Brasilianas.org aborda os 25 anos da Constituinte

O tema do programa Brasilianas.org será os 25 anos da assembleia constituinte responsável pela promulgação da atual Constituição Federal brasileira em 05 de outubro de 1988. Clique aqui, e encaminhe sua pergunta que poderá ser lida ao vivo, durante o debate nesta noite, às 20h, na TV Brasil.

Para recordar as lutas políticas desse momento histórico e também avaliar os avanços e possíveis retrocessos impostos à Constituição Federal com a inclusão de emendas implementadas desde 1988, o apresentador Luis Nassif recebe o jurista José Afonso da Silva, que participou como assessor jurídico da Assembleia Constituinte, e o Ministro do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso. Haverá trechos de entrevista especial gravada com o jurista e vice-presidente Michel Temer, que foi deputado constituinte.

A Carta Magna, que ficou conhecida como a “Constituição Cidadã” se tornou um marco entre a passagem do regime militar que governou o Brasil de 1964 a 1985 e a democracia.

Pela primeira vez na história do Brasil o povo pode participar da elaboração da lei fundamental do país. O processo não foi simples, se iniciou em 28 de junho de 1985, quando o então presidente José Sarney encaminhou ao Congresso Nacional um pedido para convocação da Assembleia Constituinte, cumprindo a promessa de campanha de Tancredo Neves.


Foto: Acervo SEDAU/Câmara dos Deputados

Os trabalhos para a elaboração da Constituição Federal de 1988 foram coordenados por uma comissão composta de 487 deputados e 72 senadores, com abertura para a participação popular. Dentre os direitos sociais aprovados na Carta Magna de 1988 estão a igualdade entre trabalhadores rurais e urbanos, a jornada de trabalho de 44 horas e a proibição de discriminação a pessoas com deficiência.

Leia também:  Clipping do dia

Não perca, nesta segunda-feira (07), às 20h, na TV Brasil.

Onde sintonizar a TV Brasil:

UHF Analógico Canal 62 (SP)
UHF Digital Canal 63 (SP)
VHF Canal 2 (RJ), (DF) e (MA)
Net – Canais 4 (SP), 16 (DF), 18 (RJ e MA)
Sky-Direct TV – Canal 116
TVA digital – Canal 181 

 

Ou assista pela internet: www.tvbrasil.ebc.com.br

5 comentários

  1. Transferência do dinheiro do povo para os ….

    As campeãs nacionais de desastres – ELIO GASPARI

     FOLHA DE SP – 06/10

    O sonho petista de criar um bloco de empresas financiadas pelo BNDES reeditou um pesadelo

    Em 2007, o BNDES ressuscitou o zumbi da anabolização de empresários amigos e anunciou que o governo queria criar um núcleo de “campeões nacionais”, inserindo-o no mundo das grandes empresas mundiais. Nesse lance, botou perto de R$ 20 bilhões em empresas companheiras.

    Numa mesma semana, dois fatos mostraram o tamanho do fracasso dessa política. O conglomerado da OGX, produção megalomaníaca de Eike Batista na qual o BNDES financiou R$ 10,4 bilhões, está no chão. A “supertele” Oi, produto da fusão pra lá de esquisita e paternal da Telemar com a Brasil Telecom, tornou-se uma campeã nacional portuguesa, fundindo-se com a Portugal Telecom. Em 2010, o BNDES e os fundos de pensão tinham 49% da empresa. A nova “supertele” nasce com uma dívida de R$ 45,6 bilhões. Novamente, receberá recursos do BNDES e dos fundos companheiros. O ministro Paulo Bernardo, das Comunicações, garante que essa fusão é uma “estratégia”. Vá lá, desde que ele acredite que o Unibanco fundiu-se com o Itaú.

    A carteira de ações do BNDESPar caiu de R$ 89,7 bilhões em 2011 para R$ 72,8 bilhões em 2012. A campeã do ramo de laticínios chamava-se LBR e quebrou. A Fibria, resultante da fusão da Aracruz (chumbada) com a Votorantim, atolou. O frigorifico Marfrig tomou R$ 3,6 bilhões no banco e acabou comido pela JBS, cujos controladores movem-se num perigoso mundo onde convivem a finança internacional e a política goiana. Já o Bertin teve que ser vendido logo depois de o BNDES entrar na empresa. (Até 2013, esse setor recebeu a maior parte dos investimentos do BNDES.)

    O BNDES anunciou há meses que abandonou a estratégia da criação dos campeões nacionais. Falta só explicar quanto custou, quanto custará e que forças alavancaram os afortunados. Essa tarefa será fácil para alguns petistas e para o doutor Luciano Coutinho. Eles conhecem a história do banco.

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