Vendas do varejo ampliado sobem 1,8% em fevereiro

Queda das vendas de veículos afeta desempenho no período

Jornal GGN – O volume de vendas do comércio varejista ampliado (varejo e mais as atividades de Veículos, motos, partes e peças e de Material de construção) cresceu 1,8% no mês de fevereiro sobre o total registrado no mês imediatamente anterior, na série com ajuste sazonal, enquanto a receita nominal de vendas subiu 2,9%. Os dados foram divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Já em relação a fevereiro de 2015, as variações foram de (-5,6%) para o volume de vendas e de 3,3% para receita nominal. O volume de vendas do comércio varejista ampliado (1,8%) também cresceu entre janeiro e fevereiro de 2016, influenciado por Veículos e motos, partes e peças (3,8%) e Material de construção (3,3%).

O volume de vendas em relação a 2015 teve sua vigésima primeira taxa negativa consecutiva em relação ao mesmo mês do ano anterior. Assim, as taxas acumuladas ficaram em (-10,1%) para o ano e (-9,1%) em doze meses.

Segundo o IBGE, tal comportamento é atribuído ao desempenho negativo de Veículos, motos, partes e peças, cujo resultado interanual foi (-6,6%), acumulando no ano (-14,7%) e, em 12 meses, (-17,0%). A redução das vendas no segmento decorre, entre outros fatores, da menor oferta de crédito, da restrição orçamentária das famílias e da desaceleração do crescimento real dos salários.

O volume de vendas de Material de construção recuou (-11,1%) em relação a fevereiro de 2015, acumulando (-14,8%) no ano e (-9,5%) nos últimos doze meses. Esse desempenho deve-se à redução da atividade econômica e ao menor número de lançamentos imobiliários.

O volume de vendas do Comércio Varejista Ampliado recuou em 24 das 27 Unidades da Federação, em relação a fevereiro de 2015, destacando-se: Amapá (-18,6%), Sergipe (-14,6%); Espírito Santo (-13,2%) e Maranhão (-12,9%). As únicas taxas positivas no volume de vendas ocorreram em Rondônia (-5,6%), Roraima (2,2%) e Minas Gerais (0,9%). Os impactos mais negativos no resultado global do setor (-5,6%) vieram de Rio de Janeiro (-9,4%), São Paulo (-2,4%) e Santa Catarina (-8,4%).

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