Do amigo Rubão

Rubão foi um amigo querido e breve.

Conhecemo-nos, apresentados pela amiga comum Consuelo de Paula. Era um belo violão, uma alma imensa, carregando o fardo de um filho com problemas sérios de saúde. Periodicamente os amigos se cotizavam para ajudá-lo.

Rubão tinha um conjunto de canções, mas faltava algo.

Numa rodada mostrou-nos suas composições instrumentais e de cara deu para identificar um soberbo compositor.

Com jeito, sugeri-lhe que talvez lha faltasse um parceiro letrista à altura das composições.

Tempos depois, convidou-nos para um show. TInha novas composições, com novos parceiros. E aí o brilho começava a aparecer.

Na noite em que nos apresentou as novas composições, me surpreendeu com o chorinho abaixo, o “Chorinho do Nassif”, em agradecimento pela dica.

Tempos depois, encontrou seu parceiro defintivo, o maior letristsa da história, Paulo César Pinheiro.

Compuseram as derradeiras composições. Pouco tempo Rubão morreu, deixando a lembrança do seu talento, generosidade e do amor dedicado ao filho.

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