Ecko, chefe da maior milícia do Rio, morre durante operação policial

Ecko era o chefe do grupo de milicianos denominado “Liga da Justiça” e um dos criminosos mais procurados do país. Segundo a Polícia Civil, ele foi baleado na barriga e chegou a ser socorrido, mas não resistiu

Reprodução

Jornal GGN – O chefe da maior milícia do estado do Rio de Janeiro, Wellington da Silva Braga, conhecido como Ecko, morreu neste sábado, 12, após ser baleado em uma operação da Polícia Civil, em Paciência, na zona oeste da capital. 

Segundo a Polícia Civil, Ecko foi baleado na barriga e chegou a ser socorrido, encaminhado para o Hospital Municipal Miguel Couto, mas não resistiu aos ferimentos.

Ecko era o chefe do grupo de milicianos denominado “Liga da Justiça” e um dos criminosos mais procurados do país. Ele nunca foi militar, mas passou a comandar a associação criminosa após a morte de seu irmão Carlos Alexandre Braga, conhecido Carlinhos três pontes, em abril de 2017. 

Na quinta-feira, 10, o delegado Rodrigo Oliveira autorizou a operação denominada ‘Dia dos Namorados’, parte da Força-Tarefa de Combate às Milícias. Hoje, a Polícia encontrou Ecko na casa de parentes na comunidade das Três Pontes, em Paciência. O disque-denúncia oferecia uma recompensa de R$ 10.000 em troca de informações sobre o seu paradeiro.

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1 comentário

  1. Nassif: devagarinho, tão limpando a eira, agora revestido de legalidade. Em todas as áreas. Daquela vereadora foi só pontapé inicial. O assunto perece ter sido outro, mas o beneficiário tudo indica é o mesmo. Botou pedra no caminho segue pra cidade de Pésjuntos. O de agora é só uma baixa na transposição de barreira. Tava muito esparramado no terreno e não devia tá pagando o suficiente na taxa de proteção. Esse foi mais um recado contundente do pessoal da Barra, que a cada dia fica mais pesada.

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