Itaú Unibanco oficializa compra da Credicard

 

O banco Itaú Unibanco oficializou a compra dos ativos do Credicard junto ao Citibank pelo valor de R$ 2,767 bilhões, que serão pagos em dinheiro após a aprovação oficial. O anúncio coloca fim aos rumores que circulavam no mercado ao longo dos últimos dias.

 

Segundo comunicado divulgado ao mercado, a operação envolve a aquisição do banco Citicard e da Citifinancial Promotora de Negócios e Cobrança. Além da marca Credicard e a base de 4,8 milhões de clientes que utilizam o plástico como meio de pagamento, o Itaú Unibanco adquiriu a linha de financiamentos e crédito pessoal, incluindo as 96 lojas da Credicard Financiamentos, que representam R$ 8 bilhões em ativos (base 31 de dezembro de 2012). O negócio não inclui os cartões American Airlines, Credicard Platinum e os cartões com as marcas Citi e Diners, e nem os cartões Corporate.

 

“Até que a operação seja aprovada pelos órgãos reguladores, nada muda para para funcionários, clientes e pontos de venda da Credicard”, ressalta o comunicado. Como a data-base da operação é 31 de dezembro de 2012, os resultados realizados em 2013 pertencem ao Itaú Unibanco. A marca Credicard foi criada há mais de 40 anos pelos bancos Itaú, Unibanco e Citibank.

 

“Estamos muito felizes em anunciar mais uma operação que reflete nosso compromisso com o desenvolvimento do Brasil, através de maior oferta de crédito. É uma aquisição que também confirma e reforça nosso crescimento em mercados estratégicos. Estamos novamente fortalecendo nossa liderança neste mercado de cartões de crédito e crédito ao consumidor, no qual temos amplo portfólio de produtos e serviços e plataformas especializadas. As oportunidades de crescimento no País também passam pelo desafio de bancarização do brasileiro e o cartão de crédito é um dos principais instrumentos para este fim”, afirma Roberto Setubal, presidente executivo do Itaú Unibanco.

 

 

Às 10h41, a ação ITUB4 operava em queda de 0,26% na Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo), negociada a R$ 34,43. No mês, o papel acumula valorização de 2,45%, enquanto o avanço no ano chega a 4,53%.

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