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  1. Inquéritos -6: Onix, “campeão da Lava Jato”, também pegou grana

    Tijolaço

    Inquéritos -6: Onix, “campeão da Lava Jato”, também pegou grana

     

    Sempre digo: ao encontrar um moralista, cuide da carteira. Onix Lorenzoni, do DEM-RS, é o porta voz da “Força Tarefa” da Lava Jato na Câmara e foi o endeusado relator das tais “10 medidas contra a corrupção”. Pois não é que o moralista dos moralistas está na lista de inquéritos do STF, por ter apanhado uma grana da Odebrecht para sua campanha?

    O Procurador-Geral da República requer a abertura de inquérito para investigar fatos relacionados ao Deputado Federal Ônix Dornelles Lorenzoni, em razão das declarações prestadas pelo colaborador Alexandrino de Salles Ramos de Alencar (Termo de Depoimento n. 24). Consoante o Ministério Público, o colaborador narra que se aproximou do parlamentar investigado, dizendo a ele em reunião que “estamos percebendo o seu desempenho, a sua conduta, e nós gostaríamos de termos aí como um parceiro futuro nas suas atividades como deputado federal” (fl. 4). Nesse contexto, realizou-se, a pretexto de auxílio para a campanha eleitoral do ano de 2006, um repasse de R$ 175.000.00 (cento e setenta e cinco mil reais), operação registrada no sistema “Drousys” e não contabilizada.

    Ah, o castigo da hipocrisia vem a cavalo. Ou, como dizem os gaúchos, montando num “pingo”.

    http://www.tijolaco.com.br/blog/onyx-o-campeao-da-lava-jato-tambem-pegou-sua-grana/

  2. Inquéritos – 7 : os cinco de Aécio

    Tijolaço

    Inquéritos – 7 : os cinco de Aécio

     

    Encerrando a fase de publicação do conteúdo dos inquéritos autorizados por Luís Edson Fachin, que têm muito mais do que os personagens destacados aqui e que, em post seguinte, se tentará analisar politicamente, reproduzo as razões dos cinco inquéritos autorizados contra Aécio Neves, o ex-moralizador da República.

    Protegido há dois anos, Aécio se vê diante do que ele próprio sabia ser o dinheiro na política, que o sustenta desde que se tornou deputado federal até quando a volúpia de não aceitar o resultado eleitoral detonou a onda insana que, agora, o devora.

    Veja o resumos dos cinco inquéritos, nas palavras de Fachin:

    Campanha de 2014

    O Procurador-Geral da República requer a abertura de  inquérito para investigar fatos relacionados ao Senador da República Aécio Neves da Cunha, em razão das declarações prestadas pelos colaboradores Benedicto Barbosa da Silva Júnior (Termos de Depoimento ns. 41, 42 e 43), Sérgio Luiz Neves (Termos de Depoimento n. 2 e 8), Marcelo Bahia Odebrecht (Termo de Depoimento n. 24) e Cláudio Melo Filho (Termo de Depoimento n. 22).
    Consoante o Ministério Público, “os referidos colaboradores apontam,por meio de declaração e prova documental, que, em 2014, foi prometido e/ou efetuado, a pedido do Senador da República AÉCIO NEVES DA CUNHA, o pagamento de vantagens indevidas em seu favor e em benefício de seus aliados políticos” (fl. 4). Descrevendo as solicitações e os pagamentos realizados e
    individualizando a participação de cada um dos citados, sustenta o Procurador-Geral da República a ocorrência de indícios quanto à prática,em tese, dos crimes de corrupção passiva e ativa (art. 317 c/c art. 327, § §1º e 2º e art. 333 do Código Penal)

    Aécio e as usinas

    Segundo o Ministério Público, os colaboradores relatam a promessa e pagamento de vantagens indevidas em benefício do Senador da República Aécio Neves e do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), objetivando “obter ajuda do parlamentar em interesses da ODEBRECHT, notadamente nos empreendimentos do Rio Madeira, usinas hidroelétricas de Santo Antônio e Jirau (fl. 4)”, providência efetivada em apontado conluio com a empresa Andrade Gutierrez.
    Nesse contexto, o colaborador Henrique Valladares esclarece que os valores pagos em cada prestação giravam em torno de R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais) a R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais), sendo implementados por meio do Setor de Operações Estruturadas do Grupo
    Odebretch, identificando-se o beneficiário pelo apelido “Mineirinho”.
    O colaborador Marcelo Bahia Odebretch, por sua vez, aponta que o Senador da República Aécio Neves detinha forte influência na área energética, razão pela qual o Grupo Odebretch concordava comexpressivos repasses financeiros em seu favor.
    Sustentando o Procurador-Geral da República que “os fatos descritospor HENRIQUE VALADARES relativos a outros parlamentares, que não ÁECIO NEVES, são objeto de outras Petições específicas” (fl. 8), cita que as condutas descritas amoldam-se, em tese, às figuras típicas contidas no art.317 c/c art. 327, §§ 1º e 2° e art. 333 do Código Penal, além do art. 1°, I, V, §
    1º, da Lei 9.613/98. Argumenta que, no caso concreto, é possível verificar “a existência de indícios mínimos aptos a motivar a abertura de investigação no âmbito dessa Corte sobre o pagamento de vantagens indevidas em benefício do parlamentar AÉCIO NEVES DA CUNHA, apresentando como possíveisenvolvidos, além do referido político, outros particulares”

    Mais dinheiro para a campanha

    O Procurador-Geral da República requer a abertura de inquérito para investigar fatos relacionados ao Senador da República Aécio Neves da Cunha e ao Deputado Federal Dimas Fabiano Toledo
    Júnior, em razão das declarações prestadas pelos colaboradores Benedicto Barbosa da Silva Júnior (Termo de Depoimento n. 42), Sérgio Luiz Neves (Termo de Depoimento n. 7) e Marcelo Bahia Odebrecht (Termo deDepoimento n. 24).
    Segundo o Ministério Público, “os referidos colaboradores apontam, por meio de declaração e prova documental, que, em 2014, pagaram, a pedido do Senador Aécio Neves, vantagens indevidas a pretexto de campanhas do próprio Senador à presidência da República e de vários outros parlamentares, como ANTONIO AUGUSTO JUNHO ANASTASIA, DIMAS FABIANO TOLEDO
    JÚNIOR e JOÃO PIMENTA DA VEIGA FILHO” (fl. 4).
    Descrevendo as várias solicitações realizadas e individualizando a participação de cada um dos citados, sustenta o Procurador-Geral da República a ocorrência de indícios quanto aos crimes de corrupçãopassiva (art. 317 c/c art. 327, §§ 1º e 2º do Código Penal), lavagem de dinheiro (art. 1º, § 1º, I, da Lei 9.613/1998), e corrupção ativa (art. 333 doCódigo Penal)

    R$ 5, 47 mi para campanha de Anastasia

    O Procurador-Geral da República requer a abertura de inquérito para investigar fatos relacionados aos Senadores da República Aécio Neves da Cunha e Antônio Augusto Junho Anastasia, bem como
    Oswaldo Borges da Costa e Paulo Vasconcelos do Rosário Neto, em razão das declarações prestadas pelos colaboradores Benedicto Barbosa da Silva Júnior (Termo de Depoimento n. 40) e Sérgio Luiz Neves (Termos de Depoimento n. 2 e 7).
    Segundo o Ministério Público, “referidos colaboradores apontam, por meio de declaração e prova documental, que, em 2010, pagaram, a pedido do Senador AÉCIO NEVES, vantagens indevidas a pretexto de campanha eleitoral ao Governo do Estado de Minas Gerais do hoje Senador ANTONIO AUGUSTO JUNHO ANASTASIA” (fl. 4). Narra-se o repasse de R$ 5.475.000,00 (cinco milhões, quatrocentos e setenta e cinco mil reais).
    Relata ainda o Ministério Público que os colaboradores também apontam o pagamento, no ano de 2009, de R$ 1.800.000,00 (um milhão eoitocentos mil reais), a pedido do então Governador Aécio Neves e a pretexto de doação eleitoral em favor da campanha ao Governo do Estado de Minas Gerais do atual Senador Antônio Anastasia.
    Descrevendo as solicitações e os pagamentos realizados e individualizando a participação de cada um dos citados, sustenta oProcurador-Geral da República a existência de indícios quanto à prática
    dos crimes de corrupção passiva (art. 317 c/c art. 327, §§ 1º e 2º do Código Penal), lavagem de dinheiro (art. 1º, § 1º, I, da Lei 9.613/1998) e corrupçãoativa (art. 333 do Código Penal)

    Propina da Cidade Administrativa

    Consoante o Ministério Público, “os referidos colaboradores apontam, por meio de declaração e prova documental, que, no início de 2007, o senador AÉCIO NEVES DA CUNHA, recém-empossado para o segundo mandato de governador do Estado de Minas Gerais, teria organizado esquema para fraudar processos licitatórios, mediante organização de um cartel de empreiteiras, na construção da ‘Cidade Administrativa’ (ou ‘Centro Administrativo’) de Minas Gerais, com o escopo último de obter propinas decorrentes dos pagamentos das obras” (fl. 4).
    Descrevendo as várias tratativas entabuladas com a intenção de fraudar os processos licitatórios e indicando as pessoas físicas e jurídicas envolvidas nesses atos ilícitos, sustenta o Procurador-Geral da República a ocorrência de indícios quanto à prática dos crimes de corrupção passiva (art. 317 c/c art. 327, §§ 1º e 2º do Código Penal), lavagem de dinheiro (art.1º, § 1º, I, da Lei 9.613/1998), corrupção ativa (art. 333 do Código Penal), cartel e fraude a licitações (art. 4º, I e II da Lei 8.137/1990 e art. 90 da Lei8.666/1993)…

    http://www.tijolaco.com.br/blog/inqueritos-7-os-cinco-de-aecio/

     

    • Webster, o conforto da
      Webster, o conforto da certeza: toda manhã você por aqui, ainda que a nos trazer sombrias análises. Fiquei devendo uma visita quando de minha ida a Recife, mas cá está você toda manhã. Um alento. Tudo à nossa volta desmorona. O patropi desaparece e com ele a alegria e o bem viver.

      Esta que nos traz hoje é desejo de há muito tempo: o nefasto e vazio que soprou as brasas na fogueira, espalhando faíscas por não suportar ter perdido.

      Será que veremos, Webster, depois de 03 anos – parece a você quase uma vida, como a mim? – alguma real consequência chegar às portas deste personagem vazio, mesquinho, mimado, destrutivo?

      Boa Páscoa!

      • Concordo!

        Clipping do dia é a minha primeira leitura, pois sempre encontro aqui os excelentes posts do Webster. São sempre merecedores de serem elevados!  Boa Páscoa para você e para o nosso colega Webster!

        • Para você também
          Clipping, Multimidia e Fora de Pauta: as Casas do Blog. Portas que se fecharam à alegria diante do desmonte e da insidia. Conhecimento e informação qualificada, mas sem acolhimento. Vinha aqui todas as manhãs, ia a saraus maravilhosos no MD. No Fora de Pauta, acidez e um pouco de tudo que eu adoro. Tudo destruído, contaminado, infiltrado.

          É possível renascer num cenário assim? Como dito ontem, descrente.

          Talvez a felicidade esteja em ir…

          Boa Páscoa!

  3. Os inquéritos – 5 : relator da Previdência, o ‘Tuca’, está na li

    Tijolaço

    Os inquéritos – 5 : relator da Previdência, o ‘Tuca’, está na lista de Fachin

     

    O deputado Arthur Maia, todo-poderoso relator da reforma da Previdência também está na lista de inquéritos que vão correr no Supremo. Nada mau para quem vai fazer os outros contribuírem por 49 anos:

    O Procurador-Geral da República requer a abertura de inquérito para investigar fatos relacionados ao Deputado Federal Arthur de Oliveira Maia da Silva, em razão das declarações prestadas pelos colaboradores Cláudio Melo Filho (Termo de Depoimento n. 27) e José de Carvalho Filho (Termo de Depoimento n. 33). Segundo o Ministério Público, narram os colaboradores o pagamento de vantagem não contabilizada no âmbito da campanha eleitoral de Arthur Maia à Câmara dos Deputados, no ano de 2010. Relatam, nesse contexto, o repasse de R$ 200.000,00 (duzentos mil reais), implementado por meio do Setor de Operações Estruturadas do Grupo Odebrecht, sendo o beneficiário identificado no sistema “Drousys” com o apelido de “Tuca”.

    http://www.tijolaco.com.br/blog/os-inqueritos-5-relator-da-previdencia-esta-na-lista-de-fachin/

  4. Os inquéritos-4: Serra e Aloysio, milhões no “Roubanel”

    Tijolaço

    Os inquéritos-4: Serra e Aloysio, milhões no “Roubanel”

     

    Um dos relatos mais extensos e detalhados da propinagem está no inquérito que investiga os senadores José Serra e Aloysio Nunes Ferreira, hoje Ministro das Relações exteriores. Há pedidos diversos, o mais vultoso deles 0,75% de todas as obras do Rodoanel. A Odebrecht diz ter pago R$ 23,3 milhões a  “Ronaldo César Coelho e Márcio Fortes, pessoas indicadas pelo Senador da República José Serra” para receberem em seu nome.

    Conforme o Ministério Público, relatam os colaboradores a ocorrência de ajuste de mercado entre as empresas Andrade Gutierrez, Galvão Engenharia, Camargo Correa, Serveng Civilsan, OAS, Mendes Junior, Queiroz Galvão, CR Almeida, Constran e Odebrecht objetivando frustrar o caráter competitivo de processo licitatório associado à construção do Rodoanel Sul, no Estado de São Paulo. Todas essas pessoas jurídicas referidas reuniram-se com representantes da empresa DERSA, concessionária de serviço público vinculado ao Governo de São Paulo e responsável pela contratação da obra em comento, quando solicitados ajustes no edital licitatório, providências que foram atendidas pela mencionada concessionária.

    Nesse cenário, a Odebrecth sagrou-se vencedora do Lote 2 do Rodoanel, sendo que, logo em seguida, Mário Rodrigues Júnior, então Diretor de Engenharia da DERSA, teria solicitado o pagamento de R$ 1.200.000,00 (um milhão e duzentos mil reais), sob a alegação de que tais valores seriam destinados ao custeio de campanhas eleitorais. Os colaboradores noticiam que, no ano de 2007, José Serra, então  Governador do Estado de São Paulo, publicou decreto impondo às empresas a renegociações de contratos mantidos com o poder público. Nessa ocasião, a DERSA seria dirigida por Paulo Vieira Sousa, conhecido como “Paulo Preto”, pessoa próxima ao então Governador José Serra. Após a repactuação em relação ao consórcio liderado pela Odebrecht, Paulo Vieira Sousa solicitou o pagamento de 0,75% do valor recebido por cada empresa, sob pena de alterações contratuais prejudiciais.

    No âmbito da Odebrecht, referida solicitação foi atendida, com pagamentos efetuados, na ordem de R$ 2.200.000,00 (dois milhões e duzentos mil reais), em favor da offshore Circle Technical Company Inc, que pertenceria a Amaro Ramos, supostamente conhecido operador do Partido Social Democrático Brasileiro (PSDB). Os repasses teriam cessado após investigações implementadas pelo Ministério Público Federal e Tribunal de Contas da União, que concluíram pela ilegalidade das alterações contratuais.

    Os colaboradores também narram a ocorrência de solicitação de vantagem indevida, a pretexto de doação eleitoral, efetuada pelo então Chefe da Casa Civil do Governo de São Paulo, Aloysio Nunes. Na oportunidade, a Odebrecht estava enfrentando dificuldades em relação à DERSA, ocasião em que o ora Ministro de Estado solicitou auxílio no custeio de sua campanha ao Senado Federal, comprometendo-se, em contrapartida, a auxiliar na negociação dessas questões. Nessa ótica, teriam sido repassados, de modo não contabilizado e por meio do Setor de Operações Estruturadas, R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais) em favor do aludido agente público.

    Ainda nessa linha, o colaborador Pedro Augusto Ribeiro Novis, então Presidente do Conselho Administrativo da Braskem (controlada pela Odebrecht), afirma ter realizado diversas contribuições em favor de campanhas do Senador da República José Serra, objetivando manter boas relações com o agente político e almejando futuro auxílio em obras de infraestrutura, concessões na área de transporte e saneamento no Estado de São Paulo. Relata o pagamento de R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais) à campanha do ano de 2004 e R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de 2  à campanha do candidato ao Governo do Estado de São Paulo, transações operadas por meio de depósito em contas correntes mantidas no exterior e indicadas por Amaro Ramos, suposto operador do PSDB.

    Conforme informado pelo Procurador-Geral da República, durante o governo de José Serra a Odebrecht sagrou-se vencedora em diversos processos licitatórios. Nesse mesmo contexto, em 2008, o Senador da República José Serra teria solicitado diretamente ao Grupo Odebrecht o pagamento de R$ 3.000.000,00 (três milhões de reais), a pretexto de contribuição à Prefeitura Municipal de São Paulo. Em 2009, o então Presidente Nacional do PSDB, Sérgio Guerra, solicitou ao colaborador o pagamento de outros R$ 3.000.000,00 (três milhões de reais) a fim de custear campanhas majoritárias, inclusive do Senador José Serra à Presidência da República. Nessa ocasião, o colaborador Pedro Augusto Ribeiro Novis teria condicionado a realização desses repasses ao recebimento de valores devidos em decorrência de obras executadas pelo grupo no Estado de São Paulo. Sérgio Guerra, em contraproposta, teria afirmado que os atrasados seriam adimplidos, desde que 15% (quinze por cento) desses valores fossem transferidos ao próprio PSDB, avença que teria sido confirmada pelo então Governador José Serra.

    Assim, Pedro Novis teria autorizado pagamento na ordem de R$ 23.300.000,00 (vinte e três milhões e trezentos mil reais), sendo que a contrapartida almejada foi efetivamente cumprida. Os pagamentos teriam sido tratados entre representantes do Grupo Odebrecht e Ronaldo César Coelho e Márcio Fortes, pessoas indicadas pelo Senador da República José Serra.

    http://www.tijolaco.com.br/blog/os-inqueritos-4-serra-e-aloysio/

  5. Os inquéritos-3: Os Maia, Rodrigo e César, levaram dinheiro sem

    Tijolaço

    Os inquéritos-3: Os Maia, Rodrigo e César, levaram dinheiro sem eleição

     

    Do inquérito 4.431, autorizado por Luís Edson Fachin, contra o Presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e seu pai, o ex-prefeito César Maia:

    Consoante o Ministério Público, um dos colaboradores narra que, no ano de 2008, o Deputado Federal Rodrigo Maia solicitou e recebeu a soma de R$ 350.000,00 (trezentos e cinquenta mil reais), a pretexto de auxílio à campanha eleitoral. Entretanto, naquele ano, nem o parlamentar, tampouco seu pai, César Maria, foram candidatos a qualquer cargo eletivo. Esses pagamentos se deram com recursos não contabilizados e por intermédio do Setor de Operação Estruturadas do Grupo Odebrecht. Da mesma forma, no ano de 2010, o parlamentar Rodrigo Maia solicitou novo repasse, dessa feita para campanha de seu genitor, César Maia, sendo autorizado o pagamento de R$ 600.000,00 (seiscentos mil reais), dos quais R$ 400.000,00 (quatrocentos mil reais) por via do mesmo departamento do Grupo Odebrecht antes referido, sendo apresentado o cronograma constante no sistema “Drousys” e informado o nome de João Marcos Cavalcanti de Albuquerque, assessor do Deputado Federal Rodrigo Maia, como intermediário das operações

    http://www.tijolaco.com.br/blog/os-inqueritos-3-os-maia-rodrigo-e-cesar-levaram-sem-eleicao/

  6. À atençao da Cleusa.

    Fora da pauta.

    Cleusa, clique em ” semana ” na página principal do Blog, para ser remetida ao post em que você solicita o link do vídeo que postei. Inseri também um outro que é oportuno para a época atual. Abraços.

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