A comemoração de 50 mil torcedores da Colômbia no Mineirão

Costa Rica se tira a las calles para celebrar el triunfo de la Sele

La victoria de la Tricolor 3-1 ante Uruguay provocó gran emoción en lascalles de la capital costarricense.

Emoción, entusiasmo y hasta lágrimas de felicidad son parte de las reacciones de los aficionados de la Selección de Costa Rica en las calles de San José, tras ganar esta tarde 3-1 a la Selección de Uruguay.

Los aficionados celebraron a más no poder las anotaciones de la Selección Nacional en la Plaza de la Democracia.

Los aficionados celebraron a más no poder las anotaciones de la Selección Nacional en la Plaza de la Democracia.

Informações e imagem: informa-TICO (Costa Rica) e El Pais (Colômbia)

12 Comentários

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Marcelo Lys

- 2014-06-15 21:21:57

  Enquanto a imprensa partido

 

Enquanto a imprensa partido brasileira mostra-se cada dia mais vira-latas, mais anti-povo, precisamos que um jornal extrangeiro mostre ao mundo o que significa o futebol para a alma do povo brasileiro.

É de se emocionar, mas, também de nos envergonhar pela impresa que temos.

 

http://www.nytimes.com/video/sports/100000002937419/reaction-to-brazils-first-goal.html?smid=fb-share

 

 

Mateus campos

- 2014-06-15 20:54:28

Jornalista
Em Minas não é melhor local para atuação de jornalistas, tem um preso, Aécio pedi busca e apreensão em casa de jornalista e agora agressão da polícia, com ou sem intenção é a sina dos jornalistas em MG

jns

- 2014-06-15 19:28:26

A Abertura do Mundial em Minas Gerais

Protesto em BH: pelo menos 4 foram detidos e fotógrafo da Reuters atingido

AGÊNCIA BRASIL | Reportagem: Helena Martins | Edição: Luana Lourenço | 12/06/201

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A Polícia Militar de Minas Gerais (PM-MG) divulgou nota, há pouco, em que informa que o repórter fotográfico Sérgio Moraes, da Agência Reuters, foi ferido durante manifestação contra os gastos da Copa em Belo Horizonte.

“O repórter, que foi atingido na cabeça por um objeto ainda não identificado, recebeu atendimento imediato da Polícia Militar e foi levado até o Hospital Pronto-Socorro João 23. De acordo com a instituição, o jornalista teve um traumatismo craniano leve. O hospital informa ainda que o quadro do jornalista é estável e que ele ficará em observação nas próximas horas”, diz a nota.

Segundo o chefe de imprensa da PM-MG, major Gilmar Luciano, o fotógrafo foi atingido na Praça da Liberdade, onde começou o confronto que envolveu polícia e parte dos manifestantes. “Ainda não se pode afirmar se foi pedra de manifestante ou estilhaço de borracha, pois ele estava de costas”, disse.

De acordo com a PM, o ato foi pacífico das 12h às 16h, e sofreu alterações quando os ativistas se aproximaram do relógio que marcava a contagem regressiva para o início dos jogos do Mundial. “Eles queriam quebrar o relógio e jogaram pedras contra os policiais”, afirmou o major.

Quatro pessoas foram detidas por depredação do patrimônio, de acordo com a polícia. Além disso, “duas delas portavam duas facas e duas, socos-ingleses”, segundo Luciano.

Já os manifestantes alegam que o ato foi pacífico. "A gente começou a se aproximar do relógio da Copa e, quando a gente estava próximo, a polícia atirou bala de borracha e bomba de efeito moral”, contou o integrante da Assembleia Popular Horizontal de Belo Horizonte Pedro Rocha. 

De acordo com o ativista, a “força desproporcional da polícia acabou gerando certo descontrole, e as pessoas começaram a revidar com pedras”. Ele avalia que “o que a PM fez foi novamente usar da sua força e da violência legitimada para dispersas a manifestação”.

O servidor público Pedro Ribeiro, que também participou do protesto, disse à Agência Brasil que viu uma pessoa ser detida pela polícia "de forma arbitrária". "A PM estava levando duas pessoas e tinha um pessoal filmando. Aí veio um homem negro sozinho atrás, um guarda apontou para ele e mandou ele encostar em uma banca. Na hora, chegou um outro PM como se fosse para revistar, mas dai já foi levando", disse.

De acordo com advogados que acompanham os movimentos sociais de Belo Horizonte, o número de detidos já chega a dez.

 

O OUTRO LADO

A Organização Impecável em BH

 

Meu sobrinho [ Economista Series 7 Exam da  Financial Industry Regulatory Authority (FINRA), regulada pela Securities and Exchange Commission (SEC) ] deixou o emprego em Austin, no Texas, e veio assistir aos jogos no Brasil.

Ele, que trouxe ingressos para presentear primos e tios, ao chegar, ficou decepcionado com o desânimo que havia tomado conta do povo e levou um choque ao encontrar parentes torcendo contra a nossa Seleção.

Sem se importar com o clima sombrio, visitou lojas, onde adquiriu material para enfeites – bandeiras, principalmente – e distribuiu entre os mais ou menos renitentes.

Da minha cidade, voou para BH, para ver a abertura da Copa no Mineirão, e ficou extasiado com a vibração e a energia que contagiou o Estádio, durante o jogo entre a Colômbia e a Grécia.

Ele saiu do apartamento da minha irmã, localizado à rua Lavras, entre o Pátio Savassi e o Colégio Marista, atravessou a Avenida do Contorno e, sem demora, embarcou em um ônibus que levou os torcedores até o Estádio.

No Mineirão, ocupou uma cadeira na região frontal à linha do meio de campo, do lado contrário ao das cabines de rádio e TV.

Por acaso ou, provavelmente, direcionado pela FIFA, outro americano, que também viera do Texas, estava sentado ao seu lado.

O 'conterrâneo' diss que viajou, desde Miami, em um jato lotado de colombianos que agitaram e não pararam de cantar durante toda a viagem até chegar ao Brasil.

Ele também revelou que estava fascinado com os jogos e elogiou a organização que encontrou aquí.

Por fim, o meu sobrinho disse que retornou, sem qualquer tipo de problema, após ter saído aos 90 minutos, antes de ver o terceiro gol da Colômbia.

Este relato confronta, diretamente, com o que é, sob má-fé, divulgado pela mídia.

jns

- 2014-06-15 18:35:40

A euforia toma conta do Brasil na hora do futebol

No dia da inauguração, até o transporte público funcionou no ‘padrão FIFA’

Milhares de brasileiros e estrangeiros lotaram as ruas da cidade para assistir à estreia

Os protestos ofuscam a estreia da Copa do Mundo

EL PAÍS | MARINA ROSSI / TALITA BEDINELLI | 12 JUN 2014 

Festa de abertura do Mundial. / IVAN ALVARADO (REUTERS)

Para os turistas que chegaram ao Brasil hoje, a manifestação nas estações de metrô na zona leste, a caminho do Itaquerão, pode ter soado estranha diante da imagem festiva do país. Mas, o que assombrou os brasileiros que seguiam para o jogo de abertura foi a eficiência do transporte público e a limpeza na região. Quem seguiu de carro, de trem ou de metrô demorou quase o mesmo tempo para chegar ao Itaquerão, que fica a cerca de 23 quilômetros do centro da cidade. Havia metrôs de cinco em cinco minutos e duas opções de trem. Uma eficiência que não é a mesma apresentada no dia a dia dos milhões de trabalhadores que dependem do transporte público.

Mas, diante da euforia dos turistas que seguiam com bandeiras verde-amarelas ou dos turistas com camisetas de seus times tudo foi perdoado. O feriado decretado em São Paulo e a liberação do expediente de trabalho para assistir ao jogo colaborou. Começou a febre tropical com o esporte mais popular do Brasil. O mar de pessoas com as camisetas da seleção brasileira promoviam uma cena emocionante. Hoje, em geral, foi um dia de folga para as críticas sobre o evento. Sandra Maria Neves, 52 anos, saiu de Caieiras, na região metropolitana de São Paulo, só para ver o estádio. Pegou um ônibus, o metrô e o trem e, uma hora e meia depois, chegou a Itaquera, onde a estação da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) se converteu em um ponto turístico, com vista para a arena. “Olha que coisa mais linda. O coração até bate mais forte”, disse. Iris de Lima Rodrigues, 19, tirava fotos no canto da estação com o Itaquerão ao fundo. “Vim ver a bagunça. Agora vamos lá para perto do estádio”, afirmou.

Um grupo de pessoas contrárias ao evento, porém, marcou posição. Por volta das duas da tarde, quem seguia de metrô para o estádio era informado que a estação Carrão estava fechada, portanto era melhor descer antes ou depois. Motivo, segundo os funcionários: manifestantes vestidos de black blocs tentaram invadir a estação e quebrar tudo. Dezenas de manifestantes eram cercados por centenas de policiais para evitar que eles fechassem as linhas de acesso ao Itaquerão, em especial, a Radial Leste, a grande avenida de ligação da zona leste e o centro de São Paulo. Os tumultos, que contaram com bombas de gás lacrimogênio, por parte da polícia, e barricadas de lixo queimadas, do lado dos manifestantes, assustaram os moradores da região que reclamavam do excesso de violência. “Copa o caralho, esses estádios têm sangue de operários”, gritavam os jovens encapuzados. Durante as obras dos estádios, morreram nove trabalhadores.

Quem procurou evitar a zona de distúrbios, pôde ter acesso à linha de trem, que contava com duas opções. O expresso da Copa, impecável para impressionar os turistas, ou o velho e desgastado trem comum, que parava em todas as estações. Mas quem desembarcou na estação de metrô Corinthians Itaquera precisou andar ao menos 45 minutos para chegar na entrada do estádio.

O tempo de acesso até o estádio foi tema de polêmica, no mês passado, quando o ex-presidente Lula disse ser “babaquice” quem via problema em ir a pé do metrô até a entrada do Itaquerão."Nós nunca tivemos problemas em andar a pé”, disse Lula na ocasião. Felizmente, o sol não tornou a tarefa árdua, pois se chovesse, seria o caos.

O entusiasmo dos torcedores brasileiros e estrangeiros também fez o trajeto ficar menos pesado. Um grupo de mexicanos segurava um tablet com a mensagem: “Precisamos de quatro ingressos”. Mais à frente, um japonês com uma placa em português também tentava fazer uma compra. “Ofereceram-me um (bilhete) por 10 mil reais, mas aí é impossível”, contava um turista japonês. O ex-presidente também chegou a dizer que o Mundial seria o momento de o país mostrar sua cara e que “esconder pobre está fora de cogitação”. Dentro do estádio, porém, só havia representantes de classe média e a repórter do EL PAÍS só viu um negro, embora mais da metade da população do Brasil seja negra ou parda.

A presidenta Dilma Rousseff estava no Itaquerão ao lado do presidente da FIFA, Joseph Blatter, e da sua filha, Paula. A mandatária não discursou na abertura para não correr o risco de ser vaiada como na Copa dos Confederações no ano passado. Mas, não conseguiu evitar o grito de “Ei, Dilma, vai tomar no cu” da torcida minutos antes do jogo começar. A bronca veio logo depois do Hino Nacional, que foi acompanhado pela torcida em uníssono, uma cena emocionante que balançou as arquibancadas.

 

* * * * *

 

O post, para mostrar a celebração dos nuestros hermanos, foi enviado com o título: 'La Fiesta Colectiva'

Jair Fonseca

- 2014-06-15 16:16:03

Está errada a chamada do

Está errada a chamada do post, conforme já apontado por colegas. A matéria é sobre a Costa Rica.

marcos coimbraa

- 2014-06-15 16:06:57

Estou na França e fiquei

Estou na França e fiquei impressionado com a propaganda positiva que uma copa faz. Esperava a propaganda, mas não dessa forma. Todo dia tem matérias nos principais jornais (Liberation, Figaro, Echo, Monde). Por surpresa, a quantidade de matéria positiva está na casa de 20x1 para as matérias negativas. Quando tem matéria negativa, a qualidade da matéria é surpreendende. Por exemplo, custo da copa de 30 bilhões, os jornais aqui particionam o custo em estádio, mobilidade, infraestrutura ... Depois, quando passo o olho nos portais de internet brasileiro, dá ansia.  Ribeirão preto ficou conhecida na França, apesar de ser um cidade famoda do agronegócio, o agronegócio não proporcionou a propaganda que a copa fez. 

Sou a favor de sediar a copa de 2022 caso o catar seja barrado. Obs: a abertura da copa parou Paris, deu pra ver nitidamente a diminuição de fluxo de pessoas e carros na rua. Avante Brasil. 

Luiz Antonio Antunes Machado

- 2014-06-15 16:06:09

Não sei.

Apesar de não tocar exatamente neste assunto por aqui, nunca entendi  porque a maior parte da mídia, que também vive do interesse popular pelo futebol, nunca pensou por este viés. Uma vez que o dinheiro já estava sendo gasto (razão teórica das críticas), e segundo eles não haveria estádios, não haveria aeroportos, não haveria interesse, não haveria turistas, o fracasso era fatal, por que não pensar num possível (ainda que difícil) retorno. Estão torcendo contra ainda...mesmo vivendo disso. 

Giusepe Rangel

- 2014-06-15 15:45:01

Comentário lúcido e

Comentário lúcido e inteligente! Parabéns Assis!

Vânia

- 2014-06-15 15:26:13

Oi???????

A comemoração de 50 mil torcedores da Colômbia no Mineirão

?????

Costa Rica se tira a las calles para celebrar el triunfo de la Sele

La victoria de la Tricolor 3-1 ante Uruguay provocó gran emoción en lascalles de la capital costarricense.

Álvaro Noites

- 2014-06-15 15:26:05

Colombia? Oi?
Colombia? Oi?

Marcos Antônio

- 2014-06-15 15:13:26

Depois de Ingleterra X

Depois de Ingleterra X Itália, será que ainda vai ter gringo pensando em Amazônia com ruas cheias de macacos, jacarés e sucuris?

Assis Ribeiro

- 2014-06-15 15:12:38

Olho essas imagens e o vídeo

Olho essas imagens e o vídeo que Avatar postou da torcida holandesa em Salvador;

milhares de turistas festejando, trazendo dólares e fazendo propaganda do nosso país.

Fico a perguntar

Qual a importância desses turistas espalhadas pelos vários estados brasileiros?

Por que quiseram, principalmente a grande mídia, melar a copa?

E Aécio e Ronaldão?

E a elite agredindo Dilma e a Fifa no Itaquerão?

Não sabem que se não fosse a FIFA e Dilma eles não estariam presentes  nestes estádios confortáveis?

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