Barroso cobra posição de Bolsonaro sobre genocídio de indígenas na pandemia

Presidente precisa se manifestar sobre ADPF dos povos indígenas, que pedem providências para evitar mortes por coronavírus

Jornal GGN – O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, abriu prazo de 48 horas para que o governo Bolsonaro se manifeste a respeito da ADPF 709, apresentada na segunda-feira passada pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil, a APIB.

A ação histórica – é a primeira vez que os povos indígenas, usando seus advogados de ascendência indígena, entram com uma ação na Justiça – pede que o Supremo determine à União a tomada de providências para evitar o genocídio dos povos indígenas, sobretudo os mais isolados e de recente contato, em meio à pandemia de coronavírus.

Segundo o Valor Econômico de quinta (20), Barroso também cobrou posicionamento do procurador-geral da República, Augusto Aras, e do advogado-geral da União, José Levi.

Entenda a ação histórica movida pela APIB na reportagem abaixo:

Uma ação histórica: povos indígenas vão ao STF para evitar genocídio na pandemia

 

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