Trolls: o que são, onde vivem, do que se alimentam?

Sugerido por Assis Ribeiro

Do Tecmundo

O que é Troll?

Saiba como eles agem e como combater sua ação.

Na gíria da internet, Troll caracteriza uma pessoa cuja intenção é provocar emocionalmente os membros de uma comunidade através de mensagens controversas ou irrelevantes. Com isso, ele consegue interromper uma discussão sadia e causa conflitos entre os participantes, fazendo com que o objetivo principal do tópico saia de foco.

O Habitat

O Troll atua em lugares onde existe uma grande concentração de pessoas envolvidas em algum debate potencialmente polêmico. Eles agem em comunidades do Orkut, listas de discussão, fóruns, blogs, chats, e até em jogos online.

Geralmente, eles procuram lugares onde os riscos de ver sua identidade associada aos seus atos é minimizado. No Orkut, por exemplo, eles atuam com perfis falsos (Fakes) e percorrem a rede semeando a discórdia dentro das comunidades.

Como eles agem

Existem Trolls de todos os tipos, desde os mais estúpidos que não economizam nos palavrões, até os mais aptos intelectualmente. Eles se divertem com a reação indignada de outras pessoas e sentem prazer em saber que causaram polêmica. Em alguns casos, as pessoas envolvidas perdem a paciência e chegam a se envolver em agressões pessoais.

Os Trolls costumam ser bastante criativos e levam as pessoas à loucura quando “mordem a isca”. Alguns procuram brechas nas regras da comunidade e utilizam isso para fazer seu ponto de vista ser aceito. Veja mais exemplos de sua atuação abaixo:

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Alguns só querem ver o circo pegar fogo – O Troll inicia um tema polêmico esperando que grupos com opiniões opostas discutam sobre o assunto. Ele apenas põe lenha na fogueira e assiste o resultado sem participar efetivamente da discussão.

Baixando o nível – Mesmo sendo intelectualmente inferior ao restante dos membros, o Troll consegue fazer com que a pessoa apele para a baixaria com xingamentos e ameaças. Dessa forma, sua vítima se autodenigre diante do resto da comunidade e perde a razão.

O Troll intelectual – O mais comum. Ele se utiliza de um vocabulário rebuscado para se autoafirmar diante da comunidade e ganhar status. Além disso, ele costuma corrigir e questionar a formação acadêmica dos colegas para ridicularizá-los.

Insistência – O famoso chato. Ele costuma repetir um conjunto de argumentos logicamente inconsistentes ou falhos até que a pessoa canse e pare de argumentar, ganhando a discussão por abandono.

Sobre o que estávamos falando? – Uma das coisas mais comuns é a troca de assunto. O Troll muda o foco da discussão diversas vezes até que mais ninguém consiga acompanhar o ritmo.

Existem diversos fatores que motivam uma pessoa a agir dessa forma. Pode ser por ideologia, fanatismo, autoafirmação, falta do que fazer ou por pura sacanagem. A maioria dessas pessoas possui algum distúrbio psicológico que pode ter sido causado por um trauma, fracasso ou impotência. Portanto, tome cuidado, eles podem se tornar bastante agressivos.

Não alimente os Trolls

Apesar de existir alguns métodos eficientes para combater essa prática, o melhor jeito é ignorar. Eles não querem ser convencidos e não estão nem aí para a discussão em questão. Portanto, resista à tentação de tentar debater com eles, por mais que os argumentos, exemplos e comparações pareçam errados e provocativos.

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Além disso, procure evitar assuntos reconhecidamente polêmicos como política, religião, futebol,música, etc. (exceto quando esse é realmente o tema em questão). Caso você identifique algum ato suspeito, procure informar ao moderador da comunidade sobre o ocorrido. Isso é muito mais eficaz do que alimentar as provocações e, ainda, nega ao Troll o que ele mais procurava: a polêmica.

Não generalize

Nem toda discórdia pode ser caracterizada como um ato Troll. Analise o contexto de cada situação e avalie o perfil do interlocutor. Caso você tenha dúvidas se uma pessoa está agindo com um Troll, pense que ela não é, tente ser educado e responda sem ironia. Indique a ela referências sobre o assunto e alerte sobre as regras da comunidade.

Algumas pessoas só estão perdidas e não possuem conhecimento suficiente para entender uma explicação, por mais simples que ela pareça. Tente referenciar este artigo para aqueles que insistirem demasiadamente, muitos podem não saber que estão agindo como Trolls.

E aí, você se considera um Troll?

36 comentários

  1. O Troll intelectual – O mais

    O Troll intelectual – O mais comum. Ele se utiliza de um vocabulário rebuscado para se autoafirmar diante da comunidade e ganhar status. Além disso, ele costuma corrigir e questionar a formação acadêmica dos colegas para ridicularizá-los.

     

    Rapaz, esse ano vai ser looooongo por aqui.

  2. Hoje o AL (recomendando a

    Hoje o AL (recomendando a direita a seguir os conselhos) colocou um “artigo” de um troll profissional que uma vez ameacou uma orquestracao de peidos num concerto para abafar o som de uma orquestra…  (Sim, eu disse isso mesmo.)

    • “colocou um “artigo” de um

      “colocou um “artigo” de um troll profissional que uma vez ameacou uma orquestracao de peidos num concerto para abafar o som de uma orquestra…  (Sim, eu disse isso mesmo.)

      Quem sugeriu esta ação foi  Saul Alinsky ideólogo da “nova esquerda” americana.

       

      Vejam a resposta com “padrão” elevado do Ivan.

      Blah. Blah. Blah…

      Blah.

      Blah.

      Blah…

  3. Os Trolls aqui do GGN que se

    Os Trolls aqui do GGN que se dizem apartidários, comentam nos posts sobre notícias desfavoráveis ao PT, sempre atacando, claro. Mas se são notícias desfavoráveis ao psdb, como a falta d´água em SP, o helicóptero com drogas do amigo do Aócio, o mensalão tucano, etc, os sem partidos ficam também sem opinião e não comentam nada.

    • Pô Marfig, você esqueceu daqueles que ficam com tremedeira nos beiços e na rosca quando vêem os substantivos Cuba, Coréia, URSS, socialismo, golpe de 64, e mais alguma coisa que eu estou esquecendo. Têm uns aqui que são presença garantida nesses posts, e inclusive quase nem aparecem nos outros vários assuntos. Eu já sei que estarão lá antes de abrir o texto com os comentários…

      São os psicopáticos da dor de ouvido crônica por causa da orelha esquerda grande… Eles simplesmente TÊM QUE IR e comentar, rs.

      Um abraço.

  4. Nassif
    Quem emite opinião é

    Nassif

    Quem emite opinião é tratado como troll….

    Logo: Somos todos trolls…

    É por isso que tenho repetido Hannah Arendt:

    “é a banalização do mal”

  5. As duas melhores armas anti-troll

    A primeira, bastante consolidada e recomendada, é ignorá-los.

    Em segundo lugar, é apenas sacaneá-los. É quase sempre muito fácil, por sua típica falta de consistência.

    Seja (também) fake (isso os irrita muito), pois não saberão a quem perseguir (encher o saco) depois.

    Jamais discuta seriamente o tema distorcido que trouxeram. A menos que seja para dar um ponto final num (raro) comentário mais elaborado, mas nunca deixando de sacaneá-los, desnudar sua tacanhice de forma contundente.

    De minha parte, além do prazer em discutir e aprender com os colegas do blog, ainda que contrários às minhas opiniões (o que pode mudar, ampliar ou fortalecer posições), divirto-me com os novos e conhecidos trolls e paratrolls do blog (aqueles que, por não conseguir consistência, acabam por ser “anti” qualquer consenso razoável).

    Enfim, incorporei esta divertida missão aqui, já que o que buscamos não é trollagem mas informação, contribuição e aperfeiçoamento de conhecimentos e experiências úteis para nós e para a coletividade.

    E tenho certeza que alguns trolls me (quem?) detestam. .

    Né, trolls?

     

    • Roger, o intelectual da

      Roger, o intelectual da direita.

      Junto com Lobão, são dois dos maiores intelecutais da direita brasileira.

      Na verdade, Aliança é o melhor exemplo do tipo de debate ilustrado no vídeo do intelectual Roger. Vejamos.

      Aliança, vamos debater algumas ideias defendida spor Walter Block, professor do Instituto Mises, que – além de defender a inferioridade genética dos negros – defende a segregação racial.

      Aqui o trecho da entrevista de Block ao NYT, defendendo a segregação racial:

      Walter Block, an economics professor at Loyola University in New Orleans who described slavery as “not so bad,” is also highly critical of the Civil Rights Act. “Woolworth’s had lunchroom counters, and no blacks were allowed,” he said in a telephone interview. “Did they have a right to do that? Yes, they did. No one is compelled to associate with people against their will.”

      Vamos debater esse assunto, Aliança, de maneira ordenada, transparente e lógica.

      “Woolworth’s had lunchroom counters, and no blacks were allowed,” he said in a telephone interview. “Did they have a right to do that? Yes, they did. No one is compelled to associate with people against their will.”

      Você concorda com Walter Block?

      Você também defende a segregação racial?

      Você também acha que a escravidão não foi tão ruim assim?

      Vamos aguardar sua resposta par5a dar andamento ao debate.

    • Prezado Aliancaliberal:
      Ate o

      Prezado Aliancaliberal:

      Ate o momento, devido aos seus comentarios no blog, acredtava tratar-se de uma pessoa reacionara, de direita.

      Com esse video  mudei de opinião.

      Voce so pode ser um esquerdista disfarçado.

      Esses tres patetas mostrados desmoralizam qualquer causa.

      Se a direita depende de gente de tal nivel para se manifestar a situação esta ruim para o lado dela.

    • O Nassif por acaso está

      O Nassif por acaso está censurando o Aliança?

      Por que ele não vem para o debate aberto, livre, democrático, acerca das ideias racistas do Instituto Mises, que ele tanto defende?

       

    • Uma coisa não se pode negar,

      Uma coisa não se pode negar, o Roger é um dos

      primeiros a fazer esse tipo de  marketing pessoal   

      de forma convincente entre os “famosos ” no Brasil.  

      Passando a idéia( ?) do tal  “QI acima da média que  

      supostamente possui,  emplacou entre os “coxinhas” 

      de sempre de forma avassaladora. Depois dele a coisa    

      se profissionalizou com assessores de imprensa bolando 

      até a cueca do cliente, tudo para o mesmo  ficar em evidência 

      em tempo integral , um exemplo de seguidor bem sucedido da 

      tática é  Rogério Ceni,outro representante da intelectualidade-pueril-brasiliensis.

       

  6. Fulminar trolls…

    Acabar com trolls definitivamente é MUITO SIMPLES, com duas ou três linhas de código apenas. Basta disponibilizar aos visitantes do blog a possibilidade de ignorar (ou esconder) comentários do comentarista indesejado. Pronto, o(s) troll(s) desaparecem como mágica e nos deixam em paz! 

    Aqui já temos as opões “denunciar” e “responder “em cada post, basta criar mais uma: “esconder” ou “ignorar” e todos os posts do coitado serão por nós ignorados.

    Nassif, converse com o programador de seu blog pois esta alteração é realmente muito simples e eficaz. 

  7. Definição de troll no GGN:

    Definição de troll no GGN: qualquer um que não goste do PT.

    Definição de troll no site da Veja: qualquer um que não goste do PSDB.

    Mas pelo menos tem que reconhecer que aqui eles são bem mais democráticos e dão liberdade para qualquer um postar o que quiser.  Lá no site da Veja todos os comentaristas possuem exatamente o mesmo tipo de opinião.  Nunca vi tanta harmonia.  Isso é até meio estranho para alguém que reclama toda hora que o governo quer tirar a liberdade de expressão da mídia.

    • Erro de comparação

      O seu texto de cara comete um erro de comparação, pois parece não perceber que o GGN possui uma maioria de comentaristas petistas, mas ele não é um blog petista. O Nassif fez sucesso justamente porque deu voz aqueles que não a tinham nos espaços da grande imprensa. Inclusive acredito que ao deixar de lado o PSDB, sem se tornar petista, ele aumentou o índice de isenção no seu blog.

      Já no caso dos blogs da Veja, a direção é umbilicalmente ligada ao PSDB, ela o quer sempre no governo, só dá voz aos “alinhados”, se comportando como partido político (ao contrário do que afirma aquele hipócrita do Gandour no post sobre o forum de “jornalistas”), e não ve problema algum em praticar a censura como ferramenta da manutenção da ideologia que deve não só predominar, mas ser a única.

      Um abraço.

  8. Nada mais prazeroso na Internet do que uma boa trollada rsrs

    De vez em quando eu faço isso rsrs. No entanto, trollar nem sempre acontece de forma consciente ou previamente dirigida. Uma opinião contrária à corrente não deixa de ter o seu aspecto troll e isso não deixa de acontecer de forma séria e de boa-fé.

    O aspecto troll, neste caso, é marcado pela “coragem” de se submeter à saraivada de críticas que certamente surgirão. Esse tipo de perfil é mais comum entre pessoas calejadas na Internet, não tão suscetíveis aos ataques pessoais. Quando quero praticar um pouco o contraditório, encaro normalmente e com muita motivação esse “desafio”, ainda mais sabendo que, em certos espaços, existe até mesmo um certo medo das minorias de exporem seu pensamento, como acontece com os petistas nos espaços administrados pela grande imprensa. É justamente nesses espaços que ando atuando nos últimos tempos.

    Faço isso por um sentimento de justiça inerente à minha pessoa. Sou sempre favorável às minorias, sem perder a coerência. Eu sei que muitos que vivem na briga de torcida que marca o cenário político, social e cultural brasileiro não entendem isso, porque lhes falta nuance. Mas isso é perfeitamente possível. É pura dialética.

    Atualmente, ando me especializando em trollar caixas de comentários da grande imprensa, especialmente no Facebook. Ando passeando e trollando, claro, nos espaços da Folha de São Paulo, Estadão, O Globo, Veja, etc. Para a surpesa de alguns aqui (quem me conhece mais de perto sabe que não há surpresa nenhuma nisso), eu trollo ironizando a raiva que eles têm do PT rsrsrs.

    Minhas participações já repercutem, evidentemente. De vez em quando, sou adicionado por pessoas de todo o Brasil que eu nunca vi na vida. Quando eu vou saber quem é, percebo, muitas vezes, que é uma das pessoas que curtiram um comentário que eu fiz, indicador de minha popularidade entre a minoria escorraçada nos sites da grande imprensa nas redes sociais, geralmente os esquerdistas petistas que por aqui são maioria hehehe. Eu sou um herói deles nesses espaços rsrs.

    Divirto-me horrores trollando os perfis habituais que povoam os espaços da grande imprensa. Ao contrário da estratégia tosca dos militantes virtuais raivosos petistas, todos incompetentes na tarefa de implodir e desarmar o ódio que vem do lado contrário, minha estratégia é bastante eficiente.

    Ora itercala piadas e ironias que os levam à loucura, ora se caracteriza por defesas sérias e fundamentadas de pontos que eu considero corretos, mostrando as bobagens e falácias que são usadas contra programas como Bolsa Família, Minha Casa, Minha vida, as acusações de corrupção que muitas vezes são puros factóides etc.

    Um dos episódios mais engraçados foi quando eu atuei no dia do sorteio dos grupos para Copa hehehe. Eu sou favorável à Copa, claro. Os anti-petistas são contra. Aí eu decidi trollar um pouco, mas sem perder a seriedade dos meus argumentos, ainda que ditos com um certa ironia. Por exemplo, quando a Folha publicou uma matéria com uma foto do Cafú sorteando o nome do Brasil, eu escrevi “Ihh, olha lá o Cafú, pentacampeão mundial de futebol, muito preocupado com quem é contra a Copa do Mundo do Brasil” rsrs . Desnecessário dizer que fui alvo de inúmeros posts agressivos, me esculhambando, chamando de alienado, de burro, de cínico, de favorável à roubalheira, de petralha etc etc. Isso é trollar, tecnicamente. Mas é mesmo a minha opinião e eu não vejo nenhum problema em expô-la, mesmo num ambiente inóspito. Muito pelo contrário, vejo uma necessidade ainda maior nesse caso.

    Trollar é uma arte e quem nunca soube o que é isso não sabe o que está perdendo. Nada mais divertido na Internet do que trollar o campo majoritário hahaha.

    Antes que me acusem indevidamente, devo alertar que aqui, neste blog, eu não pratico trollagem, via de regra. Só faço isso de vez em quando rsrs.

    Eu admiro os trolls competentes e inteligentes. Belos e morais.

     

  9. Um dos maiores trolls que eu já vi na Internet

    Era um clássico do Orkut, um cara com uma foto de um loiro, que causava “polêmicas” e “discórdias” em várias comunidades.

    Ele foi o responsável pela trollada épica do senhor dos anéis, em que ele dizia que tinha desistido de ver o filme porque tinha descoberto que era um plágio de um escritor, pois tinha visto um livro com o mesmo título nas lojas americanas hehehe. Quando ele folheou, descobriu que era exatamente a mesma estória e que os produtores do filme deviam ter vergonha disso rsrs

    Isso o cara escreveu na comunidade do filme, suscitando ataques dos mais diversos. O cara se divertia com quem achava que ele tinha falado a sério. E aí entra o elemento troll master: alimentar, por diversão, uma crença nos outros que está longe de ser verdadeira sobre você. Um autêntico troll faz isso rsrs.

    Esse mesmo cara foi responsável pela trollada na comunidade do Google Earth, onde ele disse que o programa era uma bosta porque ele tinha mandado o irmão dele de 11 anos ficar no meio da rua, em frente à casa dele, acenando para o céu, enquanto ele focalizava a região e não via nada. Acusou o Google de ser uma fraude e ia denunciar o caso às autoriades rsrs

    Essa é épica. Principalmente porque, como era um programa novo, uma novidade, o comentário suscitava interpretações das mais diversas. Tinha gente que concordava, tinha gente que dizia que também ia testar, tinha gente que dizia que ele estava usando errado, e finalmente tinha pessoas que sabiam como o site funciona etc. Quem não se diverte com isso? Todo mundo se diverte.

  10. Enfim identificados com precisão!!!!!!

    Excelente sugestão do Assis Ribeiro, e embora já tenha identificado vários deles nos blogs que visito, as dicas do artigo, só fazem reforçar a maneira de como identificar corretamente estes indivíduos.

    Várias táticas podem ser confirmadas, inclusive aquí, e já declinei de continuar comentando, pois muitas das vezes vejo que muitos colegas embarcam inocentemente nas armadilhas citadas, e acabam disvirtuando o debate.

    Assim foi da minha decisão de não mais comentar no site do OI, pois na maioria das vezes, não só os comentaristas, mas também o moderador, se omitiam em centrar o debate no assunto do artigo, o que gerava uma atmosfera constrangedora.

    Finalizando, faço também um apelo para que todos nós, fiquemos alertas contra estes individuos, e possamos debater no campo das ideias nossas convergência e/ou divergências, sem contudo cair no ridiculo dos extremos. 

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