Afastamento de presidente da Ancine tem armações e indícios de crime como pano de fundo

Em um dos episódios, Christian, Sérgio Sá Leitão e outros funcionários da Ancine teriam procurado, em dezembro de 2017, veículos da imprensa para "plantarem informações falsas" sobre outros diretores

Jornal GGN – Foi baseado em um despacho 5ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro que Jair Bolsonaro afastou da presidência da Ancine Christian de Castro, substituído por Alex Braga Muniz, da diretoria colegiada da agência. O documento, segundo informações de O Globo atualizadas nesta sábado (31), mostra que Christian se envolveu em armações de bastidores para favorecer alguns membros da Ancine e chegar ao comando da instituição.

“A decisão cita cinco crimes que teriam sido cometidos por Christian e outros assessores, servidores da agência ou do antigo Ministério da Cultura, incluindo o ex-ministro Sérgio Sá Leitão. Os crimes são de denunciação caluniosa; violação de sigilo funcional; prevaricação; calúnia, injúria, difamação; e associação criminosa”, reportou O Globo.

Em um dos episódios, Christian, Sérgio Sá Leitão e outros funcionários da Ancine teriam procurado, em dezembro de 2017, veículos da imprensa para “plantarem informações falsas quanto à conduta de Alex Braga Muniz e Debora Ivanov, então diretores da Ancine.” Muniz e Ivanov foram acusados de favorecimento de empresas e de desvio de recursos, indevidamente.

Enquanto isso, uma violação de sigilo de dados da Ancine por Christian teriam sido omitida por Sá e outros agentes que seriam “beneficiados” pela ascensão do presidente da agência.

Você pode fazer o Jornal GGN ser cada vez melhor.

Apoie e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Apoie agora

Deixe uma mensagem

Por favor digite seu comentário
Por favor digite seu nome