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As edições do Lampião da Esquina, o primeiro jornal para o público LGBT

Enviado por Assis Ribeiro

do Grupo Dignidade

Lampião da Esquina

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Ótima a disponibilidade

Ótima a disponibilidade digital desse material histórico. Lembro-me de que um dos jornalistas do Lampião foi perseguido e acusado de pedofilia, chegando a ser preso, sendo que a acusação era muito mais suspeita do que ele.

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Que beleza de iniciativa, a

Que beleza de iniciativa, a sua Assis por nos brindar com esse presente e a de Luiz Mott que restaurou e digitalizou toda a coleção do jornal, disponibilizando-a em formato PDF.

É importante reconhecer que existe uma história, que os gays são fruto de uma luta de décadas por aceitação e respeito. Que o Lampião da Esquina foi um marco para tantas batalhas vencidas assim como o foi o jornalzinho ‘Chanacomchana’ das lésbicas que frequentavam o Ferro’s Bar. Assim como foi um dia de agosto de 1983, em São Paulo, quando aconteceu o mais importante protesto lésbico ocorrido até hoje no Brasil. Em plena ditadura, quando poucos se arriscavam a exercer o direito negado da liberdade de expressão, lésbicas de São Paulo lideradas por Rosely Roth deram seus gritos por uma sociedade mais justa, menos machista e menos homofóbica.

Frequentadoras do Ferro's Bar, na Rua Martinho Prado, Bela Vista, foram proibidas de entregar o ‘Chanacomchana’ dentro do estabelecimento. Revoltadas com a atitude da administração do bar, já que eram elas mesmas que o sustentavam, organizaram um protesto na frente do estabelecimento, onde foram até mesmo proibidas de entrar. O ato deu o que falar, pois estavam presentes, além de toda a comunidade LGBT e simpatizantes locais, policiais, políticos e vários veículos de comunicação, que estavam dispostos a notificar o evento. As mulheres que foram à luta podiam muito bem parar de frequentar o bar, e este com certeza fecharia, mas não podiam se calar, e perder mais um lugar, entre os poucos que restavam para se reunir, e se divertir. Venceram, e distribuíram o jornal para todos os presentes, inclusive ao dono do bar que deixou bem claro que queria ser o primeiro a ler o jornal.

Eu morava lá por perto e tive a honra de conhecer o legendário Ferro´s Bar, depois no lugar funcionou a casa noturna Xingu, o clubinho tornou-se cult, principalmente por causa do falado electro, música eletrônica de viés retrô, repleta de sintetizadores. A decoração brincava com o kitsch, com cortinas de paetê, plumas e cubos de vidro.

Faz anos que sai de Sampa, não sei se ainda existe o clubinho, mas o Ferro’s Bar ainda está bem vivo na memória. 

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Tamára Baranov
'Nada é para sempre'

http://pintandomusica4.blogspot.com.br/

Esta é a ideia

Esta é a ideia Tamára,

demonstrar que no passado tínhamos uma imprensa muito mais diversificada, dando voz aos diversos segmentos da sociedade.

Espero que os colegas do blog pesquisem e tragam outras história, como esta, como o Pasquim, Navilouca, o Bondinho, etc.

 

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