Desembargador a favor de Flávio Bolsonaro é sócio de réu do escândalo da saúde no Rio

Poucas semanas atrás, Paulo Sérgio foi alvo de uma correição do Superior Tribunal de Justiça (STJ), acusado de comprar parte da LPS Corretora de Seguro, do empresário Leandro Braga de Souza, logo depois que Leandro foi preso na Operação Favorito.

Curioso, o desembargador Paulo Sérgio Rangel, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, vujo voto foi decisivo para retirar o inquérito das rachadinhas das mãos do juiz Flávio Itabaiana e jogar para a Segunda Instância.

Poucas semanas atrás, Paulo Sérgio foi alvo de uma correição do Superior Tribunal de Justiça (STJ), acusado de comprar parte da LPS Corretora de Seguro, do empresário Leandro Braga de Souza, logo depois que Leandro foi preso na Operação Favorito.

Segundo explicações de Paulo Sérgio:

“Em razão de notícia jornalística ligando o meu nome ao de empresário preso na semana passada, com o objetivo de deixar tudo transparente, esclareço:

1 — Adquiri participação minoritária em corretora de seguros, onde figuro como sócio cotista, sem poder de administração, na forma do artigo 36,I,da LOMAN;

2 — A empresa é voltada ao setor privado e não possui qualquer relação com qualquer investigação criminal em curso. A investigação é contra ex-sócio que se retirou em janeiro de 2020, bem antes da crise da saúde;

3 — O CNJ receberá todas as informações.”

Quem é o ex-sócio Leandro Braga de Souza:

* Diretamente envolvido com escândalos de saúde do Rio de Janeiro, trabalhando na rede de lavagem de dinheiro de Mário Peixoto, o cappo do esquema. Ele era dono de uma fornecedora de medicamentos, a LP Farma, e encarregado da distribuição de lucros da organização.

* Um de seus clientes era o Data Rio, Organização Social que está no centro dos escândalos de saúde do Rio.

Leia também:  Rodrigo Maia enterra possibilidade de impeachment contra Bolsonaro

* Mantinha negócio com a Prefeitura do Rio de Janeiro. Tem uma empresa nos Estados Unidos em sociedade com Maressa Crivella, nora do prefeito Marcelo Crivella, na empresa LP Participações LLC, copm sede em Orlando.

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2 comentários

  1. Salvo engano, também foi o único a votar pela nulidade de todas as decisões do juiz Flávio Itabaiana…
    por pouco não libertou Queiroz e esposa (2 pela continuidade das prisões e ele contra)

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