8 comentários

  1. Pós verdade em guerras……Não existe.

          Sempre são supostas verdades, tipo : Acredite quem quiser, ou torce para um dos lados, e sempre não importa o “lado” escolhido, serão cumplices de um esquema.

           Exemplos atuais :

           1. Por que Assad atacaria com GB , uma cidade ( GB1 e GB2 é a denominação do “Sarin” para militares ), mesmo que taticamente, pela possivel progressão em terreno ,Khain Sheikoun é importante para o controle de Idlib, pois trata-se do controle da M5 e vértice tático do apoio turco/ocidental, só que ataca-la quimicamente seria uma burrice muito grande, consequencias internacionais, inclusive de seus aliados (russos) seriam esperadas e certas, como foram.

            1.1. Existem alvos que NÃO se atacam diretamente, como usinas nucleares “carregadas” ou instalações de enriquecimento destes materiais, pois a dispersão destes materiais no pós ataque são prejudiciais a população – o “marketing” social em guerra existe , afinal pega muito mal “estourar” uma instalação desta, com a nuvem de destroços atingir outros Estados – é muito mais facil atingir as linhas de tranmissão de energia ( sem destrui-las, com filamentos de cobre ).

            1.2. Sergei Lavrov reconheceu que a Siria atacou a região, pois : ” Era um local de armazenamento de substancias tóxicas “, quem quiser que nele creia, mas nesta frase ele “avisou” a Assad, que este não poderia culpar os insurgentes pela ação, afinal, os russos assim como Assad sabem que, instalações que armazenam compostos quimicos, mesmo que separados ( “gases de guerra” atualmente são no minimo compostos binários, somente ativos quando próximos a serem utilizados ), quando atingidos por explosivos se dispersam e podem se combinar, principalmente através do calor gerado, portanto – quimica/fisica básica – após a elevação/combinação ( no sopro vertical da explosão ), precipitam sobre o solo, e mesmo que contaminados pelos particulados, ou seja, decrescendo em letalidade e persistência, irão matar muita gente, portanto NÃO se ataca este tipo de alvo.

          

    • Entretanto

      Prezado para o ítem 1.2

      Sem dúvida não se ataca esse tipo de algo. Mas pode-se conduzir uma postura de “terra arrasada” na retirada de forças. Além de legar ao suposto vencedor o onus de provar que “não tem nada com isso”

      Uma especialidade soviética. Utilizada na IIWW.

      Assad paga o preço pela sua impopularidade junto aos deputy sheriffs, mas vendo o que ocorreu com o Coronel Gaddafi, é facil entender sua preferencia à resultado concretos no lugar de ações de mídia.

  2. Painel do leitor
    Esclareço

    Painel do leitor

    Esclareço que o Seminário Luso-Brasileiro de Direito é organizado pelo IDP, pela FGV e pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, sendo má-fé a referência feita na matéria. Os patrocinadores não são meus, mas do evento. Não há padrão nos critérios usados pela Folha nessas divulgações, pois realizou evento com patrocínio da Odebrecht e nem por isso publicou matérias colocando em dúvida a índole ética de tal fato. Se há problemas, quem critica deveria ser o primeiro a dar exemplo. Na mesma página em que a Folha me critica, há anúncio de evento patrocinado pela Petrobras. Além disso, ao contrário do publicado, meu gabinete no STF ou no TSE não foi procurado.

    GILMAR MENDES, ministro do STF

    NOTA DA REDAÇÃO – A Folha procurou por escrito a assessoria de comunicação do STF às 15h de quinta-feira (6), informando da publicação e com questionamentos. Não houve resposta.

     

  3. Só pra lembrar :
    Quando o

    Só pra lembrar :

    Quando o adolescente jornalista( Juca k.) denuciou a treta da Loteria Esportiva com jogos comprados na revista Placard , eu estava no meio.

    Todos nós perdemos. Por que ?

    Porque éramos movidos a informações de jogos comprados.. E quando não compravam jogos, nos informavam que a zebra era comprada. E nunca acontecia.Ou quase nunca.

    O mané das tintas morreu por causa disso.

    Mas agora, com lotereias federais não é a mesma coisa. Não precisa manipular o juiz , zagueiros e goleiros do time favorito.

    Quando a Lava Jato ou qualquer outra operação chegar nisso, será o maior crime da história do planeta.

    Uma dica: A loteria esportiva era manipulada pelos banqueiros do RJ.–quando dava certo.

    A suposta manipulação da C . E , F , se é que existe, é manipulada por pessoas do baixo escalão.

    Porque o alto escalão além de trocar sempre, não fica nem sabendo.

    Não escrevo de ”alegre”.

    E tbm nada mais tenho a dizer.

     

    • Eu já sei quem vc é.
      O cara

      Eu já sei quem vc é.

      O cara de uma bolimha

      Tenho seu nome ,endereço e as condenações judiciaos que tem.

      Se o seu perfil não for aprovado pelo blog ( porque não cadastrado)há um  castiçal ambulante que é aprovado sem consulta;

      Aliás , nunca entendi isso :Só os cadastrados são publicados imediatamente  e sem revisor ?

      E os Amigos e comparsas dele ? O g g n detecta ?

      Dedecta o caramba.

      Baita besteira,

  4. Terceirização torna mais difícil entender e combater acidentes e

    Terceirização torna mais difícil entender e combater acidentes e doenças, alerta Maria Maeno

    http://previdenciabrasil.info/terceirizacao-torna-mais-dificil-entender-e-combater-acidentes-e-doencas-explica-maria-maeno/

    10 abril, 2017 9:18

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    Com a terceirização, subnotificação de acidentes deve aumentar, assim como a dificuldade de estabelecer vínculo entre as doenças e o ramo de atividade dos trabalhadores

    A médica Maria Maeno, especializada em Saúde do Trabalho, alertou em dezembro, no Previdência, Mitos e Verdades: se a “reforma” da Previdência defendida pelo governo Temer for aprovada, a menor proteção e maior precarização das relações de trabalho levará as pessoas a “pensar várias vezes” antes de aceitar um afastamento, o que tende a aumentar a cronificação das doenças.

    No texto abaixo, ela explica por que a Lei da Terceirização, sancionada por Temer no final de março, vai dificultar ainda mais o combate a doenças e acidentes do trabalho no Brasil: os dados necessários para entender o problema já são, hoje, pouco confiáveis. Com a nova norma, será ainda mais difícil estabelecer vínculos entre os males que atingem os trabalhadores e trabalhadoras e as empresas e setores onde efetivamente atuam.

    Por Maria Maeno, médica e pesquisadora da Fundacentro

    A permissão para a terceirização geral terá muitos impactos sobre os direitos dos trabalhadores, como já vem sendo discutido por diversos estudiosos do mundo do trabalho. No que se refere à informação sobre a saúde do trabalhador, se já temos discrepâncias em relação à real dimensão dos acidentes e doenças relacionados ao trabalho, essa discrepância tenderá a aumentar.

    Há estudos como o do Dieese, em 2010, que estudou o setor elétrico com dados sobre acidentes do trabalho da Previdência Social e da Fundação Coge, que desde 2000, realiza a elaboração do relatório de estatísticas de acidentes no setor elétrico brasileiro, incluindo os terceirizados. Comparando os acidentes fatais registrados por essas duas fontes nos anos de 2006, 2007 e 2008, o Dieese constatou que há uma discrepância entre os números obtidos dessas fontes. Em 2006, a Fundação Coge registrou 3 vezes mais acidentes fatais do que a Previdência Social e nos anos seguintes, quase 3 vezes mais.

    A tendência será de aumento da subnotificação, pois os acidentes ocorrerão com trabalhadores cujas empresas de vínculo poderão ter contratos com variados ramos econômicos. Se um acidente atingir um trabalhador terceirizado, caso tenha a Comunicação de Acidente do Trabalho (CAT) emitida, entrará na “cota” da terceirizada. Portanto, o Estado terá mais dificuldades de “rastrear” esse acidente, pois a empresa terceirizada pode ter contrato com uma empresa metalúrgica, química ou plástica. Na verdade, as empresas terceirizadas “alugam” a força de trabalho das pessoas.

    Os dados da Previdência Social sofrem de problemas crônicos, entre eles, inconsistências e subnotificações. Por exemplo, no Anuário Estatístico da Previdência Social (AEPS), de 2014, 23.492 acidentes do trabalho tinham as atividades econômicas como ignoradas, o que equivalia a 3,3% do total dos acidentes. Após as correções que são feitas anualmente, o AEPS de 2015 nos mostra que na realidade foram 128.435 acidentes que não tiveram as atividades identificadas, isto é, 18% do total de acidentes.

    Qual seria a explicação para tamanha diferença? As correções não deveriam ser para justamente diminuir o número de dados de baixa qualidade? Mesmo os números corrigidos de 2013 e 2014 apresentam discrepâncias que não conseguimos explicar. Por exemplo, em 2013 e 2014, de longe, as atividades econômicas ignoradas são as mais numerosas, se comparadas a aquelas nas quais mais acidentes foram registrados, mas qual seria a explicação para um salto de mais de 460% de 2013 para 2014 (de 27.792 para 128.435)?

    Tampouco permitem aferir dados sobre acidentes do trabalho de empresas terceirizadas, justamente porque a classificação é feita pelos códigos dos ramos econômicos e dentro de certos ramos econômicos há vários outros de empresas terceirizadas, cujos trabalhadores acidentados têm os acidentes registrados nos códigos das empresas a que são vinculados. Com a terceirização, isso se ampliará.

    Exemplo, se uma empresa tem o Código Nacional de Ramo Econômico (CNAE- classe) 1011, sabe-se que se trata de um frigorífico com abate de bovinos. As doenças mais frequentes entre os trabalhadores vinculados a esse CNAE-classe são consideradas ocupacionais, mesmo sem a emissão de CAT. No caso da terceirização, a empresa continua com o CNAE-classe 1011, mas os trabalhadores terceirizados podem ser vinculados a quaisquer outros CNAE, diferente do 1011. Isso quer dizer que as doenças adquiridas pelos contratados devido às condições de trabalho da empresa contratante não são reconhecidas como ocupacionais, se não têm CAT emitida. E essa emissão depende das inúmeras empresas terceirizadas que têm trabalhadores dentro da empresa. Isso já ocorre, mas se ampliará muito.

    No caso de doenças ocupacionais altamente prevalentes, como as lesões por esforços repetitivos (LER) e transtornos psíquicos, em que boa parte é oriunda de um processo insidioso e muitas vezes lento de adoecimento, será mais difícil estabelecer em qual das empresas o trabalhador adquiriu a doença e portanto, o nexo causal será dificultado.

    Esse cenário implica também possível diminuição da força dos sindicatos e uma maior dificuldade de organização dos trabalhadores.

    Isso quer dizer que poderemos ter um aumento dos adoecimentos, pelas condições precárias e pela menor capacidade de enfrentamento das situações adversas, mas a origem ocupacional desses adoecimentos ficará camuflada pela maior dificuldade de estabelecimento de nexo causal.

    (Foto: Mara Grabert)

  5. Solicita informação

    Apreciador do blog, gostaria de saber se sua editoria recebe colaborações para divulgação. Em caso de resposta afirmativa, apreciaríamos saber como encaminhar artigos. Agradeço antecipadamente pela atenção.

    Cesar Vanucci

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