Das ternas lembranças

Por JC

 Idos de 1992/93, filha de três ou quatro anos de idade, morando numa cidade de porte médio do interior do RS.

Paizão preocupado com o que ela assistia durante as horas que passava em frente a TV.

Eis que num domingo, lendo a Folha de S Paulo (adquirida na banca, sim, à época merecedora da distinção), uma bela e completa reportagem sobre um programa infantil transmitido na TV Cultura, chamado Rá-Tim-Bum.

Opinião de educadores, pedagogos, psicólogos, com rasgados elogios sobre a qualidade do programa e sua influência na formação dos pequenos.

TV a cabo, se já existia não havia chegado por lá. Mas, não desisti.

A opção foi uma antena parabólica, que após longa negociação, fui autorizado a instalar na cobertura do prédio.

A preocupação agora era convencê-la a mudar de canal e assistir a programação que eu imaginava ser a melhor.

Grata surpresa e um sério problema para resolver.

Gostou tanto, não só do programa Rá-Tim-Bum, mas de toda a programação infantil da Cultura que não deixava mudar de canal. E era só um aparelho de TV em casa.

Posteriormente não conseguia entender como os outros coleguinhas não assistiam a programação da Cultura. Ou a grata surpresa quando encontrava alguém para comentar sobre seus programas preferidos.

Ainda sobre a minha filha:

Foi passageira do vôo tam jj3054, com destino a Congonhas SP, em 17/07/2007. 

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