Eduardo Bolsonaro e Ciro Gomes discutem sobre caso Cid Gomes

Irmão de ex-candidato à Presidência é baleado no Ceará - e filho do presidente diz que ele teve uma "atitude insensata" ao tentar invadir quartel

Jornal GGN – O deputado federal Eduardo Bolsonaro (sem partido) disse em suas redes sociais que o senador licenciado Cid Gomes (PDT-CE), baleado hoje no Ceará, teve uma “atitude insensata” ao tentar invadir um quartel da Polícia Militar local.

Em seguida, o ex-candidato à Presidência Ciro Gomes (PDT) – irmão de Cid Gomes – rebateu a declaração: “Deputado Eduardo Bolsonaro, será necessário que nos matem mesmo antes de permitirmos que milícias controlem o Estado do Ceará como os canalhas de sua família fizeram com o Rio de Janeiro.”

Para o terceiro filho do presidente Jair Bolsonaro, Cid Gomes expôs militares e familiares a um risco desnecessário – mas fica a pergunta: quem eram os policiais encapuzados que mandaram o comércio da cidade de Sobral fechar as portas?

O senador Cid Gomes foi baleado na cidade de Sobral na tarde desta quarta-feira, em meio a um protesto de policiais militares. O político pilotava uma retroescavadeira e tentava furar o bloqueio de policiais que reivindicam aumento salarial.

Segundo sua assessoria, o disparo partiu de uma arma de fogo. Informações preliminares divulgadas por jornais locais davam conta de que ele havia sido atingido por um tiro de borracha, o que foi desmentido.

 

(com informações do UOL)

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14 comentários

  1. Gosto da.maneira como as matérias do GGN são apresentadas, o que nos dá a credibilidade das fatos registrados e a certeza

  2. E senhores o Ciro deveria ter pensado na possibilidade que tais coisas aconteceriam no brasil em vez de ir dar uma espairecida na frança .
    Ajudou a botar uns sem noçao na presidencia por sua vaidade
    TAI O QUE VAI VIVAR ROTINA DO BRASILEIRO

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  3. Os policiais encapuzados representam o papel social das milícias que a família bolsonaro sempre defendeu, ou garantiu ou desejou com total liberdade e atuantes em todos os Estados

  4. Por mais que doa, tenho que, desta vez, concordar com 03 quando diz que Cid Gomes, com sua atitude no caso foi insensato.
    Eu diria mais, oportunista.
    Parafraseando a Presidenta Dilma; uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.
    A insubordinação e o motim da PM do Ceará é assunto do executivo daquele estado, tem que por ele ser contido e os responsáveis processados. Quem atirou, da mesma forma, deve ser identificado, denunciado, tornado réu e submetido ao devido processo legal para encontrar a punição apropriada. Atirar em um cidadão desarmado é grave, em um senador é mais grave ainda. Afinal, disparar uma arma de fogo contra um senador é alvejar o Senado, o Congresso e a República Brasileira.
    Agora, voltando ao senador e a seu oportunismo é flagrante sua intenção de extrair dividendos políticos da crise estabelecida. Alguém me responda o que um senador faz confrontando policiais amotinados, armados e agindo como justiceiro? A ele não cabia, nem caberia, assumir o papel e a função de agente de segurança. De fato, não tinha nada a fazer ali, nenhuma autoridade, muito menos intimar os amotinados a se retirarem ameaçando-os ao volante de uma máquina pesada. Aliás, para o manejo da qual não deve sequer ser habilitado. Sua atitude não somente o pôs e risco e levou à tentativa de assassiná-lo. Também, pôs em risco as pessoas no local.
    É crível, supondo não tratar-se de um episódio psicótico, que o senador supôs que, atrás do escudo de sua condição de membro do legislativo federal, figura política de destaque, membro de família importante no Ceará e, especialmente, em Sobral, ninguém teria a ousadia de enfrentá-lo. Irromperia através da barreira do piquete de greve, botaria os grevistas a correr e sairia do outro lado como o cabra-macho, herói do sertão que pôs ordem na polícia mineira do Ceará. Não contava que no Brasil de Bolsonaro et caterva está aberta a temporada de caça à comunistas, petistas e esquerdopatas em geral.
    Para completar Ciro Gomes, em defesa incondicional da atitude do irmão, bate boca com 03, descendo ao mesmo nível.
    Como todo fato ruim tem o lado bom este alerta sobre Cid e Ciro a família Gomes, de Sobral, Ceará.

    • 1 – MOTIM e REVOLTA são crimes previstos no Código Penal Militar:

      Motim

      Art. 149. Reunirem-se militares ou assemelhados:
      I – agindo contra a ordem recebida de superior, ou negando-se a cumpri-la;
      II – recusando obediência a superior, quando estejam agindo sem ordem ou praticando violência;
      III – assentindo em recusa conjunta de obediência, ou em resistência ou violência, em comum, contra superior;
      IV – ocupando quartel, fortaleza, arsenal, fábrica ou estabelecimento militar, ou dependência de qualquer dêles, hangar, aeródromo ou aeronave, navio ou viatura militar, ou utilizando-se de qualquer daqueles locais ou meios de transporte, para ação militar, ou prática de violência, em desobediência a ordem superior ou em detrimento da ordem ou da disciplina militar: Pena – reclusão, de quatro a oito anos, com aumento de um têrço para os cabeças.

      Revolta

      Parágrafo único. Se os agentes estavam armados: Pena – reclusão, de oito a vinte anos, com aumento de um têrço para os cabeças.

      2 – são crimes que atentam contra os princípios mais sagrados do estamento militar: ORDEM e HIERARQUIA.

      3 – são crimes PERMANENTES.

      4 – o Código de Processo Penal Militar autoriza a QUALQUER DO POVO efetivar a prisão em flagrante, e, portanto, INTERFERIR NA PRÁTICA DO CRIME MILITAR:

      Pessoas que efetuam prisão em flagrante
      Art. 243. Qualquer pessoa poderá e os militares deverão prender quem fôr insubmisso ou desertor, ou seja encontrado em flagrante delito.

      5 – LOGO, foi uma atitude JURIDICAMENTE AUTORIZADA;

      6 – além de ato jurídico praticado sob o manto da lei, FOI UM ATO POLÍTICO FUNDAMENTAL para o momento, pois:
      a) serve para todos vislumbrarem a que situações nos conduzirão a política atualmente praticada (e constrangimento ilegal {art. 222 do CPM} dos COMERCIANTES ao fechamento de seus estabelecimentos é apenas aperitivo);
      b) serve para os generais anteverem a que ponto a INDISCIPLINA promovida pelo entorno da Presidência (para usar de eufemismo) nos levará.

      PORTANTO: OBRIGADO PELA CORAGEM CID.

      • CORREÇÃO:

        6 – além de ato jurídico praticado sob o manto da lei, FOI UM ATO POLÍTICO FUNDAMENTAL para o momento, pois:
        a) serve para todos vislumbrarem a que situações nos conduzirá a política atualmente praticada (e constrangimento ilegal {art. 222 do CPM} dos COMERCIANTES ao fechamento de seus estabelecimentos é apenas aperitivo);
        b) serve para os generais anteverem a que ponto a INDISCIPLINA promovida pelo entorno da Presidência (para usar de eufemismo) poderá nos levar.

    • 1 – MOTIM e REVOLTA são crimes previstos no Código Penal Militar:

      “Motim

      Art. 149. Reunirem-se militares ou assemelhados:
      I – agindo contra a ordem recebida de superior, ou negando-se a cumpri-la;
      II – recusando obediência a superior, quando estejam agindo sem ordem ou praticando violência;
      III – assentindo em recusa conjunta de obediência, ou em resistência ou violência, em comum, contra superior;
      IV – ocupando quartel, fortaleza, arsenal, fábrica ou estabelecimento militar, ou dependência de qualquer dêles, hangar, aeródromo ou aeronave, navio ou viatura militar, ou utilizando-se de qualquer daqueles locais ou meios de transporte, para ação militar, ou prática de violência, em desobediência a ordem superior ou em detrimento da ordem ou da disciplina militar: Pena – reclusão, de quatro a oito anos, com aumento de um têrço para os cabeças.

      Revolta

      Parágrafo único. Se os agentes estavam armados: Pena – reclusão, de oito a vinte anos, com aumento de um têrço para os cabeças.”

      2 – são crimes que atentam contra os princípios mais sagrados do estamento militar: ORDEM e HIERARQUIA.

      3 – são crimes PERMANENTES.

      4 – o Código de Processo Penal Militar autoriza a QUALQUER DO POVO efetivar a prisão em flagrante, e, portanto, INTERFERIR NA PRÁTICA DO CRIME MILITAR:

      “Pessoas que efetuam prisão em flagrante
      Art. 243. Qualquer pessoa poderá e os militares deverão prender quem fôr insubmisso ou desertor, ou seja encontrado em flagrante delito.”

      5 – LOGO, foi uma atitude JURIDICAMENTE AUTORIZADA;

      6 – além de ato jurídico praticado sob o manto da lei, FOI UM ATO POLÍTICO FUNDAMENTAL para o momento, pois:
      a) serve para todos vislumbrarem a que situações nos conduzirão a política atualmente praticada (e constrangimento ilegal {art. 222 do CPM} dos COMERCIANTES ao fechamento de seus estabelecimentos é apenas aperitivo);
      b) serve para os generais anteverem a que ponto a INDISCIPLINA promovida pelo entorno da Presidência (para usar de eufemismo) nos levará.

      PORTANTO: OBRIGADO PELA CORAGEM CID.

  5. Imaginar que o Ciro se mandou para Europa no segundo turno quando deveria estar no palanque do Haddad. Não teve a dimensão histórica de compreender o que estava em jogo; uma disputa entre civilização e barbárie. Agora, quase perde o irmão com dois tiros de um .40.

  6. Atitude sensata é a polícia ao agir tal qual milicia, fazendo greve, ao arrepio da lei, usar máscaras e roubar viaturas policiais.

    Os Gomes não são covardes

  7. + comentários

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