Das Grandes Óperas…

Nunca tinha ouvido falar em Xerxes, ópera de Handel, até que por volta de 1992, vi que teria uma estréia no Teatro Municipal de SP, da Ópera Xerxes… Claro que lá fui eu.  Achei a obra meio que cansativa e confesso que cochilei aqui e ali, mas nem por isso me arrependi.    Antigamente Xerxes era desempenhado por castrati(que já foi tópico aqui no blog), e hoje  em dia quem a executa são sempre mezzo sopranas disfarçadas.  Uma pena que  nunca foi uma ópera de lotar teatros, a história nunca implacou, talvez depois que virou filme, terá  uma platéia maior.

A aria que “abre” Xerxes é Ombra Mai Fu, belíssima canção de amor e acredito que uma das mais conhecidas.  A ópera é contada em 3 atos, e narra a páixão de Xerxes e seu irmão, Arsaneme, por Romilda.  Romilda tá mais caída por Arsaneme enquanto Amastre(uma outra personagem feminina) sonha com Xerxes e não quer vê-lo casado com Romilda. Na verdade Amastre tá mais interessada no trono.  Amastre percebe que enquanto Xerxes gosta de Romilda, Romilda na verdade, tá só pensando em Arsaneme. Depois de encontros e desencontros, tudo termina bem e Romilda casa com Arsaneme e Amastre casa com Xerxes. 

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