Decisões de Bolsonaro e Pazuello são traição contra o povo, diz Jânio de Freitas

Em artigo, jornalista afirma que presidente e ministro deixaram tempo correr, e população brasileira segue sem seringas e sem vacinas

Eduardo Pazuello (esq.), ministro da Saúde, e o presidente Jair Bolsonaro. Foto: Erasmo Salomão/MS (via fotospublicas.com)

Jornal GGN – O contraste visto entre o trabalho do pessoal da saúde e a sabotagem do governo de Jair Bolsonaro é um exemplo claro da “falta de caráter coletivo das classes e categorias que dominam o Brasil”, como afirma o jornalista Jânio de Freitas.

Em artigo publicado no jornal Folha de São Paulo, o articulista usa o caso da compra de seringas como um exemplo, explicando que a compra dos insumos era discutida há mais de oito meses, quando Henrique Mandetta ainda estava na pasta, mas a imobilidade federal só foi rompida nas últimas duas semanas, onde o Ministério da Saúde só conseguiu comprar 24 em cada das 1000 seringas cogitadas em pregão.

“O alheamento dessa porção poderosa, historicamente ativa na fermentação dos golpes de Estado e, com menor necessidade, contra reduções das desigualdades, oferece o alicerce para uma traição que passa de presumida a demonstrada”, afirma o articulista, pontando que é impossível admitir que levassem tanto tempo para perceber uma necessidade tão óbvia.

“Nada os moveu. Além de entupidos nos canais da inteligência e da audição, estavam cegos para a ação do mundo todo”, diz Freitas.

 

 

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