20 comentários

  1. O que é que deu?

    Campanha chegando, espaço amplo para correntes de difamação e informações falsas na internet.

    Ontem recebi no Facebook o compartilhamento de um retardatário ( o hoax é antigo) sobre a Bolsa Prostituta, que daria 2 mil reais para as profissionais do sexo. 

    Lembrei-me de várias ameaças de processos  de vítimas deste boateiros profissionais, alguns dos quais coloco abaixo:

    1)O Deputado Paulo Pimenta, do PT do RS foi acusado de ser um dos donos da boate kiss.. A mentira se espalhou pela rede. Ameaçou investigação e processo. Há um ano!!! O que deu? Nada?

    http://revistaforum.com.br/blogdorovai/2013/01/31/deputado-paulo-pimenta-pt-processara-blogueiros-que-o-acusaram-de-ser-dono-da-kiss/

    2) Foi atribuída a Ministra Maria do Rosário, falsa declaração de apoio ao bandido baleado por PM em flagrante de assalto em SP. Ela ameaçou investigação e processo:

    http://g1.globo.com/politica/noticia/2013/10/ministra-pede-que-pf-investigue-blog-que-divulga-noticias-ficticias.html

    Ironias:

    O único Deputado ligado de alguma forma a boate kiss é do PSDB. Nada demais, foi advogado de um dos donos antes do ocorrido. Mas não mereceu piada nenhuma:
    http://www.sul21.com.br/jornal/ligado-a-socio-da-boate-kiss-deputado-e-afastado-de-comissao-sobre-tragedia-na-assembleia/

    O mesmo blogueiro que inventou a tal bolsa prostituta foi o que inventou a fala da Maria do Rosário.

    Ele diz que o Blog é de humor, mas ele não faz humor com políticos de oposição. E o blog continua a toda:
    http://joselitomuller.wordpress.com/

    Minha curiosidade é simples: o que deu essas investigações? Vai começar tudo de novo? Era só ameaça ” pra boi dormir”?

    Seremos nós, novamente, que teremos que ficar defendendo na Internet gente que não merece ser defendida, porque não toma nenhuma atitude para tal, apesar de terem faca e queijo na mão?

     

    • Mauro, aqui neste blog mesmo

      Mauro, aqui neste blog mesmo está cheio de gente mentindo adoidado. Muitos são trolls profissionais inclusive. E olha que o Nassif faz uma boa moderação dos comentários, é que é difícil mesmo impedir a mentira. Mas no caso da Internet podemos colocar o desmentido e fazer o contraponto denunciando a má-fé e a enganação

      (pausa pra relembrar que o modus operandi tucanomidiático é formado pelo trinômio: mentira, insídia e má-fé)

      Na imprensa não existe essa possibilidade, eles mentem à vontade sem que ninguém possa confrontá-los.

  2. E o ministro do stf está cada vez se encalacrando mais e mais

    “De acordo com a comissão montada pelo Conselho Superior da Justiça do Trabalho, o ministro Joaquim Barbosa feriu a Constituição Federal ao negar o pedido feito pela advogada Deborah Prates”

     

     

    11/01/2014 23:55:09

    Ministro Joaquim Barbosa nega petição em papel de advogada cega

    Informatização no sistema judiciário precisa de adequações para deficientes visuais

    O Dia – Herculano Barreto Filho

    Rio – A cegueira privou a advogada Deborah Prates de trabalhar em duas ocasiões. A primeira vez ocorreu há sete anos, quando ela perdeu a visão ao sofrer ruptura do nervo óptico por causa do medicamento usado para tratar uma pneumonia. Na segunda, a cegueira foi da Justiça. Adaptada à nova condição, ela deixou de exercer a profissão com autonomia há seis meses, quando foi impedida de protocolar petições em papel por causa da implantação do Processo Judicial Eletrônico (PJE).

    No mês passado, um pedido feito pela advogada foi negado pelo ministro Joaquim Barbosa, presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A decisão do ministro afetou pelo menos 1.145 advogados cegos registrados no país desde 2002 pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) — 27 deles atuam no Rio. E virou bandeira para essas pessoas.

    Na quinta-feira, uma comissão de acessibilidade formada pelo Conselho Superior da Justiça do Trabalho irá se reunir em Brasília para discutir o assunto. A ideia é condicionar a informatização obrigatória das petições à instalação de um sistema de navegação para cegos, com leitura em tela.

    Advogada Deborah Prates foi a Nova York em busca de um cão-guia. Após 30 dias de treinamento intensivo numa fundação especializada, voltou ao Brasil com o labrador JimmyFoto:  Márcio Mercante / Agência O Dia

    “O processo eletrônico é inevitável. Só que aconteceu sem estudo prévio e sem tempo de adequação. Não se pode privar o advogado de ter o processo em papel. Os deficientes visuais não estão conseguindo trabalhar. Eu chamo isso de apartheid digital”, critica o procurador federal aposentado Emerson Odilon Sandrim, que integra a comissão.

    Hoje, o uso de um sistema com leitor de tela para deficientes visuais é incompatível com o programa implantado pelo CNJ. “Será preciso criar um novo programa. Eu vejo com tristeza essa situação, porque a acessibilidade no país ainda não está sendo respeitada. Você pode ter certeza que ela (Deborah Prates) não está sozinha. É uma luta pela dignidade”, argumenta Luiz Claudio Allemand, presidente da Comissão de Tecnologia da Informação da OAB.

    Falta de visão

    Quando perdeu a visão, há sete anos, a advogada Deborah Prates se viu obrigada a fechar um escritório com cerca de dez funcionários na Avenida Rio Branco, no Centro, próximo ao Fórum. Na época, era responsável por cerca de mil processos cíveis e empresariais.

    “Ninguém quer um advogado cego. As pessoas acham que a deficiência sensorial equivale à deficiência intelectual”, relembra. Em apenas duas semanas, vivenciou o que chama de ‘apagar das luzes.’

    Com a cegueira, a advogada foi a Nova York, nos Estados Unidos, em busca de um cão-guia, um auxílio que se tornou fundamental para a sua autonomia. Após 30 dias de treinamento intensivo em uma fundação especializada, voltou ao Brasil com o labrador Jimmy. Hoje, dá palestras e integra comissões ligadas aos Direitos Humanos da OAB.

    ‘O ministro rasgou a Constituição’ – Deborah Prates, advogada cega

    Desde que ficou cega, há sete anos, a advogada Deborah Prates luta por autonomia. Nos últimos seis meses, precisou de ajuda para dar entrada em petições pelo Processo Judicial Eletrônico, inacessível a programas usados por deficientes visuais.

    1. Como a senhora deu entrada às petições?
    — Continuo tendo de pedir a terceiros para enviar petições. Às vezes, peço a um amigo, que me faz a gentileza de me ajudar em casa. Em outras, preciso sair de casa para enviar através de um setor da OAB. Fui banida da profissão. Não posso advogar, porque não tenho acessibilidade. Perdi a minha independência.

    2. Como a senhora avalia a atitude do ministro Joaquim Barbosa?
    — Ele negou a acessibilidade, que é prevista na Constituição (leia mais abaixo). Tirou a minha dignidade. É uma violação dos direitos humanos.

    3. Há outros advogados cegos no Rio que aderiram à causa?
    — Ninguém quer se envolver, porque é o ministro Joaquim Barbosa. Estão na aba, para ver o que vai acontecer. Para indeferimentos de liminar, não cabe recurso. Estou pleiteando uma audiência com o ministro, para que ele reveja a decisão. Ele é tão arbitrário que está de férias. Mas tem a maior boa vontade para prender os envolvidos no Mensalão. O problema não é só para os cegos. Há municípios que não têm banda larga.

    4. Como a senhora administrou o trabalho com a cegueira?
    — Fiquei cega por causa do tratamento de uma pneumonia, que causou o rompimento do nervo óptico. Quando os clientes souberam, foram pagando o que deviam, encerrando o experiente. Fechei o meu escritório para causas cíveis e empresariais. Em 30 dias, perdi tudo. Consegui aposentadoria por invalidez. Aí, entrei em parafuso. Hoje, integro a OAB Mulher e a Comissão de Direitos Humanos da OAB. Luto pelos interesses coletivos.

    5. Como foi lidar com a cegueira e o preconceito?
    — Ninguém quer um advogado cego. As pessoas acham que a deficiência sensorial equivale à deficiência intelectual. As pessoas saem fora mesmo, porque veem a deficiência como uma doença contagiosa. É o olhar assistencialista que está hoje no Poder Judiciário, no CNJ.

    6. Como assim?
    — O ministro Joaquim Barbosa nutre um olhar assistencialista. Acha que nós, cegos, precisamos ser ajudados. Não há uma visão de cidadania, como determina a convenção da ONU sobre os direitos da pessoa com deficiência. O ministro rasgou a Constituição.

    O primeiro juiz gego do Brasil

    Em 2009, ele se tornou o primeiro juiz cego do Brasil ao ser nomeado desembargador do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), numa cerimônia de posse que contou com a participação do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Curitiba, capital paranaense.

    O então presidente Lula abraça Tadeu, em Curitiba, em 2009Foto:  Estadão Conteúdo

    Presidente da comissão de acessibilidade do TRT, Ricardo Tadeu Marques da Fonseca será o responsável pela discussão levada a Brasília da informatização dos processos. “Não vou aceitar medidas paliativas. Não queremos nada menos do que acessibilidade total. As medidas para que isso seja possível não são onerosas. É só uma questão de diálogo”, argumenta.

    O advogado Leondeniz Candido de Freitas, assessor do desembargador e apontado como especialista em informática, afirmou que a discussão será ampliada. “Vamos verificar o que pode ser feito para que o processo judicial eletrônico se torne acessível para pessoas com deficiência visual, auditiva e física. Não podemos ficar numa situação de dependência, onde a autonomia é prejudicada”, explica.

    Assim como a advogada Deborah Prates, o desembargador Ricardo Tadeu já enfrentou preconceito no Judiciário em 1990, quando foi impedido de concluir um concurso para juiz, em São Paulo, por ser cego. “Na época, se entendia que cego não poderia ser juiz e fui afastado”, lembra. No ano seguinte, passou em concurso para o Ministério Público em Campinas, São Paulo.

    A justificativa

    O ministro Joaquim Barbosa, que preside o CNJ, disse não haver razões para conceder liminar, sugerindo auxílio de outras pessoas para que a advogada enviasse petições. “O motivo explanado pela reclamante, no sentido de necessitar de ajuda de terceiros para o envio de uma petição eletrônica ante a inacessibilidade do sistema para deficientes visuais, não configura o perigo de dano irreparável ou de difícil reparação”, justificou.

    Sem agenda

    Em nota, o CNJ explicou que foi determinada a suspensão da reclamação até o julgamento de outro procedimento, feito pela OAB, para ‘evitar decisões conflitantes’. Sobre o pedido de audiência feito por Deborah Prates, o CNJ alegou não ter a agenda do ministro Joaquim Barbosa em 2014.

    Ministro Joaquim Barbosa, que preside o CNJ, disse não haver razões para conceder liminar, sugerindo auxílio de outras pessoas para que a advogada enviasse petiçõesFoto:  Divulgação

    Convenção da ONU

    Em 25 de agosto de 2009, o então presidente Lula assinou o decreto 6.949, aderindo à Convenção Internacional de Proteção aos Direitos dos Deficientes da Organização das Nações Unidas (ONU), de 30 de março de 2007. Foi o primeiro tratado internacional incorporado ao Brasil. A convenção, redigida com o auxílio do desembargador Ricardo Tadeu Marques da Fonseca, foi recomendada pelo próprio CNJ, recomendando acessibilidade aos deficientes.

    Constituição

    De acordo com a comissão montada pelo Conselho Superior da Justiça do Trabalho, o ministro Joaquim Barbosa feriu a Constituição Federal ao negar o pedido feito pela advogada Deborah Prate

    • É impressionante a

      É impressionante a arrogância, o desrespeito humano e principalmente o desrespeito às leis desse tirano de aldeia que atende pelo nome de Joaquim Barbosa.

  3. E começam os ‘mea culpas’… Mas somente agora?

    O ensaio de golpe branco do STF

     

    Sem ser nova na política, a expressão golpe branco tem sido atualizada constantemente. Designa artifícios que, com aura de legalidade, usurpam o poder de quem de fato deveria exercê-lo. Para ficar apenas em acontecimentos recentes: a deposição do presidente Zelaya, em Honduras (2009), e o impeachment do presidente Lugo, no Paraguai (2011). Nos dois casos, invocaram-se “preceitos constitucionais” para fulminar adversários.

    O Brasil já teve momentos de golpe branco –a adoção do parlamentarismo em 1961, por exemplo. A intenção era esvaziar “constitucionalmente” João Goulart, enfiando um primeiro-ministro goela abaixo do povo. O plano ruiu temporariamente com o plebiscito de 1962, pró-presidencialismo. A partir de 1964, os escrúpulos foram mandados às favas muito antes do AI-5. Os militares trocaram a caneta pelos fuzis e o resto da história é (quase) sabido.

    Hoje a situação não é igual, ainda bem. Mas é inegável que a democracia brasileira vem sendo fustigada pela hipertrofia do papel do Judiciário, em especial do Supremo Tribunal Federal. Há quem chame isto de judicialização da política. Ou quem sabe ensaio de golpe branco em vários níveis da administração.

    Tome-se o ocorrido em São Paulo. A Câmara Municipal, que mal ou bem foi eleita, decidiu aumentar o IPTU. Sem entrar no mérito, o fato é que a proposta contou com os votos inclusive do PMDB -partido ao qual pertence o presidente da Fiesp, garoto propaganda da campanha contra o reajuste. O que fizeram os derrotados? Mobilizaram os eleitores?

    Nem pensar. Recorreram a um punhado de desembargadores para derrubar a medida. Até o Tribunal de Contas do Município, que de Judiciário não tem nada, surfou na onda para barrar… corredores de ônibus! Tivesse o TCM a mesma agilidade para eliminar seus próprios descalabros e sinecuras, quando não a si mesmo, a população ganharia muito mais.

    A decantada independência de poderes virou, de fato, sinônimo de interferência do Poder Judiciário. Tudo soa mais grave quando a expressão máxima deste, o Supremo Tribunal Federal, comporta-se como biruta de aeroporto. Muda de ideia ao sabor de ventos (mais de alguns do que de outros), e não do Direito. Ao mesmo tempo, deixa em plano secundário assuntos eminentemente da competência judiciária –como o quadro de calamidade nos presídios brasileiros.

    Os casos do mensalão e assemelhados retratam os desequilíbrios. O mais recente: enquanto o processo dos petistas foi direto ao Supremo, o do cartel tucano, ao que tudo indica, será dividido entre instâncias diferentes. Outro exemplo, entre outros tantos, é a descarada assimetria de tratamento em relação a José Genoino e Roberto Jefferson.

    A coisa chegou ao ponto de pura esculhambação. O presidente do STF, Joaquim Barbosa, vetou recursos do ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha. Com a empáfia habitual, decretou a prisão imediata do réu, mas não assinou a papelada. E daí? Lá se foi Barbosa de férias, exibindo desprezo absoluto por trâmites pelos quais ele deveria ser o primeiro a zelar. Resultado: o condenado, com prisão decretada, está solto. Mas se era para ficar solto, por que decretar a prisão do modo que foi feito? Já ações como a AP 477, que pede cadeia para o deputado Paulo Maluf, dormitam desde 2011 nos escaninhos do tribunal.

    A destemperança seria apenas folclore não implicasse riscos institucionais presentes e futuros. Reconheça-se que muitas vezes vale tampar o nariz diante deste Congresso, mas entre ele e nenhum parlamento a segunda alternativa é infinitamente pior. Na vida cotidiana, as pessoas costumam se referir a chefes e autoridades como aqueles que “mandam prender e mandam soltar”.

    No Brasil, se quiser prender alguém, o presidente da República precisa antes providenciar um mandado judicial –sorte nossa! Barbosa dispensa esta etapa: como ele “se acha” a Justiça, manda prender, soltar, demitir, chafurdar, cassar, legislar -sabe-se lá onde isto vai parar, se é que vai parar.

    Ricardo Melo, 58, é jornalista. Na Folha, foi editor de “Opinião”, editor da “Primeira Página”, editor-adjunto de “Mundo”, secretário-assistente de Redação e produtor-executivo do “TV Folha”, entre outras funções. Atualmente é chefe de Redação do SBT (Sistema Brasileiro de Televisão). Também foi editor-chefe do “Diário de S. Paulo”, do “Jornal da Band” e do “Jornal da Globo”. Na juventude, foi um dos principais dirigentes do movimento estudantil “Liberdade e Luta” (“Libelu”), de orientação trotskista.

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ricardomelo/2014/01/1396816-o-ensaio-de-golpe-branco-do-stf.shtml

  4. A “EXTRAORDINÁRIA” COMPETENCIA DA GLOBO… EM MANIPULAR

    A “EXTRAORDINÁRIA” COMPETENCIA DA GLOBO… EM MANIPULAR

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    “Nota de correção sáb, 11/01/14 por Tomatino | categoria Aviso editorial

    Na sexta-feira (10), expliquei no Conta Corrente o fechamento de 2013 do índice de inflação IPCA que ficou em 5,91%, segundo o IBGE. Ao comparar com os índices dos anos anteriores, houve um erro no gráfico de barra do indicador, apesar de os números estarem corretos. No próximo programa, na segunda-feira (13), explicarei no Conta Corrente o gráfico correto. Peço sinceras desculpas.

    Tomatino”

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    A inflação para a Globo

    Tento ser imparcial, mas os fatos me jogam na lona. Tento me convencer que o termo PIG é uma bobagem de quem não tem cérebro, mas os fatos me sacodem.

    Recebo de um amigo este gráfico publicado no Conta Corrente (GloboNews). Veja como se constrói o jornalismo militante no Brasil. No gráfico (que ele fotografou direto da tela) uma inflação de 5,9% é maior que 6,5%. Algo mágico.

    Por Ruda Ricci, sábado, 11 de janeiro de 2014,
    em http://rudaricci.blogspot.com.br/

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    Gráfico da Globo inflaciona a inflação

    Luiz Carlos Azenha, 11 de janeiro de 2014 às 16:23,
    em http://www.viomundo.com.br/humor/grafico-da-globo-inflaciona-a-inflacao.html

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    Um incrível gráfico que diz muita coisa

    Olha que o Conta Corrente é um programa especializado em economia, exibido num canal fechado, tendo como público alvo, em tese, pessoas bem informadas. Se a Globo é “descuidada” assim num programa como esse, imagine as barbaridades que não faz numa concessão pública.

    Por essas e outras é que o governo federal, agora que já identificou uma guerra psicológica de setores da mídia ligados à oposição, à economia brasileira, deveria parar de injetar dinheiro nela.

    Nem comentei por aqui, porque ainda estou em estado de choque, a notícia de que o ministro da Educação, Aloisio Mercadante, acaba de presentear o grupo Abril com um contrato de R$ 2,5 milhões, sem licitação, para fornecimento da revista Nova Escola. Não sei o que é pior: se é o ministro dar dinheiro para a Abril, se é fazê-lo sem licitação, ou se é dar o lixo da Abril para nossas crianças. Bem, acho que o pior, com certeza, é a última opção

    Por Miguel do Rosário on 13/01/2014 – 7:32 am
    em http://www.ocafezinho.com/2014/01/13/um-incrivel-grafico-que-diz-muita-coisa/

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    Gráfico da inflação da GloboNews é o que se pode chamar de vandalismo jornalístico

    Todos os inícios de ano a Globo lidera o terrorismo inflacionário. A inflação do ano que virá pode colocar o país em risco e blablablá.

    Nos almoços de família, os parentes mais sensíveis às bobagens midiáticas repetem o mantra de que a situação está ruim e que o país está caminhando ladeira abaixo.

    Que no final, todo o esforço feito pelo príncipe em 1994 ao debelar o dragão, vai ser jogado fora pelos aloprados do PT. Como se o Brasil de 2014 tivesse algo a ver com aquele que vivia de calças abaixadas para o FMI e que tirava os sapatos como sinal de respeito ao deus USA.

    Todo começo de ano é assim, a inflação é a bola da vez.

    Mas dessa vez a Globo levou o índice de ridículo ao limite ao fazer o gráfico acima. Não há proporção alguma nele. E isso é o mínimo para fazer um gráfico minimamente sério com dados informativos.

    Nem na época de jornalzinho de Centro Acadêmico meus colegas mais radicais proporiam algo tão absurdo.

    Prestem atenção na distância desproporcional do 5,81% do centro da meta de 4,5%. Os 4,5% são três vezes menor do que os 1,31%. Isso não é o mais grave. O 5,91% de 2013 é maior do que 6,50% e 5,82%, índices de 2010 e 2011.

    O fato é que a inflação não superou o teto da meta que é de 6,5% em nenhum ano. No limite ficou no teto em 2010. E ficar em 5, 91% no ano passado não é nada grave. É parte do jogo.

    Com este tipo de abordagem a Globo ultrapassa até a linha do que se pode chamar de desinformação. Isso é vandalismo jornalístico.

    Duvido que a assessoria de imprensa de uma grande empresa deixasse uma sacanagem dessas sem resposta. Ia ter carta esculachando o veículo e pedindo correção. Se negasse, o veículo seria cortado da programação de publicidades da empresa.

    Mas como o governo federal é ao contrário. Da mesma forma que o generoso ministro Mercadante decidiu enfiar 2,5 milhões na Abril, comprando Nova Escola, a Globo ainda vai lucrar por ter feito mais essa sacanagem.

    E assim caminha a umanidade. Eu não errei não. Coloquei sem h de propósito. Porque essa humanidade não merece a palavra completa.

    Renato Rovai, 11/01/2014
    em http://revistaforum.com.br/blogdorovai/

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  5. São Paulo, o Maranhão é aqui. (Leiam na sequência)

    Encapuzados matam ao menos 13 pessoas na madrugada em Campinas

    UOL

    Ao menos 13 pessoas foram assassinadas na madrugada desta segunda-feira em Campinas (a 93 km de São Paulo), segundo a Polícia Civil.

    Os crimes ocorreram em bairros da zona oeste da cidade, no entorno do Ouro Verde, um dos mais populosos bairros da periferia da cidade. A polícia investiga se os crimes têm relação entre si.

    Os corpos foram levados para o Instituto Médico Legal (IML) e os nomes das vítimas ainda não foram divulgados pela polícia.

    No fim da manhã, o delegado José Carlos Fernandes, responsável pelas investigações, dará uma entrevista coletiva para falar dos crimes.

    Testemunhas dos crimes disseram à TV Record que os assassinos estavam encapuzados e chegaram em carros. Perto dos corpos, a perícia recolheu diversas cápsulas de pistolas.

    Cinco ônibus são incendiados em São Paulo em pouco mais de 24 horas

    UOL

    Ônibus foi queimado na madrugada desta segunda-feira (13) na região do Capão Redondo, na zona sul

    Cinco ônibus foram incendiados em pouco mais de 24 horas entre a noite de sábado (11) e o começo da madrugada desta segunda-feira (13) na capital paulista. Segundo a Polícia Militar, não houve feridos nem suspeitos detidos.

    Por volta da 1h da madrugada de hoje, sete pessoas atearam fogo a um ônibus na rua Luís de Oliveira, no Capão Redondo, na zona sul de São Paulo. A PM não soube informar o motivo do ato.

    Na noite deste domingo (12), às 21h, dois ônibus foram incendiados no Itaim Paulista, na zona leste da capital. Um dos veículos foi parado na estrada Dom João Nery e o outro, no cruzamento das ruas Basílio Salazar e Dom João de Lancastre. Segundo a polícia, os atos foram em protesto contra o desaparecimento de uma adolescente de 13 anos com doença mental.

    Às 5p0 de domingo, outro ônibus foi alvo de ataques. Oito homens subiram no veículo na rua Henrique Sam Mindlin, no Jardim Comercial, na região do Capão Redondo, na zona sul, pediram para os passageiros descerem e atearam fogo usando gasolina.

    Outro caso foi registrado às 23h do sábado (11) na rua Feitiço da Vila, no Valo Velho, na zona sul. O motorista e a cobradora do ônibus disseram que dez homens exigiram que os passageiros desembarcassem antes de incendiar o veículo. (Com Agência Brasil)

    Nova facção mais violenta se organiza em presídios de SP

    UOL

    Chamado de Cerol Fino, grupo criminoso tem como marca decapitação de inimigos; 7 detentos foram mortos em 2013

    Secretaria diz que abriu procedimento para apurar morte de preso no dia 28 e que foi instaurado inquérito

    Uma nova facção criminosa tem atuado nos presídios de São Paulo sob a marca de ações violentas, como a decapitação de inimigos.

    A organização chamada de Cerol Fino já foi responsável pela morte de pelo menos sete detentos neste ano em penitenciárias paulistas.

    O nome do grupo, segundo agentes penitenciários, é uma alusão às linhas de pipa feitas com cola de madeira e caco de vidro moído, que cortam como navalha.

    O preso Anderson de Castro Moraes Borges, 28, da Penitenciária de Andradina (627 km de SP), foi a última vítima da facção criminosa.

    Borges dividia uma cela com outros dois detentos no setor disciplinar. Ele foi decapitado no último dia 28. O coração foi arrancado. A barriga foi cortada e a cabeça, colocada dentro dela.

    Os dois presos acusados pelo crime foram transferidos para a Penitenciária 1 de Presidente Venceslau (611 km de SP). O presídio abriga, em setores separados, integrantes de diversas facções que cometeram falta grave no sistema prisional. Ao menos 50 deles são do Cerol Fino.

    Segundo agentes penitenciários, detentos da facção também já mataram neste ano dois rivais na Penitenciária 1 de Itirapina (212 km de SP), um na Penitenciária 1 de Presidente Venceslau, dois na Penitenciária de Presidente Prudente (558 km de SP) e um em Sorocaba (99 km de SP).

    Em bairro nobre, maranhenses relatam medo da violência e criticam ação do governo

    UOL

    Os moradores de bairros de classe média e alta de São Luís estão preocupados com a escalada da violência em São Luís. O UOL circulou, domingo (12), por alguns dos locais nobres da capital maranhense, e ouviu muitas críticas dos moradores.

    Todos os entrevistados relataram que a insegurança cresceu nos últimos anos, pediram mais policiais e acusaram o governo de ser ineficiente no combate ao crime.

    Segundo a aposentada Maria Aparecida Senra, 70, que mora em São Luís há três anos, a violência aumentou nesse período. “A gente está com medo de sair de casa, de ir às ruas, e a todos os lugares. Tem que andar com dinheiro no bolso, o documento é só uma cópia. Não podemos andar de bolsa. Nem a banco eu vou, quem vai por mim agora é meu filho”, disse.

    A aposentada disse que chegou a ir ao Complexo Penitenciário de Pedrinhas e ficou chocada com a situação. “Fui lá, uma coisa absurda. Morro de pena de quem mora ali perto”, disse a morador do Alto do Calhau.

    Preso diz que transferências podem gerar mais ataques

    Para o engenheiro Manoel Menezes, 61, a segurança pública sempre foi um problema, mas ele concorda que os índices cresceram nos últimos tempos.

    “De uns tempos para cá, isso virou um caldeirão. Lá o presídio é dominado por facções. Dá a impressão que eles comandavam o crime aqui fora, antes; e agora, como foram presos, comandam de lá”, afirmou.

    Menezes também critica a gestão penitenciária do governo.

    “Houve dinheiro que veio de Brasília, mas o investimento não foi realizado. A governadora [Roseana Sarney] foi ineficiente e mostrou um total descompromisso com a situação. Lembro que [José] Sarney teve seu primeiro mandato aqui em 1963, com discurso de mudança. E desde lá nada mudou”, disse.

  6. De quem é a culpa por Pedrinhas?

    Nassif, segue artigo de minha autoria, a respeito do caos em Pedrinhas, públicado na edição de 12/01, do jornal O Estado do Maranhão:

     

    De quem é a culpa por Pedrinhas?

    *Ivo Anselmo Höhn Junior

     

    “A culpa é minha e eu a coloco em quem eu quiser.” Homer J. Simpson

    O garoto jogava bola em um desses campinhos improvisados em terrenos baldios da periferia pobre de São Luís. Na verdade, uma grande turma de meninos felizes, peraltas, desses que se veem por aí. Na falta de praças, quadras ou ginásios, montavam as suas traves naquele espaço.

    A maioria não frequentava a escola e os poucos matriculados já eram repetentes. Reclamavam da distância, mas pelo menos o recreio era longo, pois muitos professores faltavam. Podiam brincar nesse tempo livre e sem aulas. Era bola, chucho, papagaio, brincadeiras de criança…

    Livros, o garoto não possuía. Não sentia muita falta; tinha mesmo dificuldade para ler aquelas histórias, apesar da enorme curiosidade em saber o que acontecia com os piratas, monstros e heróis das figuras. Seus pais não podiam lhe ajudar.

    Aliás, seu pai andava nervoso, desempregado e fazendo bicos. O pior – mas o garoto não sabia – era a pressão daquelas gangues para que ele trabalhasse para o tráfico. A invasão onde moravam era dominada por grupos rivais que controlavam as bocas de fumo. Maconha e merla eram as mercadorias naquele tempo.

    Seu time estava desfalcado, pois o melhor atacante andava enfermo. Sempre havia uma criança doente na vizinhança. Nem sequer desconfiavam – aqueles garotos – que o esgoto a céu aberto na porta das casas de taipa era uma das causas da derrota no último campeonato de periferia.

    A mãe trabalhava como doméstica em casa de “branco”, sem carteira assinada. Levava horas para ir e voltar, com os ônibus sempre lotados.

    Rezava para os filhos não adoecerem. É que sua patroa não iria gostar se tivesse que faltar dias seguidos para conseguir uma vaga na fila do posto de saúde.

    Do outro lado da cidade, naquela mesma tarde abafada de São Luís, outro menino jogava futebol com os amigos. O campo era gramado, num dos bons clubes da cidade. Depois da escola e da aula de inglês, estavam liberados para jogar bola, brincar de chucho, empinar papagaios. Eram as brincadeiras de criança.

    Eram felizes e peraltas. No bairro havia esgoto e água encanada (nem todo dia), mas as ruas eram esburacadas e a coleta do lixo era irregular. A praça estava abandonada há tempo, e os vizinhos cada vez mais reclamavam de assaltos. Seus pais não gostavam que brincassem na rua.

    A família tinha suas dificuldades: o irmão mais velho fora preso dirigindo bêbado, mas o pai resolveu com dois telefonemas.

    Eram garotos parecidos; mesma idade, a alegria e as fantasias e a inocência das crianças.

    Os dois garotos viviam em mundos bem distantes, porém afastados por poucos quilômetros.

    Certa vez, encontraram-se na praia.

    Um jogava bola com os amigos; o outro acompanhava parentes que admiravam o pôr-do-sol na Ponta D’Areia. Nunca fora àquela praia; não era frequentada por seus amigos. Todas eram meio sujas, mas aquela parecia mais.

    O garoto resolveu chamar o estranho para completar seu time. Ganharam a partida, riram, brincaram de chucho, empinaram papagaios… Descobriram que dividiam o mesmo sonho de jogar na seleção brasileira.

    O convite para jogar videogame no apartamento foi aceito. Porém, o pai zeloso chamou de volta o filho. Era hora de ir e nada de convidar aqueles meninos para casa. Poderiam ser perigosos.

    O garoto da invasão não teve a força do pai. Começou fazendo pequenos serviços para os traficantes, que já comercializavam o crack. Cresceu e ganhou a confiança do líder. Pouco tempo depois, era dono de suas próprias bocas.

    Fora isso, a invasão agora era um bairro. Ainda sem esgoto, escolas precária e posto de saúde lotado.

    O menino do apartamento fora nomeado por um político, amigo da família, para um cargo público. Nem precisou fazer concurso. Seu pai andava nervoso com uns problemas de sonegação fiscal e licitações. Contudo, seus amigos influentes tranquilizavam-no.

    Nos últimos meses, já homem feito, horrorizado com os atos de violência nas ruas de São Luís, evita sair de seu condomínio. O medo domina a cidade e impõe o toque de recolher. Após assistir ao vídeo com presos decapitados na Penitenciária de Pedrinhas, comentou em uma rede social: “bandido bom é bandido morto”.

    Não reconheceu o garoto da praia entre os decapitados. Aquele dia, com o novo amigo, apagou-se da memória.

    Este relato é real. Ocorre em qualquer cidade brasileira, pois é o enredo de nossas relações sociais. Um dos garotos pode ter sido decapitado ou ser um dos 62 mortos na Penitenciária de Pedrinhas. Ou ainda está lá dentro, rezando para não morrer em breve?

    Obviamente, nem todos os garotos seguem esse roteiro. Mas quais as oportunidades reais apresentadas aos dois?

    A atitude mais comum nos momentos de crise é distribuir culpas. Seja por projeção freudiana dos erros e falhas, seja por puro cinismo, joga-se a culpa de nossos fracassos nos outros.

    A morte trágica de Ana Clara e as barbaridades em Pedrinhas. Qual nossa culpa?

    Os presídios brasileiros, entre eles Pedrinhas, sempre estiveram à vista do Executivo, do Legislativo, do Ministério Público e do Judiciário. Por que deixamos chegar a esse ponto? O que estamos fazendo para enfrentar a questão, além de projetar culpas?

    Os Executivos negligenciam os problemas carcerário, educacional, e de saúde, saneamento, mobilidade urbana e segurança.

    Nossa Assembleia Legislativa ainda não constituiu CPI a fim de apurar gestões antigas e atual no sistema penitenciário.

    O Judiciário – moroso e burocrático – precisa mudar. Conduzimos da melhor forma os processos que apuram desvios de recursos públicos? Julgamos com idêntico rigor o assaltante, o corrupto e o sonegador?

    Verbas desviadas da educação retiram daquelas crianças da periferia as oportunidades de vida digna e de formação para o mercado de trabalho. O dinheiro apropriado da saúde impede a execução de políticas públicas de prevenção e de tratamento de dependentes químicos. Desvio de dinheiro público, portanto, custa caro. A violência urbana é um dos preços.

    Dividimos a cidade em mundos estanques, carregados de intolerância e de incompreensão. A barbárie em Pedrinhas é subproduto de comportamentos violentos em toda a sociedade: agressões contra mulheres, maus tratos contra crianças, comportamento no trânsito. Atos que se tornaram cotidianos e ficam impunes. Alguns celebram as decapitações, pois são “bandidos a menos”. O mal banalizado, advertiu Hannah Arendt.

    Um garoto foi degolado. O outro está com medo. Ana Clara morreu. Sua mãe, sua irmã e Márcio da Cruz, que tentou salvá-las, lutam pela vida. Querem voltar para casa, ali na periferia.

    Um mundo tão distante a poucos quilômetros. Sem rede de esgoto, praças, educação, saúde…

    Antes de projetarmos nossas culpas nos outros, vale lembrar Nietzsche: “Aquele que luta com monstros deveria olhar para si mesmo para não se tornar um monstro. E quando você olhar para um longo abismo o abismo também deve olhar para você”.

     *Juiz federal e professor universitário

     

  7. Phd em THC

    Cultivo da Maconha: Nova Disciplina Acadêmica Colorado

    Após a aprovação do referendo estadual que legalizou a maconha em novembro de 2013, a THC Universidade abre suas portas em Denver para ensinar as pessoas o cultivo da cannabis em suas casas.

    DENVER – A população do Colorado está vivendo um tipo diferente de sonho americano: cultivar e consumir, legalmente, a própria maconha, algo possível após a aprovação do referendo realizado nas eleições de novembro passado no Estado das Montanhas Rochosas.

    Aprovada com o apoio de 54%, a nova legislação permite o uso recreacional e o cultivo de até seis plantas dentro de casa.

    Uma vez que a lei proíbe a compra da maconha e estabelece que as plantas não podem ser vistas do lado de fora, os fumantes do Estado devem aprender a cultivá-las no interior da residência, uma tarefa fácil nem sempre fácil. 

    Esta foi a motivação para Matt Jones, 24 anos, para abrir uma nova “escola” profissional no Colorado para ensinar a difícil arte de cultivar maconha: a Universidade THC.

    Foto: THC University

    “Eu sou um empreendedor natural. Muitas das minhas ideias são rejeitadas por uma razão ou outra, mas quando pensei na Universidade THC, eu sabia que tinha a oportunidade de ser um player importante nesta nova indústria”, disse Jones ao Clarin. “O objetivo agora é ensinar as pessoas como cultivar, legalmente, os pés de maconha dentro de sua casa. Em breve iremos produzir um programa com certificação para aqueles que desejam entrar no setor profissional.”  

    O instituto planeja começar o seu primeiro curso nas próximas semanas. “Localmente, temos tido uma grande resposta, mas estamos surpresos com a resposta de fora do Estado e até mesmo de outros países. Em breve iremos oferecer cursos on-line também “, diz Jones.

    O conteúdo do curso é puramente prático, mas não necessariamente simples.”Não é uma abordagem apenas sobre o manuseio de sementes e o plantio. Primeiro, deve-se escolher uma variedade, uma vez que há muitas no mercado. As aulas abrangem tudo o que há para saber sobre o cultivo da planta no interior. Nós ensinaremos tudo, desde plantar a semente até a sua colheita “, explica. A maioria do corpo docente virá da indústria da maconha medicinal, um negócio florescente.

    Jones sabe que o tema geral cria resistência em alguns círculos conservadores, mas ele não está preocupado. “Claro que há adversários à nova lei, mas a maioria apoia a legalização. Haverá reações, tenho certeza. Mas isso sempre acontece quando uma proibição termina “, diz ele. “Não foi diferente com o álcool.”

    http://www.worldcrunch.com

  8. Bola CR7 de Ouro

    “Ronaldo é justo vencedor” – Messi

    “Não é a primeira vez que o digo: é admirável aquilo que Cristiano tem vindo a fazer no seu clube e na seleção. Já destaquei a classe dele enquanto jogador. Apesar de sermos rivais, concorrentes no Barça e no Real Madrid é importante destacar os bons jogadores”, apontou Messi.

    Lionel Messi, que concorria com Cristiano Ronaldo para a Bola de Ouro, considera que o internacional português é justo vencedor do troféu que distingue o melhor jogador de 2013.

    “Quero felicitar o Cristiano porque foi justo vencedor. Não tenho mais nada a dizer. Foi um ano bom para os três (Ronaldo, Messi e Ribéry) e, por isso, estávamos aqui. Não tenho de reclamar nem de me desculpar com nada», disse Messi após a cerimónia, justiçando as lágrimas de Ronaldo com «a emoção do momento”.

    Questionado se podia ter revalidado o troféu se não tivesse estado tanto tempo lesionado: “Não sei se teria sido diferente. É verdade que estive muito tempo fora. Não cheguei bem às meias-finais da Champions e esta temporada lesionei-me no início da temporada. Mas penso que não tem nada a ver. Cristiano teve mérito.”

    ***

    Cristiano Ronaldo eleito com 27,99 por cento dos votos.

    O internacional português relegou o argentino Lionel Messi, do Barcelona, para a segunda posição, com 24,72 por cento dos votos, ficando o francês Franck Ribéry, do Bayern, no terceiro lugar, com 23,36 por cento.

    De acordo com os dados tornados públicos pela FIFA, o colombiano Radamel Falcão, o galês Gareth Bale e o alemão Mesut Ozil foram os jogadores que mereceram a preferência de CR7.

    Lionel Messi, por seu turno, votou em três colegas de equipa no Barcelona: Iniesta, Xavi e Neymar.

    ***

    Neymar felicitou hoje Cristiano Ronaldo, depois de o português ter conquistado a Bola de Ouro.

    “Todos os jogadores sabem como é difícil conquistar prémios, principalmente um prémio importante como este”, afirmou o jogador brasileiro do Barcelona.

    “A minha torcida era pelo Messi, mas foi justo. É um ídolo também para mim. Parabéns ao Ronaldo.”

    http://www.abola.pt/

  9. Harley-Davidson papal leiloada para caridade

    Arrecadar fundos para a Caritas Roma é o objetivo do leilão da moto Harley-Davidson, pertença do Papa Francisco.

    O anúncio foi feito pela leiloeira Bonhams. A moto com 1.585 de cilindrada tem um tanque personalizado com uma assinatura do Papa, onde se lê «Francesco».

    Desconhece-se se o Papa chegou a conduzir a viatura, que lhe foi oferecida pela Harley-Davidson, no âmbito das celebrações dos 110 anos da construtora de motos.

    O leilão está agendado para seis de fevereiro, no Grand Palais de Paris.

    http://www.abola.pt

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