“Na Sala de Visitas” recebe Luiza Erundina, Renato Meirelles e Marco Pereira

O que há de novo na sociedade e política brasileira e, na música, uma homenagem de Marco Pereira a Dilermano Reis – agora, na nova edição do “Na Sala de Visitas com Luis Nassif” 
 
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Jornal GGN – Em entrevista exclusiva para o programa “Na Sala de Visitas com Luis Nassif”, a deputada federal e candidata à prefeitura de São Paulo pelo PSOL, Luiza Erundina, apresenta o foco de sua campanha eleitoral, avalia os erros das gestões passadas e o avanço do moralismo na política brasileira.
 
“O projeto de humanidade está arriscado, isso não é só no Brasil, essa crise é no mundo. Mas isso pode sinalizar uma luzinha lá no fim do túnel como sendo o fim de um ciclo histórico-social, e ele retoma um outro ciclo num outro patamar dentro da espiral da história. Então quem sabe estamos no fim de um ciclo?”, ponderou a candidata que não desanima diante do quadro de incertezas no cenário político brasileiro. 
 
“O desânimo, o desalento, a desesperança são conservadores porque nos coloca no individual, e no individual não muda coisa nenhuma. Mas a esperança é uma energia que te contagia. O contágio gera energia, que movimento, ação e ação gera mudança”.
 
Nesta edição, Luis Nassif também entrevista Renato Meirelles. O ex-presidente do Data Popular lançou recentemente o Instituto de Pesquisa Locomotiva, para estudar o perfil do consumidor brasileiro fugindo do tradicional padrão de classes socioeconômicas. 

 
“Os recortes de classe estão cada vez fazendo menos sentido nas diferentes opiniões, hábitos e atitudes dos brasileiros. Para alguns assuntos, por exemplo, o corte de idade faz muito mais sentido. Isso acontece porque nos últimos dez anos o país mudou muito, nesse período passei a ter quase 10 milhões de universitários a mais, 45 milhões de pessoas que melhoraram de renda e 52 milhões de internautas a mais. A velocidade dessas mudanças foi tão grande até o processo da crise [financeira mundial de 2008, e depois agora na queda da renda, que passamos a ter fenômenos interessantes. Eu tenho na classe A, por exemplo, um presidente de empresa multinacional e, ao mesmo tempo, um dono de bar em Ermelino Matarazzo”.
 
Para fechar essa edição, Nassif recebe o violonista Marco Pereira que apresenta seu último trabalho, Dois Destinos, lançado em comemoração aos cem anos de nascimento de Dilermando Reis, compositor brasileiro considerado como um dos mais influentes violonistas do Brasil. Na sala de visitas, Marco toca trechos dos clássicos “Tempo de criança”, “Magoado” e “Se ela escutar”. 
 
No dia 22 de setembro, o violonista apresenta o repertório do projeto que contou com a produção Swami Jr., no Sesc Pompéia. 
 

 

10 comentários

    • Se não sabe a hora é porque

      Se não sabe a hora é porque não se interessa.

        Eu sei a hora dos programas que me interesso .

        E tbm tem o componente surpresa. Hoje,as 7 da matina( reprise ) sabe quem foi entrevistado no Jimmy Fallon ( gnt net )? 

                 OBAMA.

            E sabe quem foi a atração musical ?

            Ninguém menos que Madonna.

             Se informe,mocinha.

              Ou vc quer que as informações venham no seu colo ?

        • Uma mulher não diz

          Uma mulher não diz ”obrigado”.–não importa a quem se refira.

            Diz ”Obrigada”.

           Estou disponível nesse sábado.

          Que tal trocarmos diferenças ?

             EU coloquei nome,telefone e mail por aí ( hoje )

          Se se interessar,me procure.

             *****  …)

      • Quem sabe…

        Caro Anarquista sério

        Quem sabe… não seria melhor deixar esse tipo de patada gratuita lá pro feizbuqui?

        Ao “obrigado” ou “obrigada”, a resposta usual é “de nada”. Mas pode-se usar também o “não por isso”, “não há de que”…

        Obrigadx pela atenção. Também agradeço a educação.

  1. Entrevista de Renato Meireles

    A fala de Renato foi cortada antes de ele completar o pensamento. Além disso, nada foi mencionado sobre o pôrque de não chamar o impeachment de golpe.

    Sds

  2. Olá Nassif e equipe, bom

    Olá Nassif e equipe, bom dia.

    Entrevistas interessantes.

    Pessoas preparadas.

    Músicas maravilhosas com um  violão de altíssimo nível  ao final –  de média à  baixa densidade – com pausas, vazios, notas, interpretação  e muita, mas muita emoção mesmo. 

    Digamos que esse sim, é um exemplo de racionalidade. 

    Não aquela racionalidade  defendida pelos economistas de escol e de meia tigela,   copiadores de modelos alienígenas do tipo”chicagorianos” caracu, cuja cara não é nossa.

    Mas, aquela racionalidade  que se mistura com a emoção dessa parte da terra.

     

    Valeu demais!

     

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