12 comentários

  1. Os golpistas não querem a saída de Bolsonaro, eles querem apenas domá-lo

    E por falar em domar animais selvagens,
    juntem cinco jacarés, duas onças pintadas, três leões das estepes africanas, vários leopardos, um ex-ministro da “educassão’ fugitivo e também louco por carne fresca e dinheiro. Coloquem toda essa fauna numa única sala do Palácio do Planalto e sob a governança da hiena psicopata Jair Bolsonaro. Digam para a hiena que ela não precisa fazer quarentena, mas que tem de sair de casa várias vezes por semana, e sem máscara, para visitar os amigos do “chiqueirinho” e os milicianos de Rio das Pedras.

    Tentem convencer a hiena de que a Rede Globo não é sua inimiga, e de que os irmãos marinho estão batendo firme porque eles tem esperado, com muita aflição, por um telefonema na calada da noite, de Paulo Guedes ou Bolsonaro, para tratar de paz, amor e negócios, principalmente bons negócios. E que, se chegarem a um acordo, Queiroz já era: é só pagar 100 reais ou dar um maço de cigarros a um presidiário, e o “chorão” sifu.

    O pessoal do manifesto pela democracia concorda com essa saída honrosa, que implica na morte do miliciano Queiroz, em acordo com a máxima proferida pela hiena “dirigente” que despreza inclusive o zoológico por inteiro: todo mundo vai morrer um dia, é só a gente esquecer a pandemia.

    “Sim, Queiroz precisa ser esquecido por bem ou por mal, vamos apagá-lo também do Fantástico”, era essa a ordem que ecoava pelos corredores da Vênus Platinada no começo daquele domingo ensolarado.

    E naquela noite, no Domingão do Faustão sem plateia, a primeira frase do arranjão sem vergonha invade todos os espaços domésticos: “Bolsonaro promete mudar para melhor. Vamos lhe dar esta última oportunidade”.
    ULTIMA?

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