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Lucio Vieira

Lançamento de livro para público infantil: esporte e preconceito

A jornalista mineira Maíra Lemos que recentemente se demitiu da TV Globo MG, onde apresentava a edição local do Globo Esporte lançou seu canal no YouTube, onde programa contar histórias sobre pessoas e lugares. vai lançar um livro voltado ao público infantil falando sobre esporte e preconceito. Maíra é uma entusiasta do futebol feminino.https://www.facebook.com/mairavlemos/posts/1566023593492553  

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Jackson da Viola

A fome no Brasil em documentário

Com lançamento no próximo dia 9 de dezembro, filme atesta que a fome não é resultado de uma fatalidade e que pode ser revertida com projetos de incentivo ao pequeno agricultor

http://www.extraclasse.org.br/exclusivoweb/2017/12/a-fome-no-brasil-em-d...

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Jackson da Viola

E la, como aqui........

os juizes estão loucos.......

Por que um juiz ordenou a prisão de Cristina Kirchner na Argentina
Ex-presidente, eleita senadora em outubro, é acusada de ‘traição à pátria’ em episódio que envolve atentado ocorrido em 1994

https://www.nexojornal.com.br/expresso/2017/12/07/Por-que-um-juiz-ordeno...

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Jackson da Viola

O custo da Justiça no Brasil

http://observatory-elites.org/wp-content/uploads/2012/06/newsletter-Obse...

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Língua indígena Huni Kuin, no Acre

Governo com projeto ímpar: reconhecer a língua indígena huni kuin, também, como língua oficial do Acre

https://twitter.com/AltinoMachado/status/938775231388377088

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*

Adoniran, agora na Galeria do Rock, ainda procura um lar

 

http://www.redebrasilatual.com.br/entretenimento/2017/12/adoniran-agora-na-galeria-do-rock-ainda-procura-um-lar

 

 

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Carioca

Sob nova direção

Se ainda havia dúvidas de que fomos doados (o eufemismo seria "comprados").

 

 

07/12 às 10h46 - Atualizada em 07/12 às 10h51Entenda como o Brasil dará perdão fiscal de R$ 576,75 bilhões às petroleiras estrangeirasSputnik+A-AImprimir  

Apenas nos próximos três anos, o Governo Federal poderá deixar de arrecadar R$ 576,75 bilhões caso o Senado confirme a decisão da Câmara e aprove a Medida Provisória 795 - que estabelece regras de tributação especiais para as petroleiras estrangeiras.

A MP foi editada por Michel Temer (PMDB) sob a justificativa que era necessária para tornar os leilões de campos do pré-sal mais atrativos. Com os benefícios fiscais, o leilão teria mais interessados.

Toda essa movimentação aconteceu de maneira relativamente despercebida — até o jornal The Guardian publicar que o Governo britânico fez lobby em favor de suas petroleiras.

A Sputnik explica quatro pontos-chave para entender a MP 795.

De acordo com Planalto, MP editada por Temer tem objetivo de tornar os leilões de campos do pré-sal mais atrativosDe acordo com Planalto, MP editada por Temer tem objetivo de tornar os leilões de campos do pré-sal mais atrativos

Como funciona a exploração de petróleo no Brasil?

Por mais de quatro décadas, o petróleo brasileiro foi uma exclusividade da Petrobrás. O monopólio começou em 1953, quando o então presidente Getúlio Vargas criou a empresa, e foi até 1997, quando Fernando Henrique Cardoso assinou a Lei do Petróleo.

A legislação abriu o mercado nacional de pesquisa, exploração, produção e refino de petróleo e gás natural para empresas estrangeiras.

Entre indas e vindas legislativas, existem dois modelos de exploração de petróleo de maneira privada no Brasil hoje:

Concessão: o petróleo é explorado por uma empresa que assume os riscos de pesquisa e de investimentos. Essa empresa passa a ser a proprietária do petróleo que extrai. Em contrapartida, o Estado recebe pagamentos na forma de royalties.

Partilha: o petróleo é dividido entre Petrobrás e as outras empresas envolvidas na iniciativa — que ficam com uma porcentagem da produção determinada por contrato. Até o final de 2016, a Petrobrás era obrigada a ser a operadora dos campos de pré-sal e ter um mínimo de 30% de participação em todas as operações. Mas essa situação foi alterada por uma lei aprovada pelo Congresso Nacional.

O modelo de partilha foi utilizado no leilão de oito áreas do pré-sal realizado no final de novembro. Foram arrematadas seis delas, o que rendeu um bônus de assinatura de R$ 6,15 bilhões — uma quantia essencial para garantir a manutenção da meta fiscal.

A participação da Petrobras neste campos varia entre nenhuma até 80%.

Como foi lobby das petroleiras estrangeiras?

A preocupação das petroleiras britânicas com os impostos e as regras de utilização de material nacional foi transmitida pelo ministro de comércio do Reino Unido, Greg Hands, em três reuniões em março de 2017 com o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Paulo Pedrosa.

Pedrosa garantiu que as preocupações britânicas estavam sendo transmitidas ao Governo brasileiro. Temer editou a MP 795 em agosto.

O teor das reuniões entre Hands e Pedrosa foi descoberta por meio de uma correspondência diplomática obtida pela ONG Greenpeace através da lei de transparência britânica.

Após a publicação do relato, Pedrosa afirmou à imprensa nacional que a conversa com Hands foi uma "discussão normal entre representantes de dois países".

O que é um benefício fiscal?

Benefício fiscal é regime de impostos diferenciado, com descontos, utilizado para fomentar algum setor da economia que o Estado deseja incentivar. Trata-se de uma ferramenta utilizada por vários países do mundo.

O professor do Instituto de Economia da Unicamp Francisco Lopreato esclarece que o uso de benefícios fiscais não é uma novidade no Brasil, já que a prática é utilizada desde os governos da ditadura civil-militar (1964-1985) para incentivar a indústria nacional. Lopreato, entretanto, esclarece que a MP de Temer é diferente:

"O uso desses incentivos fiscais com o setor petroleiro não tem nada a ver com a indústria nacional. Não tem nada a ver com uma proposta de alavancagem do setor industrial como uma forma de expandir o crescimento industrial e do país. Pelo contrário, os incentivos fiscais vão reduzir a atividade do setor industrial brasileiro porque favorecem a importação de vários produtos, não só os sofisticados como também os mais simples", afirmou Lopreato em entrevista exclusiva à Sputnik Brasil.

Como fica a indústria nacional?

Outro ponto alterado por Temer é a suspensão de impostos para importação de equipamentos utilizados pelas petroleiras para a exploração de petróleo em solo nacional.

As empresas estrangeiras vão deixar de pagar imposto de importação, IPI, PIS-importação e COFINS-importação para os equipamentos utilizados na exploração de petróleo. Caso eles não sejam utilizados dentro de quatro anos, a cobrança será feita com juros.

Até mesmo produtos de baixo valor agregado, como materiais de embalagem, terão isenção de impostos.

A medida recebeu críticas da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq):

"O setor já está praticamente sem serviço, devido à falta de encomendas e à redução dos investimentos da Petrobras. Então, a tendência é que sucumba caso equipamentos que têm similar nacional possam ser importados sem impostos", afirmou o presidente da ABIMAQ, José Velloso, em entrevista à Folha de Pernambuco. 

Luiz Pinguelli Rosa, professor de planejamento energético da UFRJ, também não concorda com a isenção de impostos. Para ele, a isenção deveria atingir equipamentos específicos e não ser ampla da maneira como está desenhada atualmente.

"[A nova regra] impede que os recursos de produção de recursos sejam internalizados, novamente atendendo aos interesses das empresas estrangeiras. São atividades industriais que não vão ser mais feitas no Brasil, mas sim em outros países. É uma atuação totalmente contrária aos interesses brasileiros", afirmou o professor da UFRJ em entrevista exclusiva à Sputnik Brasil.

Já o professor do Instituto de Economia da Unicamp Francisco Lopreato acredita que Temer desempenha uma "não política industrial".

(http://www.jb.com.br/pais/noticias/2017/12/07/entenda-como-o-brasil-dara...)

 

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PICHULECO

O que é essa merreca comparada aos valores morais e financeiros devolvidos pela gloriosa operação lava-jato aos cofres da petrolífera?

   Brasil   Lava-Jato devolve à Petrobras R$ 654 milhões recuperados por acordosPresidente da estatal criticou iniciatias para constranger operação 

por Katna Baran, especial para o GLOBO

07/12/2017 10:12/ Atualizado 07/12/2017 16:38Agentes da Polícia Federal carregam malotes com documentos e dinheiro apreendidos durante operação no Rio - Pablo Jacob / Agência O Globo (05/09/2017)Últimas de Brasil

CURITIBA - A força-tarefa da Operação Lava-Jato devolveu R$ 654 milhões para a Petrobras nesta quinta-feira.

O dinheiro foi recuperado no último ano via acordos de delação premiada com pessoas investigadas e acordos de leniência com empresas que admitiram participar de esquemas de corrupção.

Somando-se ao que foi devolvido nos últimos dois anos, a Petrobras já recuperou cerca de R$ 1,5 bilhão desde o início das investigações.

Apesar do resultado positivo, o dinheiro da corrupção que foi recuperado pela força-tarefa representa 13% do total previsto em todos os acordos já feitos pelos investigadores de Curitiba e Brasília.

Os 163 acordos de delação premiada e os dez acordos de leniência firmados no âmbito da Lava-Jato prevêem o retorno de R$ 10,8 bilhões aos cofres públicos.

Presente ao evento de devolução do dinheiro, o presidente da Petrobras, Pedro Parente, criticou "iniciativas para tentar constranger" a Lava-Jato.

Lava-jato

 

— A Petrobras foi o tempo todo prejudicada por desonestidade de alguns poucos executivos em conluio com empresas igualmente desonestas e maus políticos.

Somos a principal vítima de um gigantesco esquema de desvios de recursos públicos, ímpar no país e infeliz destaque no cenário mundial.

Não deixemos que o tempo decorrido desde o início da operação esmaeça a percepção dessa incomensurável contribuição, especialmente quando certos atores começam a propor medidas para tentar constranger os principais protagonistas desta iniciativa — discursou.

Questionado sobre a quem se referia, tendo em vista que há políticos do PMDB, partido do presidente Michel Temer, citados na operação e que mudanças na PF foram promovidas pelo presidente, ele disse que se referia a outros partidos:

— Não converso com o presidente em relação a outros assuntos, apenas em relação a Petrobras.

E, no cargo, tenho autonomia dada pelo presidente como nenhum outro nas últimas décadas — disse.

Segundo Parente, não é possível apontar de maneira exata como os recursos devolvidos serão investidos dentro da estatal, já que eles se somam ao caixa da empresa como um todo.

— Há um trabalho duro para reduzir a dívida da empresa e recuperar sua reputação — afirmou.

AJUDA DAS DELAÇÕES

Já o procurador Deltan Dallagnol disse que esta quantia é pequena perto do que está para ser recuperado.

— Esta é uma amostra do que está por vir se as investigações puderem continuar.

É uma árvore frondosa que cresce no deserto, num ambiente hostil, em que pequena parte dos recursos é devolvida.

É preciso que o Congresso Nacional, com o seu trabalho, mantenha isso — afirmou.

Questionado sobre o possível desvio de finalidade da delação premiada, o procurador afirmou que o instituto é utilizado para maximizar as punições e garantir a devolução de recursos.

— As colaborações, são, de longe, o melhor instrumento para investigar a corrupção e ressarcir os cofres públicos.

É preciso que o Judiciário preserve as colaborações premiadas para que a sociedade não fique a ver navios como no passado — disse.

A devolução desta quinta-feira é a maior já realizada de uma única vez para os cofres públicos por uma investigação criminal, segundo o Ministério Público Federal (MPF) do Paraná.

 

Dinheiro da corrupção de voltaA força-tarefa da Lava-Jato anunciou nesta quinta-feira a devolução de R$ 654 milhões

para a Petrobras.

O dinheiro faz parte do total desviado em esquemas de corrupção na

estatal, e sua recuperação é prevista em acordos de leniência e de delação premiada 

R$1,5 bilhão devolvidos desde 2014

 

R$654 milhões devolvidos em 2017R$ 10,9 biDevolução previstaem acordosAs maiores devoluçõesJá foram realizadas 11 devoluções de dinheirode corrupção na estatal desde 2014. As maiores foram:Em 18 de novembro de 2016, referentes a 18 acordos de delação e três de leniênciaR$ 204milhõesEm 11 de maio de 2015, referentes ao acordo de Pedro BaruscoR$ 157milhõesEm 31 de julho de 2015, referentes aos acordos de Barusco e Paulo Roberto CostaR$ 152milhõesEscala de corrupçãoR$ 654 milhõesdevolvidos à Petrobras em 201 equivalem, na escala de corrupção:

12 vezes a mala de dinheiro atribuídas ex-ministro Geddel Vieira (R$ 51 milhões)

 

5 vezes o que o ex-governador Sérgio Cabral teria recebido de propina das empresas de ônibus (R$ 123 milhões)

 

2,5 vezes o que o ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco movimentou em propina (R$ 252 milhões)

 

1,3 vez o que Joesley Batista, dono da JBS, disse ter pago a mais de mil políticos (R$ 500 milhões)

 

Um quinto da propina que a Odebrecht admitiu movimentar no Brasil em acordo com a Justiça americana (R$ 3,3 bilhões)163 acordos de delação premiadaforam firmados com investigados pela Lava-Jato em Curitiba e em Brasília10 acordos de leniênciaforam fechados com empresas que admitiramFonte: Ministério Público Federal (MPF) Anterior MPF denuncia Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi Próxima Filho de Tiririca defende pai por deixar política: 'Tentaram derrubar'  Newsletter

 

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O amor é lindo!

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Jade

Volta à COIMBRA, Moro, volta!

Universidade de Coimbra repudia agressão à UFMG

A ação da Polícia Federal contra a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) foi condenada também em âmbito internacional; o diretor do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, Boaventura de Sousa Santos, um dos maiores intelectuais da atualidade, classificou como "despropositada e ilegal" a condução coercitiva do reitor da UFMG, Jaime Arturo Ramírez, e de equipe; Boaventura pediu que os profissionais "não se deixem intimidar por estes actos de arbítrio por parte das forças anti-democráticas que tomaram conta do poder no Brasil"; "Os actos de que são vítimas visam, isso sim, desmoralizar as universidades públicas e preparar o caminho para a sua privatização"

No Brasil 247

 

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Maiano

Reconciliação com os paneleros eu concordo. Mas só com eles

Lula: nós vamos dizer “vem cá, companheiro” a quem bateu panela

Em mais um evento de sua caravana pelo Rio de Janeiro, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pregou a conciliação do Brasil; "Aqueles que foram bater panela, aqueles que foram para as ruas apoiar o golpe, não têm mais panela para bater. Estão batendo a cabeça na parede de arrependimento. Não vamos tratá-los com indiferença. Vamos estender a mão e dizer 'vem para cá, companheiro'", afirmou Lula, acrescentando que "é sempre tempo para a gente aprender"; o petista criticou o terrorismo feito com sua possibilidade de voltar à Presidência; "Eu não preciso do mercado, eles que vão precisar do meu governo", enfatizou

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Maiano

Onde está o ministro (sic) José Roberto Miami Barroso?

Mundo

 Imprensa internacional detona Moro e a Lava JatoBrian Mier: Moro tem de ser tirado da Operação imediatamente!ImprimirPublicado em  06/12/2017 no Conversa Afiadahttps://www.conversaafiada.com.br/mundo/imprensa-internacional-detona-moro-e-a-lava-jatoSem Título-5.jpg

Mier: Tacla Duran (foto) não é caso isolado na indústria da Lava Jato (Reprodução/The Real News)

A Real News Network, site fundado em 2007 pelo canadense Paul Jay e que presta inestimável serviço à Democracia, fez o que o PiG - daqui e de fora - se recusa a fazer: mostrou com detalhes como Tacla Duran apunhalou de uma só vez o Judge Murrow e a indústria das delações premiadíssimas.

Abaixo, o amigo navegante pode ler a íntegra de reportagem publicada pela Real News nesta quarta-feira, 6/XII, devidamente traduzida.

Nela, o inglês Brian Mier, editor da Brazil Wire que morou por mais de 20 anos no Brasil, mostra para o mundo o que é a Lava Jato:

O principal juiz do Brasil, Sergio Moro, que vem liderando uma grande investigação contra a corrupção, acabou ele mesmo envolvido em um escândalo de corrupção.

Na semana passada, Tacla Duran, um ex-advogado da Odebrecht, afirmou que um advogado que, por acaso, pertence ao mesmo escritório de advocacia da esposa de Sergio Moro, ofereceu a ele uma redução de sentença em troca de 2 milhões de dólares.

Esse depoimento levanta a questão: quão limpa é a investigação de Sergio Moro sobre a corrupção no Brasil?

A investigação sobre o escândalo de corrupção no Brasil começou em março de 2014, quando o Juiz Moro avançou sobre lavagem de dinheiro e propinas na Petrobras. 

Desde então, a investigação e as acusações colocaram a construtora Odebrecht no centro da corrupção; ao mesmo tempo, entre 100 e 200 políticos, muitos deles senadores - incluindo Eduardo Cunha, o presidente da Câmara dos Deputados -, são acusados de receber milhões de dólares em propinas da Odebrecht.

Em julho, o ex-Presidente Lula da Silva também foi acusado e condenado como parte desta investigação contra a corrupção. Lula foi condenado a nove anos e meio de prisão, mas segue em liberdade enquanto recorre da sentença. Ao mesmo tempo, ele iniciou a campanha para a eleição presidencial prevista para acontecer no fim de 2018.  

A imprensa internacional tem se calado diante das mais novas revelações sobre a Lava Jato que implicam Sergio Moro. Uma fonte que noticiou esse caso em inglês é Brian  Mier, para o site Brasil Wire. Ele é de Chicago (EUA), mas morou no Brasil por 22 anos e é editor da Brazil Wire. Ele também é autor do livro "Vozes da Esquerda Brasileira", cujo lançamento está previsto para 15 de dezembro.

[BRIAN MIER]: Ele [Moro] tem sido exaltado na mídia brasileira e na mídia norte-americana pelos últimos dois anos, como sendo um cruzado imparcial na luta contra a corrupção, mas o que veio à tona na semana passada... tem havido uma série de reservas quanto a ele desde o início, porque parece que ele tem como alvo um partido específico, o PT. E ele está não está avançando sobre casos de corrupção muito mais graves, que envolvem políticos de partidos conservadores, como o PSDB. As novas acusações são de que ele organizou um esquema de venda de redução de sentenças para pessoas que fazem "delações premiadas" como parte da Lava Jato. Há um membro da defesa nesse caso chamado Tacla Duran, um advogado da construtora Odebrecht. Ele foi acusado por lavagem de dinheiro e eles automaticamente entraram em contato com ele para fazer uma delação premiada, porque esse é o modo como eles estão reunindo evidências no caso: prendendo grandes empresários e permitindo que eles barganhem a sua saída da prisão, especialmente se eles testemunharem contra o ex-Presidente Lula. 

No caso de Tacla Duran, ele foi acusado por lavagem de dinheiro e então o padrinho de casamento de Sergio Moro, que é sócio do escritório de advocacia da esposa de Moro, entrou em contato com Duran e ofereceu uma redução de sentença por 5 milhões de reais, a serem pagos por baixo dos panos, e essa redução de sentença faria com que ele não fosse para a cadeia, mas cumprisse prisão domiciliar. No dia seguinte, eles enviaram os termos do acordo de redução de sentença e ele decidiu não aceitá-los, porque o acordo previa que ele confessasse crimes que ele diz não ter cometido. Ele imediatamente viajou para a Espanha e se entregou para o Governo local como uma testemunha na investigação da Espanha sobre a corrupção na construtora Odebrecht. Sergio Moro tentou extraditá-lo, mas o Governo da Espanha recusou, sob a alegação de que ele não apresentou qualquer evidência. Então, na última quinta-feira, Tacla Duran depôs via vídeo-conferência ao Congresso Brasileiro sobre o escândalo de corrupção envolvendo a JBS. E durante o depoimento ele detalhou o convite à delação premiada que o sócio da esposa de Moro fez para ele por 5 milhões de reais em dinheiro vivo. Ele acusou a Operação Lava Jato de falsificar documentos - disse, por exemplo, que todas as planilhas e todas as informações sobre transações financeiras usadas pela Lava Jato contra a Odebrecht são falsos e que ele tem os originais. 

E ele encerrou esse depoimento acusando os investigadores da Lava Jato de criarem uma indústria da delação premiada que envolve milhões de dólares e centenas de grandes executivos. 

E isso é muito suspeito, especialmente porque, em primeiro lugar, há uma série de políticos conservadores no Brasil que seguem completamente intocados pela Lava Jato, apesar de muitas evidências em áudio e vídeo contra eles, incluindo o ex-candidato a Presidente Aécio Neves, que foi flagrado em áudio pedindo 20 milhões de dólares em propinas para a JBS, e sequer foi para a cadeia ou suspenso do Senado. E também há fotos dele rindo ao lado de Moro... aparentemente eles eram amigos. Então isso é problemático. E também é problemático quando você olha para o número de grandes executivos envolvidos no caso que tiveram suas sentenças drasticamente reduzidas nos últimos meses. O que nos leva a pensar que esse não é um caso isolado envolvendo Tacla Duran. Tem o exemplo de um dos maiores doleiros do Brasil, o Alberto Youssef. Ele é um milionário. Ele foi condenado a 122 anos de prisão pela Lava Jato e, em outubro, Sergio Moro reduziu sua pena para 4 anos de prisão domiciliar. E tem uma dúzia de casos parecidos. Então, todas essas evidências reforçam o que muitos críticos da Lava Jato vêm dizendo ao longo de dois anos: que essa não é uma investigação imparcial contra a corrupção, como tem sido retratado no New York Times, no Washington Post, no Guardian e em outros jornais como esses, mas, na verdade, é uma caça às bruxas na política, criada para destruir a candidatura de Lula no ano que vem. 

Leia Mais: https://www.conversaafiada.com.br/mundo/imprensa-internacional-detona-mo...

 

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Ivan de Union

NASSIFFFFFFF!

Nao sei como eu fui tao BURROOOOO que nao vi isso antes!!!

Os crimes que Tacla Duran estava sendo pedido pra "confessar" e que nao eram crimes dele eram  crimes de TUCANOS.

Alguem tem essa documentacao ai fora?  Voce a tem, Nassif???????

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Casadei

HOJE!!!!!!!!

https://www.sescsp.org.br/programacao/139248_ORQUESTRA+MUNDANA+REFUGI

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