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8 comentários

  1. Aragão: o dedo podre do PSDB é poderoso

    Brasil 247

    Aragão: o dedo podre do PSDB é poderoso

     

    “Correm rumores de que o PSDB pressiona pela nomeação de ninguém mais, ninguém menos que Aloysio Nunes para o Ministério da Justiça. O dedo podre do partido perdedor das eleições de 2014 é poderoso. Como se não bastasse colocar no STF um ministro que nada fez na pasta senão vituperar contra manifestantes e vazar operação policial sigilosa para o Movimento Limpa Brasil (MLP) e é acusado de plágio em sua belíssima obra acadêmica, agora vai ser a vez de outro pitbull insolente”, disse o ex-ministro da Justiça, Eugênio Aragão, ao 247; segundo ele, o Brasil foi tomado de assalto por um “grupo de trombadinhas que rasgou a constituição (e a segue rasgando) e se assenhoreou do poder sem cura pela legitimidade de seu exercício”

    10 de Fevereiro de 2017 às 08:20

    Brasília 247 – O ex-ministro da Justiça, Eugênio Aragão, reagiu de forma dura à possibilidade de que o senador Aloysio Nunes (PSDB-MG), investigado na Lava Jato, seja nomeado ministro, ficando à frente da Polícia Federal (saiba mais aqui).

    “Correm rumores de que o PSDB pressiona pela nomeação de ninguém mais, ninguém menos que Aloysio Nunes para o Ministério da Justiça. O dedo podre do partido perdedor das eleições de 2014 é poderoso. Como se não bastasse colocar no STF um ministro que nada fez na pasta senão vituperar contra manifestantes e vazar operação policial sigilosa para o Movimento Limpa Brasil (MLP) e é acusado de plágio em sua belíssima obra acadêmica, agora vai ser a vez de outro pitbull insolente”, disse ele ao 247.

    “Esta é a qualidade de governança que nos legou o golpe parlamentar. Nada de Gestão, nada de inclusão, nada de honestidade e transparência: só conspiração, arrogância, desprezo pelas instituições e desdém da opinião pública. É um ‘we can’ contra o povo e a favor do grupo de trombadinhas que rasgou a constituição (e a segue rasgando) e se assenhoreou do poder sem cura pela legitimidade de seu exercício. E assim vamos que vamos em direção ao precipício”, completa.

    http://www.brasil247.com/pt/247/brasilia247/279686/Arag%C3%A3o-o-dedo-podre-do-PSDB-%C3%A9-poderoso.htm

  2. A Bruxa da Globo está solta, o cúmulo do banditismo midiático

    Globo cria força-tarefa para atacar Lula e Dilma semana que vem

      

     

    Jornalista de prestígio da Globo que, por razões óbvias, não quer se identificar, entrou em contato com este blogueiro e relatou o que chama de “estratégia cruel e desonesta” que diz que será usada pela emissora para criar nova onda de desmoralização dos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff. E disse, ao telefone, a seguinte frase:

    — RIP (“rest in peace), jornalismo!

    A ofensiva em questão teria sido determinada em plena redação da emissora, em voz alta, pela diretora da Globo News Eugênia Moreyra.

     

    Na imagem acima, Eugênia Moreyra, diretora da Globo News

    Recebi da fonte a informação de que o ministro do STF Edson Facchin, novo relator da Operação Lava Jato, vai levantar o sigilo das delações da Odebrecht na semana que vem e que a diretora da Globo News supracitada irá a Brasília na segunda-feira para receber material para divulgação.

    Eugênia teria entrado na redação da emissora para falar com a produtora e passou a ela a determinação. Segundo o relato da fonte desta página, devido ao tom de voz da diretora os jornalistas que ficam no setor da redação da Globo News que fica ao lado do banheiro ouviram o que ela disse.

    Leia, abaixo, o que disse a diretora da Globo News Eugênia Moreyra à produtora que irá com ela a Brasília na semana que vem. O intuito da determinação da diretora à produtora ter sido comunicada para todos no entorno ouvirem foi no sentido de que os jornalistas que serão requeridos atuem da forma como foi determinada sem fazerem questionamentos.

    Confira, abaixo, transcrição textual da determinação da diretora da GNEWS:

    — (…) Fachin vai liberar todos os vídeos das delações [da Odebrecht] de uma só vez. Não dará tempo de decupar [analisar e editar] as imagens… Você vai liderar uma força-tarefa em Brasília. Sua equipe vai assistir a todos os vídeos das delações. Assim que ouvirem “Lula” ou “Dilma”, coloquem no ar, na hora, ao vivo, interrompendo qualquer programa, no Plantão. Depois a gente assiste o resto. Dilma e Lula têm que ser denunciados na frente de qualquer outro delatado

    Segundo a fonte, aparecerão nomes de políticos importantes de todos os partidos, incluindo PSDB. A estratégia em questão serve para que Lula, Dilma e o PT não se beneficiem do prejuízo de imagem que terão seus adversários.

     

  3. O crime compensa:o maior criminoso é presidente da república

    Damous: “Saldo final da Lava Jato será dizer aos corruptos ‘roubem bastante, depois delatem, confessem, negociem e devolvam parte para o Estado’”

    10 de fevereiro de 2017 às 18p8 no Vi o Mundo 

    http://www.viomundo.com.br/denuncias/wadih-damous-o-saldo-final-da-lava-jato-sera-dizer-aos-corruptos-roubem-bastante-depois-delatem-confessem-negociem-e-devolvam-uma-parte-para-o-estado.html

        

    Wadih Damous: Lava to deixará legado negativo e saldo final será “o crime compensa”

    Vânia Rodrigues, do PT na Câmara

    Juízes e procuradores que comandam a operação Lava Jato têm aproveitado a conjuntura de irracionalidade e de clamor político que o Brasil vive para fazer a espetacularização do processo penal.

    A avaliação é do deputado Wadih Damous (PT-RJ). Ele critica o rótulo de “salvadores da pátria” que essa “turma de Curitiba” ganhou e alerta para o legado negativo que o trabalho desses juízes e procuradores poderá deixar ao País. Entre eles, Damous cita a presunção de culpa, o punitivismo fascista, o garantismo integral e a volta do Estado absolutista.

    Em entrevista ao PT na Câmara, Wadih Damous, que já foi presidente da OAB/RJ por dois mandatos, afirma que “afora a fascistização do Ministério Público e do Poder Judiciário”, o saldo final da operação Lava Jato será dizer o “crime compensa”. “Ou seja, é dizer aos corruptos: roubem bastante, depois delatem, confessem, negociem e devolvam uma parte para o Estado. Isso porque qual é o saldo de recuperação dos ativos até agora? Quanto foi roubado e quanto foi devolvido? Veremos que foi um percentual mínimo. E, depois que eles saírem das manchetes, vão poder usufruir daquilo que a Lava Jato não vai conseguir alcançar, se é que queria mesmo alcançar”.

    O deputado destaca ainda que hoje boa parte dos empresários acusados de prática de corrupção na Lava Jato já se encontra “a beira das suas piscinas, gozando prisão domiciliar, comendo o seu caviar todos os dias”.

    Para Wadih Damous, a turma de Curitiba começa agora a perder o controle da Lava Jato, já que as delações começam a apontar para outros caminhos: para o presidente do PSDB, senador Aécio Neves, para os tucanos Geraldo Alckmin e José Serra, para o ex-presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB), para Moreira Franco (PMDB) e tantos outros caciques que articularam o golpe contra a presidenta eleita Dilma Rousseff.

    “Aí, vem Gilmar Mendes (ministro do Supremo Tribunal Federal) criticar as prisões preventivas, dizer que elas são abusivas e já começa a defender a presunção de inocência. E já se fala em soltar o Eduardo Cunha. Então, aí pode ser o fim do ciclo dessa garotada de Curitiba, comandada pelo juiz Sérgio Moro”.

    Wadih Damous observa ainda que pode ser um fim trágico porque as conjunturas mudam como quem muda de roupa.

    “A hora em que os verdadeiros poderosos resolverem atuar contra essa turma, vão desencavar vídeos, o áudio que foi vazado da conversa da Dona Marisa Letícia, cuja morte tem ligação direta com a atuação do juiz Sérgio Moro e desses procuradores”.

    Um dia, continuou Damous, “esse Sérgio Moro vai sentar no banco dos réus, quando ele não servir mais para as elites, para as classes dominantes brasileiras, que estão representados no Gilmar Mendes”.

    O deputado do PT do Rio comentou ainda sobre o livro de teoria jurídica do procurador da República Deltan Dallagnol, coordenador do núcleo curitibano do MPF na Lava Jato.

    Uma das principais teses do livro se dedica a criticar e relativizar alguns dos conceitos de provas dos tribunais. O principal deles é o que ele chama de hipergarantismo ou garantismo integral (exacerbação do direito de defesa dos réus). O procurador defende que é “preciso garantir os direitos dos réus, mas também os da sociedade”.

     

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