Estado-Maior das Forças Armadas dos EUA expressa respeito à eleição de Biden e condena ataque ao Capitólio

A liberdade de expressão não garante a ninguém o direito de exortar violência e insurreição contra as instituições democráticas, diz memorando

Jornal GGN – O Estado-Maior das Forças Armadas dos Estados Unidos publicou um memorando assinado pelos comandantes de todas as tropas, repudiando o ataque ao Capitólio, no dia 6 de janeiro, e expressando respeito à Constituição americana e à eleição do democrata Joe Biden.

No documento, o Estado-Maior reafirma seu compromisso com a defesa da Constituição dos Estados Unidos contra ataque de inimigos, sejam eles estrangeiros ou domésticos.

Em 6 de janeiro, Donald Trump, inconformado com a derrota eleitoral em novembro de 2020, incitou seus seguidores a participarem de protestos em Washington DC. A insurreição culminou na invasão do Congresso, na suspensão dos trabalhos do Colégio Eleitoral e na morte de pelo menos 5 pessoas, sendo quatro delas apoiadores de Trump e um policial ferido em serviço.

No memorando, o Estado-Maior lamenta as vidas perdidas e condena a invasão. Diz que a liberdade de expressão não garante a ninguém o direito de exortar violência e insurreição contra as instituições democráticas.

Afirma ainda que qualquer ato que desrespeite a Constituição e os valores defendidos pela democracia norte-americana são ilegais e incompatíveis com o Estado de Direito.

Ao final, o texto lembra que Biden tomará posse em 20 de janeiro e se tornará o chefe maior das Forças Aramdas.

Aos homens e mulheres que trabalham pela segurança do País, o Estado-Maior deixa uma mensagem: estejam prontos, olhem para o horizonte e continuem focados na missão institucional, que é defender cada cidadão do País.

O Estado-Maior das Forças-Armadas é formado pelo Exército, o Corpo de Fuzileiros Navais, a Marinha, a Força Aérea, a Força Espacial e a Guarda Costeira. A Guarda Nacional do Exército e a Guarda Aérea Nacional são componentes de reserva de seus serviços e operam em parte sob autoridade estadual, diz o site do Departamento de Defesa.

 

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