Hangout de um dia decisivo

26 Comentários

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Aldo Cardoso

- 2016-04-17 17:45:48

Mas temo pelo que...

Adriana,

Concordo também com sua avaliação mas temo muito pelo que possa estar sendo engendrado pelas forças do mal midiático desses caras, caso vençam, com o intuíto de empastelar/sequestrar espaços e conteúdos da comunicação alternativa que fazemos parte, infelizmente de modo disperso, quando já deveríamos ter uma central catalizadora de todos e de tudo que nos vincula para muitas finalidades, incluside essas possibilidades

Aldo Cardoso

- 2016-04-17 17:32:49

Fala não só grandiosa, Nassif!

Nassif!

Sua fala não é só grandiosa, mas esclarecedora e norteadora de rumos. Faço votos que chegue a [email protected] deste País

Se o golpe vencer não tenho dúvida alguma que o trator da inescrupulosidade vai passar suas esteiras sem dó nem piedade por cima dessas instituições que se acham como o MPF, PF etc.

Portanto, que seus melhores augúrios sejam confirmados hoje para podermos recomeçar amanhã um novo Brasil.

romulus

- 2016-04-17 16:39:43

Coincidencia?

Que coincidencia! Ou melhor, acho que nao é coincidencia nao...

Pensei em algumas coisas que vc menciona ai em cima tb.

E virou post.

Da uma olhada, irmao "Remus":

Obrigado Cunha e Temer! Ou: a (falta de) justiça distributiva no Brasil

 ____ROMULUS____________DOM, 17/04/2016 - 13:21

Como disse no post aí de baixo, crise aguda é tempo para reflexão profunda. Serena e ponderada. Se Eduardo Cunha e Michel Temer conseguiram algo bom foi justamente nos fazer pensar em como chegamos aqui e como sairemos do atoleiro.

Suscitado por debates nos comentários ao post "Xadrez do dia do pesadelo", de Luis Nassif, alinhavei as linhas abaixo. Elas resumem um pouco do meu entendimento sobre (a falta de) justiça distributiva no Brasil. E que consequencias (daninhas) ela nos lega.

À reflexão, pois:

A pesada herança escravocrata - vejam entrevista do Prof. Alencastro ao Nassif no Brasilianas aqui no blog - deixa ainda suas marcas. Como diz o professor, em nenhuma sociedade desde a Roma antiga a escravidão era a mão-de-obra predominante como o era no Brasil-Colônia/pós-Independência. LEIA MAIS »

Josias Pires

- 2016-04-17 15:01:16

A democracia que vem de baixo

Maravilha, Nassif poder ouvi-lo: a democracia está sendo defendida, sobretudo, pelos de baixo, está plantada no país, portanto no pacto nacional os de baixo terão que ter assento na mesa; e que não seja assento meramente decorativo. Chegando ao ponto alto da tempestade, quando a instabilidade absoluta, o caos, está presente em todas as estruturas, a nova ordem para ser mais duradoura terá que ser aberta e inclusiva a toda forma de crítica. O que o correntista suiço está fazendo com você, está fazendo porque a sua voz é ouvida e respeitada. Mas ele será derrotado.

Acredito, Nassif, que o bloqueio às forças da democecia, sobretudo a democracia requerida pelos de baixo levará o país ao enfrentamento própio da luta de classes, em todas as suas dimensões. A redução da desigualdade é um imperativo. O problema é virar apenas discurso e manipulação elitoreira. Portanto, a disputa de projetos, concepções, de imaginários, a disputa simbólica se coloca em toda a sua centralidade.

Mais do que exigências de "doutrinação", acredito que o problema central foi a omissão do lulismo quanto à luta simbólica, à disputa ideológica na sociedade e revolucionado a educação brasileira. Passos importante foram dados, mas como você disse Nassif, as novas gerações tem novas exigências.

Lindo isso, Nassi: a geração que comandará o Brasil nas próximas décadas está nascendo agora, neste momento em que os de baixo defendem a democracia: nas favelas e invasões dos sem-teto, entre os deserdados da terra, entre os mais expropriados por esse capitalismo que, convenhamos, alimenta-se da corrupção e da exploração, ainda que tenha tido um dia papel revolucionário para a formação da humanidade.

Obrigado, Nassif, por nos fazer ver com olhos novos aquilo que é maior do que o golpismo, a ladroagem, e suas redes em todos os cantos, sobretudo na velha mídia, na Rede Globo e seus tentáculos indelevelmente comprometidos com o golpismo ontem e hoje. Mas a presença ativa na cena política dos brasileiros de baixo implica na luta civilizatória, na compreensão do conflito que alimentou e garantiu o ser coletivo tal como semos neste momento.

Adriana Maletta

- 2016-04-17 15:00:05

Vídeo do Nassif
Também concordo com sua análise e me sinto desde já vitoriosa. Independentemente do resultado, experimentamos uma capacidade de organização incrível. Houve intensa produção de textos e análises de conjuntura, além de uma união da esquerda como nunca eu havia visto. Organizamos um verdadeiro front de batalha na rede, disseminamos rapidamente ações e propostas. Fizemos vaquinha pra colocação de outdoors e muito mais. Viva a luta organizada! Viva a democracia!

VinVel

- 2016-04-17 13:57:01

Não é só corporativismo. É posição de classe.

Na brilhante análise do do Nassif, acerca do posicionamento dos procuradores, falta um componente central, que explica como uma corporação que recebeu da linha política que está hoje no governo, todo o apoio para operar com autonomia, se volta contra esse mesmo governo. Esse componente é a extração de classe do pessoal que integra os quadros do ministério público. Muito mais do que um espírito de corpo, o que move os procuradores é a perda de espaço relativo da classe média tradicional diante da ascensão social dos de baixo, ocorrida principalmente no governo Lula.

A classe média brasileira tem como principal veículo de ascensão social o sistema educacional. Não são empreendedores, na sua maioria. É uma classe média assalariada e de profissionais liberais, que ascende na economia privada ou estatal, pelos concursos públicos, pela via do ensino. Com a entrada massiva de filhos de pobres na universidade, ela vê essa via de acesso obstruída, ou pelo menos congestionada, pela presença dos "de baixo". Esses espaços não são tem apenas importância econômica. São também espaços simbólicos, agora violados por gente negra e favelada, com pouco capital cultural "legítimo" e, principalmente, capital social (socorro, Bourdieu!).

Isso explica a parcialidade das investigações, com os tucanos sendo preservados, assim como o ódio que escorre pelas ruas nas manifestações golpistas. O objetivo não é combater toda a corrupção, mas uma certa corrupção, a do governo que, ademais de ter avançado sobre o patrimônio público (o que está para ser provado), avançou sobre o patrimônio simbólico da classe média, aquela que só tem como sobir na vida pelos canais do ensino, mesmo trocando Engels por Hegel.

Pedro Rinck

- 2016-04-17 12:47:05

  Nassif, parabéns ! Você é

 

Nassif, parabéns ! Você é um dos grande líderes da atualidade brasileira.

Por favor, neste dia histórico, faça mais comentários ao longo do dia.

Grande abraço !

veras

- 2016-04-17 12:37:20

Parabéns Nassif!

Comecei bem meu domingo.

arkx

- 2016-04-17 11:56:48

dia do juízo

nos últimos dias os espaços públicos foram ocupados pelo poderoso movimento de resistência ao golpe. o brado de “não vai ter golpe!” ecoou não apenas por ruas e praças, também a web foi tomada de assalto e transformada num decisivo instrumento de luta.

apesar de imenso vigor, não devemos nos esquecer que este movimento se deflagrou a não mais que 4 semanas, a partir da “condução coercitiva” de Lula. foi então que cada vez mais amplas camadas da população se conscientizaram sobre o processo em curso nada ter a ver com “combate à corrupção”. pois um Congresso com centenas de citados nas investigações, dominado por quadrilhas e presidido por um mafioso não possui qualquer legitimidade para votar um impeachment.

ficou obscenamente escancarado o projeto do setor dominante brasileiro, escravagista e colonial, em reconduzir o país a um status pré Revolução de 1930. seus objetivos principais são a entrega do pré-sal às petrolíferas estrangeiras, a completa abertura da economia, o fim da CLT, o desmantelamento da rede de proteção social e a total desfiguração da Constituição de 1988.

diante do intolerável, o Povo sem Medo saiu às ruas. não para defender um mandato ou um governo, não sob a tutela de algum partido ou liderança, mas para construir, através de sua auto mobilização e organização, o projeto de um novo Brasil.

enquanto o velho país se recusa a morrer, o novo Brasil luta decididamente para nascer. o dragão agoniza. a fênix abre suas asas de fogo e se prepara para alçar vôo.

enfrentamos hoje, Povo e Nação, um dia do juízo: quem somos? quem desejamos ser? mas o Brasil nunca mais será o mesmo, porque cada um de nós já não é o mesmo.

seja qual for o resultado da votação do impeachment, não há retorno. vai ter luta!

Guilherme da Silva

- 2016-04-17 11:52:21

Novos tempos e uma molecada

Novos tempos e uma molecada INGRATA E FOLGADA em sua maioria!

Sério... vejo o caso da minha namorada, ralou e teve ajuda do PROUNI e fez faculdade de graça... vinda de uma família onde ninguém nem pensava em cursar uma universidade! ralou mais um tanto e conseguiu ser aprovada em concurso, dentro das vagas de cota para negros, para cargo com salário de 15 mil reais, num cargo de controladoria criado por um prefeito petista... Mas ela não pensa nem por um segundo em falar mal do PT, mesmo tendo erros e problemas, pq foi graças a ele que ela teve essas oportunidades... ela só fez a parte dela! Oq acontece é que esse pessoal acha que tudo foi esforço deles e só deles! Jamais esse pessoal iria chegar onde estão chegando pelas próprias pernas!!! Para não dizer que jamais chegaria, digo que 1 a cada 100 mil conseguiria e olhe lá! Mas aí é o gênio.... 

Angela M de Magalhaes

- 2016-04-17 11:25:20

Hangout dia decisivo

Caro Nacif,

Excelente análise. Me enche de esperança nesse dramático dia e dolorosos tempos. De Salvador, um forte abraço. Que os tempolhe deem razão.

Carlos Henrique Vianna

- 2016-04-17 11:06:57

hangout Nassif desta madrugada

Prezado Nassif:

Um discurso com profundidade, sensato, porém que omite dados essenciais. Em uma sentença: a tremenda responsabilidade de Lula, mais que de Janot para chegarmos ao estado miserável, político e ético, a que chegamos.

O pacto nacional que v. fala, foi fundamentalmente um pacto do governo Lula e do PT com as elites oligárquicas tradicionais (Sarney, à cabeça, o grosso do PMDB corrupto e os jovens turcos do baixo clero da profusão de partidinhos e lobbies criados a partir de 2002 para "mamar nas tetas do Estado").

Lula e o PT (Dirceu à cabeça) abdicou conscientemente da opção, muito arriscada por certo, de promover, de forçar uma reforma política logo no início do seu governo. Optou pela política de financiamento de partidos e políticos de sempre. E a aprofundou.

Esta opção está na base do mar de lama, que já vem de atrás, obviamente, de Getúlio, até da República Velha.

Está implícito no seu raciocínio que a inclusão social promovida nos governos Lula justificou as opções políticas, simbolizadas no "mensalão".

O PT começou a morrer quando expulsou o ex-preso pol+itco Paulo de Tarso Venceslau, em 1997, que tecve a ousadia de denunciar as maracutais do compadre Roberto Teixeira, para sugar dinheiro das prefeituras petistas para financiar o partido e não sem quem mais. Paulo de Tarso, ex-secretario de finanças da prefeitura petista de SJo´se dos Campos foi expulso pela unanimidade do diretório nacional na sequência de um "diktat" de Lula.

Estou na estrada há muitos, muitos anos, como militante de esquerda. A nossa geração, minha e sua, tem que assumir a derrota. Esperemos que os jovens mudem isto. Eu não tenho convicção disto, pelo menos, resta a esperança.

A única opção política hoje é a luta por Diretas gerais, precedida de uma Assembleia Nacional Constituinte. Uma utopia, mas a meu ver, o único caminho para tentar um verdadeiro pacto nacional, desenvolvido psobre os escombros do podre sistema político institucional brasileiro, para cuja podridão, infelizmente, tristemente, o PT e suas principais lideranças, com honrosas exceções, contribuiu decisivamente.

Saudações

Carlos Vianna

 

rino

- 2016-04-17 10:41:48

Nassif te ouvir de madrugada

Nassif te ouvir de madrugada deu alento pra enfrentar esse dia.

E os próximos que virão. Mais Tatas/Madalena e saraus pela democracia.

Boa sorte pra todos hoje. É pra você que além dessa pedreira tem outra na quarta.

Abs.

 

nilo filho

- 2016-04-17 10:37:51

Muitíssimo boa a análise. A

Muitíssimo boa a análise. A se divulgar, a se conhecer

Patativa

- 2016-04-17 10:28:06

Crime de responsabilidade

A lei vale para todos :


A partir de agora atrasar conta é crime.
Se você não pagar suas contas antecipado ou em dia, está cometendo CRIME.

Pode ir para a cadeia!!!

 

Ana Torres

- 2016-04-17 10:09:04

Nassif, muito boa sua análise

Nassif, muito boa sua análise  !   Você poderia fazer mais frequentemente hangouts.

William Santos

- 2016-04-17 10:07:36

O papel da mídia foi

O papel da mídia foi deplorável. Odiento, baixo, vil. Espero que esses filhotes de ditadura desapareçam do mapa. Também porque a globo emburrece o Brasil. E só pensa nos seus interesses.

Quero ver. Vingando o impeachment, o Brasil vai ser um paraíso. Só matérias aprasíveis nos telejornais. E por trás o Brasil sendo saqueado. Quem duvida?

A globo sabe que o dia dela chegou. Internet a está engolindo. Precisa de socorro do BNDES.

Estômago. É preciso ter estômago forte.

Fernando Trevas Falcone

- 2016-04-17 09:02:40

Nassif, Grato pela análise

Nassif, Grato pela análise serena. No calor dos acontecimentos assistir a uma reflexão profunda e objetiva é um estímulo para continuar na luta pela cidadania.

 

Abraço!

romulus

- 2016-04-17 08:45:49

Obrigado, Nassif, pelo Hangout sereno!!

Acho q falo por tds qndo te agradeço p/ esse hangout - em tom tao sereno - em data de tanta tensao.

Concordo com td n sua avaliaçao.

So me pergunto se nessa luta do Brasil moderno contra o golpe (caso este vença), poderemos contar com a PGR e o STF na luta inedita na Nova Republica contra uma virtual fusao entre Executivo e Legislativo. Pois agora os 2 Poderes estarao nas maos de uma mesma facçao do PMDB, o que nao ocorreu nem no governo Sarney.

Isso acaba com todo o sistema de freios e contra-pesos da Constituiçao. Podem intervir no STF e na PGR, p.e.

Dias atras escrevi post sobre isso, que reproduzo abaixo.

Quero tb reproduzir aqui um post de agora ha pouco. Penso oportuno. Mostra a dificuldade da "repactuaçao" necessaria. Nao so na politica mas tb na sociedade. O texto foi suscitado pela descoberta, ao acordar hoje, de que fora bloqueado por Jorge Bastos Moreno/O Globo. A ele dirijo criticas contundentes, mas educadas e baseadas em fatos. Parece que feriu demais e ele cortou o canal. Como se reconciliar sem conversar, pergunto-me?

Para dar um tom mais positivo, quero registrar que nao é só o samba, o funk e os pobres em geral que introjetaram a democracia e levantaram-se em sua defesa. Modestamente aponto o meu proprio exemplo. Tinha as mesmas opinioes de hoje sempre. Mas meu publico era apenas familia e amigos. Desde o "wake up call" da conduçao coercitiva de Lula vi que tinha que fazer mais. Comecei a comentar no seu blog, que antes so lia, e isso me levou a agora ter um blog tb onde milito por aquilo em que acredito. Pela democracia, Estado de Direito e pelas instituiçoes acima de tudo.

Sem esta crise isso nunca teria acontecido. Nunca - avido consumidor de - pensei eu um dia virar blogueiro.

Pois saibam voces que valeu muito a pena. A resposta tem sido incrivel! Alem de respostas aos conteudos do post, desde 6a recebo apelos para que "nao ouça o meu pai e nao pare de escrever". Sao reaçoes a um post mais pessoal em que relato as dificuldades de militar tendo um pai tucano. Creio que muita gente se identificou ("Relato Pessoal: como com Ministros/STF, para nós questionamentos também começam em casa"). Alias, esse post surgiu de uma mensagem endereçada a vc que eu mesmo "vazei" nao acidentalmente no meu blog.

A seguir extratos dos posts a que me refiri acima (integralidade la no meu blog aqui no GGN):

Retrato (ou print-screen) do Brasil atual: block na fuça!

 ROMULUS ___________DOM, 17/04/2016 - 04:06__________ATUALIZADO EM 17/04/2016 - 04:20

- o que o twitter tem a nos dizer sobre a malaise que nos aflige e nos separa

7:30AM de domingo na Suíça. 2:30AM no Brasil. Acordo antes do despertador. Por que o sono me foge nos últimos dias? Ora, que pergunta...

Como de hábito, ainda grogue pego o celular para rápido passeio pelo Twitter. Ataca-me a taquicardia até conseguir me assegurar de que o Brasil não acabou enquanto dormia “tranquilo” ao pé dos Alpes. Tem sido essa a rotina todo dia.

Vou vendo um a um meus seguidos da imprensa familiar e da blogosfera. Procuro sempre a visão mais plural, mesmo que uma postura editorial esteja mais próxima de mim e da minha visão.

Dou falta de um, que teima em não aparecer na minha timeline. Decido procurá-lo. O resultado da minha busca é a foto – ou print screen melhor dizendo – que ilustra este post (link para o twitter aqui).

- Fui bloqueado por Jorge Bastos Moreno, de o Globo.

 

****************************

"Tá Tudo Dominado” - PMDB “profissional” (ou cínico) subverte e funde Poderes

 ROMULUS ____________QUA, 13/04/2016 - 18:17__________ATUALIZADO EM 14/04/2016 - 13:31

Após a obrigatória leitura do mais recente capítulo da série "Xadrez", de Luis Nassif (link aqui), ofereço humildemente as reflexões abaixo. Tratam principalmente das perspectivas futuras sob um eventual governo Temer, em que a banda do PMDB a que pertence, junto a Cunha, estará casada com a de Renan e a de Jucá para - pela primeira vez na Nova República - ter um grupo coeso controlando as duas Casas do Legislativo e a Presidência da República.

Segue:

- Esse PMDB de Temer/Cunha/Juca/(Renan?) na cabeça de um Executivo do presidencialismo combinado com controle total das duas casas do Legislativo vai levar a uma "fusão de fato" dos 2 poderes, inédita na nova república.

 

LUIZ ORLEANS FEITOZA DOS SANTOS

- 2016-04-17 07:54:45

Um dia decisivo

Nassif,

Tenho amigos que se decepcionaram com o PT. Ouço muito juízo de valores quanto à perda de rumos do partido, blá-blá-blá... A propósito, eu não posso deixar de ouvir e até concordar com parte de suas críticas, mas o momento é dramático e exige responsabiliade, muita serenidade para seguir o caminho. O país não merece viver essa chantagem. Aqui, nem nomino os sujeitos dessa história mal contada. Mas, fica a certeza: o impeachment não pode passar, é um GOLPE!!! Não passando, a Dilma e Lula precisam repactuar com o país. A começar com os trabalhadores - não dá para os pobres pagarem a conta. Tem que fazer o que o PT sempre propôs, antes de virar governo; discutir a dívida pública é a primeira coisa a ser feita, seguindo de proposta para uma Nova Constituinte, rearrumar o Calendário Eleitoral e tocar a vida. Esse Congresso com tipos que representa bíblia-boi-bala não são a cara do nosso povo. Vamos à luta! Abração!

rdmaestri

- 2016-04-17 06:53:19

A sabedoria desta letra é fantástica.

Se a senzala descer ninguém vai segurar!

É somente um refrão, mas um refrão que pode ser facilmente demonstrado que se a senzala descer ninguém segura mesmo.

Vamos a fatos verdadeiros e inquestionáveis:

O Brasil é um dos países mais urbanizados do MUNDO, 85% da população brasileira é urbana.

Além do Brasil ser urbanizado, nas regiões metropolitanas com mais de um milhão de habitantes moram aproximadamente 90 milhões de pessoas.

Se destas 90 milhões de pessoas 3 a cada 100 resolverem descer o morro, são 2,7 milhões de pessoas.

Para conter estas 2,7 milhões de pessoas, juntando todas as polícias do Brasil mais todas as forças armadas, tem-se 752 mil, como não é possível mobilizar todo este pessoal pode-se contar com no máximo 300 mil soldados efetivos e uniformemente distribuídos em todas as regiões metropolitanas, ou seja 9 descendo da senzala para cada policial.

Agora se falarmos nas regiões metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro, a proporção ainda é maior.

Não estou falando da estratégia que envolve a mobilização e concentração, nos locais que houverem maiores manifestações, tanto dessas forças policiais como das forças militares.

Ninguém vai segurar.

Gillson

- 2016-04-17 05:25:28

Judiciário Instrumento do Golpe

Como o judiciário, incluindo MPF, tem servido de instrumento para construir a insegurança jurídica. É muito curioso o uso que se faz da judiciário. O sentimento que fiquei durante esse quase 1 ano e meio que se passou, foi de falência total e absoluta do sistema jurídico. Como repousou tanta ilusão no meu imaginário em relação ao sistema de justiça.  Foi meio que uma "pancada" muito forte nas ideias tentar entender o que se passava com as instituições relacionadas ao conceito de Justiça, durante todo o processo da lava jato e do Golpe via congresso. 

Todos os posicionamentos de juristas, intelectuais, artistas... as manifestações... e o jornalismo progressista (se assim posso dizer), em específico o Brasil 247 e GGN (que conheci durante esse processo de 1 ano e meio) entre outros como a Carta Maior e programas da TV Brasil, resgataram-me num sentido de Esperença e de Resistência.

Entre inúmeras leituras de comentários, registro aqui minhas palavras. É uma espécie de escrita desabafo.

 

"Eu sou um outro. Azar da madeira que se descobre violino"

altamiro souza

- 2016-04-17 04:39:20

bom dia... melhor será o dia

bom dia...

melhor será o dia nas ruas, em cada local de sua cidade...

contra o golpe....

 

Under_Siege

- 2016-04-17 04:06:02

#VamosPraRua

[video:https://youtu.be/K3a047FwmfY align:left]

 

#NãoVaiTerGolpe !!!

https://youtu.be/K3a047FwmfY

SergioMedeirosR

- 2016-04-17 03:40:33

Agora é rua...rua ...rua

A democracia, uma construção coletiva.

É por isso que cada um de nós faz falta, é por isso que você faz falta.

A democracia é uma construção coletiva, ela necessita de todos. E, por isso, não pergunte a quem, estas loucas pessoas nas ruas estão defendendo? Porque é a ti que elas estão defendendo.

                           Vejam a democracia em movimento...

No jogral das meninas em São Paulo. https://www.facebook.com/Lula/videos/980112365391097/

Na música excepcional, pelos tons, pelas vozes, pela mensagem, pela liberdade, e pela luta, de construção da democracia. https://www.facebook.com/musicapelademocracia/videos/248286172184514/?pnref=story

Na gigantesca manifestação nos Arcos no Rio de janeiro, é o Lula é o Chico Buarque, são os trabalhadores, artistas, estudantes, é todo este mar de gente, gente linda, como jamais eles verão em seus programas plastificados e falsos. http://www.tijolaco.com.br/blog/multidao-que-nao-sai-no-jornal-mas-existe-e-se-levanta-como-uma-onda/

E, isso, é realmente algo grandioso.

Mas, não nos resta muito tempo, e a luta é para ontem.

Não há mais lugar para hesitações, é chegada a hora, de todos, sem exceção, sairmos de nossa zona de conforto.

A sorte já foi lançada,  e muitos de nós ainda estão arrumando as roupas para a viagem.

Portanto, não percamos  tempo, a democracia não passa na Globo News, nem é comentada pela Cristiana Lobo ou o Camaroti, estes são seus carcereiros, suas madrastas más, e cínicas, que enchem os bolsos e espalham um riso frio de cemitérios abandonados.

Não se envolvam nesta teia cruel e mentirosa da grande mídia, que cerceia a liberdade e tenta ferir de morte a liberdade e a democracia.

Nem ouçam o canto destas sereias querendo leva-los à perdição, a crise não é de mercado, porque ai, seria oportunidade, a crise é humana, e ai pode virar tragédia, isso, se não usarmos de todas as nossas forças para impedi-la.

E isso é essencial, é urgente, precisa ser feito agora.

Porque depois, não tem como dizer, desenterrem os mortos,  continuem a luta, pois nada nem ninguém volta e restará apenas silêncio e choro.

É esta a urgência que precisa ser sentida.

Esta mesma urgência que vi clara no dia 18.03.2016, mas que agora  precisa ser multiplicada para que o riso prevaleça, a diversidade seja plena, e o amor possa vicejar como fruto da solidariedade e da luta por dignidade e compaixão.

Lembrem-se, nestes tempos de construção de oportunidades,  desaprendemos a ver uma antiga realidade, muito dura,  que pode voltar a qualquer momento, e bater a nossa porta.

Saibam todos, que, se nós não sairmos agora,  ela vai nos encontrar sós e sem proteção, apenas com belos propósitos nas mãos, mas desarmados de tudo.

Mobilizem-se, coletivos e fóruns, são feitos para lutar, e muito, mas isso concretamente,  não para encontros de chás e de conspirações benignas, entre amigos, isto é para os tempos e paz.

E agora vivemos a grande Guerra pela Liberdade, a Guerra para mantermos a Democracia e nossos direitos duramente conquistados.

Não podemos ficar em casa, com nosso cotidiano intocado.

Precisamos discutir e defender a democracia como algo real e palpável.

A democracia é uma construção coletiva.

Ela não prescinde de pessoas que a queiram construir, a queiram defender, queiram lutar , queiram morrer por ela.

E, é por isso que cada um de nós faz falta.

E, é por isso que você faz falta.

A nossa voz precisa da sua para ser forte, para ser ouvida.

A nossa participação, precisa da tua mão, do teu braço, do teu abraço, do teu suor e do teu esforço, do esforço de cada um, para ser vitoriosa e legítima.

 A democracia não é tão somente um sistema politico, é uma forma de organização, uma forma de solidariedade, uma forma de convivência, fraterna.

A democracia é de todos nós, e só existe enquanto participação e construção coletiva, de cada um, para cada um, e envolvendo a todos.

Ela é nossa, de todos que saem de suas casas, de seus locais de lazer, de seus trabalhos e assumem o ônus da participarem, em uma espécie de mutirão, do prazer de, aos poucos,  construí-la.

E, sem exceção, lutamos pelo êxito de nossos esforços comuns, em busca de um futuro de igualdade de oportunidades, ou ao menos, um presente de igualdade de opinião.

A democracia é uma construção coletiva, ela necessita de todos. E, por isso, não perguntes a quem, estas loucas pessoas nas ruas estão defendendo? Porque és a ti que elas estão defendendo.

E por isso, neste momento fundamental, nas manifestações, nos fóruns, na internet, nos comitês, nos bairros, nos coletivos, eu, você, todos nós fazemos falta, cada um e todos.

 

 

 

Adriano Augusto

- 2016-04-17 03:36:11

Mesmo porque se a indicação
Mesmo porque se a indicação do Procurador é prerrogativa da presidência da república escolher aquele que ela acha que vai fazer um bom serviço

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