Ativista dos EUA faz palestra em SP de como sabotar a Copa

Em São Paulo, o norte-americano Sean Dagohoy ensinou, numa “oficina de ativismo” (ou, “oficina da baderna”), como criar perfis falsos para ridicularizar uma grande empresa de petróleo (Petrobrás, claro) e como sabotar a Copa do Mundo no Brasil. Durante o encontro de três horas, o Dagohoy pediu para que o público de 100 pessoas se dividisse em grupos para pensar na estratégia de ações contra a Copa do Mundo. Por exemplo: um grupo sugeriu alagar o Itaquerão na festa de abertura da Copa; outro sugeriu sabotar o telão do estádio para inserir imagens que desqualifiquem o torneio.

Lá pelas tantas, Sean Dagohoy, lavando as mãos para as conseqüências da sua palestra, disse que “não podia se responsabilizar pela eventual brutalidade daqueles que estão no poder”.

Se fosse nos EUA – que a velha mídia gosta de evocar como modelo de “democracia” e “liberdade de expressão” -, esse tal ativista já estaria preso; enquadrado por incitação ao terrorismo. 

A matéria completa da Folha está no link abaixo:

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/167544-baderna-organizada.shtml

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