores dentre os piores: votar é valido, desde que o voto seja na direita alinhada aos EUA…

     

    https://josecarloslima.blogspot.com/2018/06/eleicao-para-governador-do-tocantins.html

     

     

     

  4. As prostitutas irão fechar as
    As prostitutas irão fechar as pernas então?(Facebook, Google,Fux)ou a ética e moralidade servirá só para os outros!

  5. Pronto, finalmente a pergunta

    Pronto, finalmente a pergunta que eu fiz no GGN foi formalmente respondida pelas autoridades judiciárias:

    https://jornalggn.com.br/blog/fabio-de-oliveira-ribeiro/de-quem-e-o-novo-dops-de-michel-temer-ou-da-embaixada-dos-eua-por-fabio-de-oliveira-ribeiro

    O TSE transferiu para os empresários gringos o poder de dizer que notícias e opiniões os brasileiros podem consumir. Na prática nossa democracia se torna formalmente tutelada, supervisionada e censurada pela Embaixada EUA.

    Primeiro nós perdemos nossa autonomia política: o golpe de 2016 com o STF com tudo levou ao poder um informante da Embaixada EUA.

    Segundo nós perdemos o controle de nossas reservas petrolíferas:  o pré-sal e de diversos pedaços da Petrobras foram entregues generosamente aos estrangeiros.

    Terceiro nós perderemos nossa capacidade de pensar em reagir:  os norte-americanos se tornaram proprietários do novo DOPS informa e privatizado que conduzirá o Brasil para um brilhante futuro de sujeição pacífica aos interesses norte-americanos.

    O quarto golpe final será a sujeição formal das nossas forças armadas: através de um acordo com o Pentágono, em troca de sucata e de ajuda financeira (eufemismo para propina paga aos oficiais) o Exército brasileiro irá se tornar uma tropa de ocupação colonial que assegurará a dependência total da colônia aos EUA.

     

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