Em razão da magnitude dos crimes, caberia a estatização das empreiteiras

Em razão de tais crimes, caberia a estatização das empreiteiras

Efetivamente, o crime é da iniciativa privada, sabotando o Estado, e, nesse caso deveria ser analisado em toda sua potencial gravidade e, em relação à empresa que realizou tal ato, esta poderia ser estatizada, não somente porque os prejuízos são de tal monta que somente esta medida é possível para cobrir parte dos prejuízos, mas principalmente para proteção do Estado, que foi atingido em sua soberania, pois tal pratica subverte a democracia, a livre inciativa e a liberdade de todos cidadãos brasileiros.

A Petrobras, enquanto empresa estatal demonstra sua absoluta competência – conquista prêmios internacionais de excelência – , ao contrário do que falam seus detratores da grande mídia e políticos de tendência liberal (PSDB DEM PP PPS), que através do braço privado, empreiteiras e seus executivos, doleiros e intermediários para lavar dinheiro, corrompem, através de muitos milhões de dólares, outros executivos da empresa.

A parte do Estado, a estatal e seu corpo de funcionários – acumulo de tecnologia e know-how humano -, são exemplares, já a parte da livre empresa – via executivos e suas relações com o grande capital -, neste campo, resta comprovada sua podridão.

Entretanto, por incrível que pareça, depois disso, os corruptos, os ladrões, do alto de sua empáfia, de sua podridão, postulam, através de seus parceiros da grande mídia,  que tudo lhes seja entregue.

No caso, a Petrobrás, vítima, corrompida por grandes empresas (nacionais), segundo estes porta-vozes “defensores da livre iniciativa” (grande mídia), para sua preservação, deve ser entregue, acreditem, a outras grandes empresas(neste caso, internacionais).

Inacreditável.

Advogam a tese que, a Petrobrás, empresa estatal, roubada por empresários, deverá ser tirada do povo brasileiro e, “doada”(sob a forma de venda justificada), para outros empresários (e, ainda que não sejam os atuais “livres empreendedores”, mas simplesmente a outros livres empreendedores do setor petrolífero – conhecidos no mundo inteiro há décadas por suas guerras, corrupção, poluição e exploração desenfreada -, que são, tão ou mais vorazes, e com a mesma falta de caráter que os precedentes, talvez o idioma não seja o mesmo, mas a inexistência de escrúpulos e a exploração absoluta e predatória é a mesma).

A mentira e manipulação absoluta consiste na omissão e alteração da ordem dos fatos de modo a tornar a Petrobrás culpada de atos que tem origem externa à companhia.

Alegam, na maior desfaçatez que, sendo a Petrobrás, controlada pelo Estado, mesmo que a corrupção tenha sua origem na inciativa privada, em razão da atuação corrompida de Executivos da empresa e politicos, neste caso, a corrupção, se transmudaria, de privada para estatal.

Esta tese, espúria e desonesta, é tão abjeta, que simplesmente suprime o corruptor privado, e coloca o estigma de corrupto na Estatal, que é vitima, pois, atingia pela corrupção via cooptação de seus empregados, instrumentalizada via políticos.

Efetivamente, o crime é da iniciativa privada, sabotando o Estado, e, nesse caso deveria ser analisado em toda sua potencial gravidade e, em relação à empresa que realizou tal ato, esta deveria ser estatizada (a serem transformadas em sociedades de economia mista e vinculadas ao fundo de previdência estatal), não somente porque os prejuízos são de tal monta que somente esta medida é possível para cobrir parte dos prejuízos, mas principalmente para proteção do Estado, que foi atingido em sua soberania, pois tal pratica subverte a democracia, a livre inciativa e a liberdade de todos cidadãos brasileiros.

Ao contrário, a grande imprensa, porta voz do capital, na maior desfaçatez, com dedo em riste, culpa o Estado, que de vítima, se torna réu, ao qual, em nome da moralidade nacional, deve ser aplicada a pena máxima, ou seja, se tornar mínimo.   

 

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