Divaldo Franco, o maior médium do mundo

 

 

“A Doutrina Espírita ensina aos médiuns que a fortuna de um intérprete do invisível será a paz da consciência”.

 

Yvonne do Amaral Pereira, do tomo Devassando o invisível, psicografia – Divaldo Franco

 

 

 

Por Antonio Nelson

 

Cosmopolita, 67 anos de vida pública e 88 de existência. Em 5 de maio de 1927 nascera em Feira de Santana, Bahia, Divaldo Pereira Franco. Ao descobrir a Doutrina Espírita, codificada por Hyppolite Léon Denizard Rivail – Allan Kardec -, Jesus de Nazaré e o contato com sua mentora, o espírito Joanna de Ângelis, sua vida passou a significar amor ao próximo e perseverança na construção do bem.

Ao lado do amigo Nilson Pereira de Souza, Tio Nilson (1924 – 2013), fundou o Centro Espírita Caminho da Redenção, em 1947, e a Obra Social Mansão do Caminho, em 1952, localizados no Pau da Lima, em Salvador, Bahia.

A Obra Social oferece gratuitamente para a população o Centro de Parto Normal Marieta de Souza Pereira, Policlínica, Laboratório, Creche A Manjedoura (iluminado por energia solar), Curso de Informática e tapeçaria, Escola Alvorada Nova e Allan Kardec, Escola de primeiro grau – Jesus Cristo etc.

Divaldo Franco é o maior médium do mundo, um intérprete do invisível, vive sob a luz do cristianismo primitivo. É o ícone do Espiritismo mundial.

O Brasil possui aproximadamente 2,5 milhões de espíritas, de acordo com o Censo do IBGE 2010. O país têm mais de 4 milhões de espíritas e inúmeros simpatizantes praticamente em todos os continentes.

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Contemporâneo de Chico Xavier, o saudoso médium mineiro, por ele considerado a maior antena psíquica da humanidade, ao avaliar os seus dons mediúnicos. Divaldo também se refere ao Chico como o apóstolo do Cristo, onde também afirma ser Chico uma das principais pontes entre ele e Jesus. 

No labor do dia a dia, Divaldo dividiu o tempo entre o trabalho como escriturário – funcionário público – no antigo IPASE e a caridade. Após aposentadoria, a partir de 1980 dedica tempo integral na promoção do ser integral, o homem imortal. Não vive da religião, mas para a religião.

O médium baiano tem mais de 250 livros psicografados, dos quais mais 70 são revertidos para 16 idiomas: albanês, alemão, espanhol, norueguês, esperanto, francês, holandês, italiano, inglês, sueco, tcheco, turco, catalão, húngaro, polonês, russo etc. e 20 obras em Braille.

Divaldo psicografa obras de diversos espíritos como Joanna Ângelis – sua guia -, a poetisa, educadora e escritora Amélia Rodrigues, entre outros espíritos. Divaldo traz gêneros literários por Victor Hugo, Bezerra de Menezes, Manoel Philomeno de Miranda, Eros, Rabindranath Tagore, Ignotus, João Cléofas, Marcelo Ribeiro, Marco Prisco, Otília Gonçalves, Selma Lagerlöf, Simbá, Vianna de Carvalho, Francisco do Monte Alverne, Guaracy Paraná Vieira etc. que narram as interconexões entre o mundo corporal e espiritual. A renda dos livros e eventos que Divaldo realiza são revertidos para a manutenção da Mansão do Caminho.

No Recife, Pernambuco, Divaldo recebeu o “título” de o uirapuru baiano, de acordo com meu póstumo e estimável pai, Antonio Martins, dado pelos recifenses, ao orador espírita quando era jovem, em referência ao pássaro da Amazônia que têm o canto especial e faz a natureza silenciar.

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Os espíritas da capital pernambucana asseveram que quando Divaldo realiza palestras sobre Jesus, ciência, filosofia e religião, todos fazem silêncio para escutá-lo, como também em relação ao citado pássaro ao expressar o belo canto. 

O uirapuru baiano realiza palestras na Europa, já explanou em Munique, Stuttgart, Frankfurt, Bonn, Bremem, Mannheim (Alemanha), Zurique e Winterthur(Suíça), Milão (Itália), Amsterdam (Holanda), Helsinque (Finlândia), Gotenburgo (Suécia), Varsóvia (Polônia), Praga (Rep. Checa), Bratislava (Rep. Eslovaca), Zagreb (Croácia), Ljublyana (Eslovênia) e Viena…

Divaldo não esmorece ante as dificuldades e embates existenciais. “Se a planta tenra temesse a chuva torrencial ou sucumbisse ante o sol, ou evitasse o vento que lhe enrija as fibras, jamais o carvalho alcançaria a grandeza que ostenta ou a sequoia vararia os milênios, altaneira…”, assevera Joanna de Ângelis.

Assim é Divaldo Franco – o uirapuru baiano -, a caminho da imortalidade vivendo com Jesus.

 

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