Micro e pequenas empresas tem média de pagamentos estáveis

 
Jornal GGN – A pontualidade de pagamentos das micro e pequenas empresas atingiu 95,5% na média do primeiro semestre de 2015 – ou seja: durante os primeiros seis meses de 2015, a cada 1 mil pagamentos realizados, 955 foram quitados à vista ou com atraso máximo de sete dias, segundo cálculos elaborados pela consultoria Serasa Experian. Tal nível de pontualidade ficou praticamente estável em relação ao observado durante o primeiro semestre do ano passado: 95,3%.
 
As micro e pequenas empresas do setor comercial apresentaram o maior nível de pontualidade de pagamentos no primeiro semestre de 2015, com um total de 96,3% – ante 96% no primeiro semestre de 2014. Por outro lado, as micro e pequenas empresas industriais registraram pontualidade de 94,2% (94,4% no 1º semestre de 2014), ao passo que a pontualidade de pagamentos das micro e pequenas empresas de serviços atingiu 94,6% no primeiro semestre de 2015 (94,3% no 1º semestre de 2014).
 
De acordo com os economistas da Serasa Experian, “a estabilidade dos níveis de pontualidade neste primeiro semestre de 2015, em que pese o cenário conjuntural adverso (recessão econômica e taxas de juros em elevação), foi obtido graças à racionalização de custos/despesas por parte das micro e pequenas empresas, reduzindo o valor médio dos compromissos assumidos’.
 
De fato, no primeiro semestre de 2015, o valor médio dos pagamentos pontuais caiu 1,9% em relação ao mesmo período do ano anterior (R$ 1.944 contra R$ 1.982). O valor médio mais alto foi registrado pelos pagamentos pontuais das empresas de serviços (R$ 2.006 no 1º semestre de 2015 contra R$ 2.078 no 1º semestre de 2014, o que corresponde a uma queda de 3,5%), seguido pelo das empresas comerciais (R$1.960, contra R$ 2.001 no 1º semestre de 2014, queda de 2,1%), seguido pelas micro e pequenas empresas do segmento industrial (R$ 1.856 no 1º semestre de 2015 contra R$ 1.778 no 1º semestre de 2014, alta de 4,4%).
 

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1 comentário

  1. OS EMPRESÁRIOS DESSE SETOR, ESTÃO DOENTES, NÃO TIRAM FERIAS.

    Os empresários desse setor, estão doentes, alcoolatras até viciados em drogas e não conseguem tirar féria, pois na maioria das vezes a empresa é eles. Colocaram tudo nas costas deles, Cartão do BNDES só se na empresa tiver sócio milhionário, o Governo mente quanto ao BNDES e manda e-mail dizendo que foi o Banco do Brasil que não aprovou, é mentira. O Banco do Brasil cobra taxas no Giro Rápido de 4,41% ao mês e 3,91 no GIRO FLEX, o Banco do Brasil não fornece o Cartão BNDES porque ele é pouco mais de 1% ao mês. O Banco do Brasil quer o sangue dos Micro empresários. O Governo mente e já foi avisado da sacanagem do CARTYÃO BNDES. Cadastra a Micro no simples mas para o estado e municipio não vale nada, TAXAS até para tirar a guia para pagar taxas, impostos de toda ordem, cadastram empresas GRANDES numa tal PORTARIA SUTRI e não pagam ST, porém as micros pagam valor agregado em mercadorias na ordem de até 245%, é impossível MICRO EMPRESA participar de alguma licitação. O GOVERNO TRANSFORMOU OS MICROS EM ESCRAVOS ARRECADADORES, EM FUNCIONÁRIO PÙBLICOS SEM ESTABILIDADE E SALÁRIOS. O GOVERNO NÃO SABE PORQUE É MAL AVALIADO, É ASSIM, PORQUE É COVARDE COM AS MICRO EMPRESAS. MENTIU NA ELEIÇÂO PARA OS MICROS. enquanto isso as empreiteiras da lava jato/ Globo, corinthians e etc. tudo pegam fortunas no BNDES, para as micro é um NÃO. Para pegar dinheiro em banco de fomento estatal tem que pagar uma fortuna ao fundo de Aval do SEBRAE. É assim então os micros pagam em dia porque se não pagar a familia morre de fome. Pagam em dia porque MICRO EMPRESA só serve para arrecadar para o governo.

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