A REAL CANDIDATURA DE JOAQUIM BARBOSA

A Real candidatura de Joaquim Barbosa

Joaquim Barbosa está trabalhando neste 15 de novembro de 2013. Seu trabalho, nesta data simbólica, dia da proclamação da República, resume-se, provávelmente, a assinar alguns papéis devidamente preparados por sua assessoria propiciando a prisão de determinados réus da AP 470 ainda hoje, como noticia a imprensa(?) brasileira.

Trata-se da “coroação”, com “chave de ouro” , de um julgamento típico dos regimes políticos ditatoriais.

Como diria Lula, “nunca antes na história deste país” se viu coisa assim: um ministro do STF trabalhando árduamente em pleno feriado, só para mandar prender réus condenados – mas que não representam perigo algum para a sociedade -, num dia de feriado, mas não um feriado qualquer.

Aqueles que um dia acharam que Joaquim Barbosa poderia vir a ser candidato a presidente da República estavam, ao que tudo indica, redondamente enganados.

A vocação de Joaquim Barbosa, parece ser, pelo simbolismo da data, mais para Rei do que para presidente.

Há uma diferença muito grande entre ser eleito e ser aclamado.

É notório no mundo jurído que quando um cidadão assume um cargo como o de juiz ou procurador da república, é plantada, simultâneamente, uma sementinha de Rei nas respectivas barrigas.

Dessa sementinha brotar e crescer depende menos da flora e mais do égo de cada qual.

Eu não sei se o égo tem um limite.

Também não sei por qual motivo Dona Redonda, de Dias Gomes, explodiu em Saramandaia.

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