Sala de visitas: a quem convém a política econômica de Temer?

E ainda: a capital que conseguiu reduzir a criminalidade pela metade, e o bandoneon de Martin Mirol 
 
https://www.youtube.com/watch?v=c5ljAknBjOI&feature=youtu.be width:700
 
Jornal GGN – Nesta edição do Sala de visitas: os interesses de casta por trás da Selic, a capital do país que conseguiu reduzir a criminalidade pela metade, e o bandoneon de Martin Mirol.
 
O programa de hoje abre com a entrevista do professor titular do Instituto de Economia da Unicamp, Fernando Nogueira da Costa que avalia os pontos preocupantes da política econômica de Temer, e mais ainda, porque é tão nociva a insistência do Brasil de manter sua taxa de juros tão elevada. Nogueira destaca que, atualmente, três quartos do déficit nominal brasileiro são decorrentes do pagamento de juros, algo em torno de R$ 500 bilhões todos os anos. 
 
O professor da Unicamp destaca que o Brasil vive hoje a maior depressão econômica de toda sua história que não decorre de princípios puramente econômicos, mas sim pela crise política e interesses de castas que trabalham incessantemente para manter a ideia de que a solução está na manutenção da maior taxa de juros do planeta. Há anos Nogueira acompanha o enriquecimento dos chamados private banking, grupo de cerca de 111 mil investidores brasileiros que se destacam no sistema bancário pelo seu alto poder aquisitivo. Segundo o professor em um semestre cada investidor desse grupo ganhou cerca de meio milhão, graças aos juros mantidos no país. 
 
Em seguida Luis Nassif entrevista por Skype o governador de Alagoas, Renan Filho (PMDB) que se destaca por conseguir reduzir em 48,3% a taxa de crimes violentos letais e intencionais em Maceió em apenas seis meses. Em 2015, a capital foi a que mais reduziu violência em todo o país. O objetivo desse governo é tirar Maceió do ranking das dez cidades mais violentas do Brasil. 
 
Por fim, no último bloco, Nassif recebe na sala de visitas o argentino bandoneonista, arranjador e diretor musical, Martin Mirol, acompanhado de Martín López Leiton (voz), Gonzalo Galván (violão), Luis Gustavo Nascimento (violino) e Renato Rossi (viola). 
 

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6 comentários

  1. A quem convém a política econômica do Golpe?

    Terra arrasada para agradar capitalistas brasileiros afinados com os golpistas e as empresas estadunidenses. Quem discordar não será ouvido. Caso insista na reclamação e comece a incomodar os golpistas, será incluído na Lava-Jato.

  2. O ataque dos expeculadores

    O ataque dos expeculadores malvadinhos.

    O investidor brasileiro possui, em média, R$ 28,5 mil em aplicações financeiras, distribuídas por títulos e valores mobiliários de renda fixa (34%), fundos de investimento (31,6%), poupança (29,6%) e renda variável (4,8%).

    A questão é o baixo nivel da poupança nacional, e o pouco que existe vai para o governo.

    Um universo de 71,7 milhões de clientes e R$ 2,04 trilhões de saldo.

    http://portal.anbima.com.br/informacoes-tecnicas/boletins/private-e-varejo/Documents/relatorio_PV_201604.pdf

  3. SIGA O DINHEIRO

    Responda:

    Quem quer comprar a PETROBRAS, ou parte dela,  que vai ser vendida a preço de banana por um governo ilegítimo e que foi colocado lá para isso?

    A quem interessa o enfraquecimento dos BRICS?

    A quem interessa o BRASIL e seu povo despolitizado e submisso?

    A quem interessa o uma AMERICA LATINA desunida?

  4. Nassif se der entrevista
    Nassif se der entrevista Joaquim Nabuco e Luiz Gama para poder
    nos ensinar como lutar contra a escravidão do trabalhador q está
    por vir, vaaaleu !!!

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