4 comentários

  1. O presidente fakenews continua espalhando a notícia falsa de que o petróleo que o seu governo não cuidou é de origem venezuelano e muitos vão caindo, sem se lembrar das aulas básicas de geografia/correntes oceânicas e localizações.
    Como lembrou Fernando Brito, pelo Nordeste brasileiro, passa a Corrente Equatorial que se encaminha para o Caribe, onde ajuda a formar a Corrente do Golfo. Portanto, o óleo para vir da Venezuela teria de andar na “contramão” da corrente do mar.

    https://www.diariodocentrodomundo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/brasil-600×295.jpg

  2. As manifestas semelhanças entre Bostonaro e Nguyen Ngọc Loan e entre o $érgio Moro e Nguyen Van Lem:

    https://www.google.com/search?q=execu%C3%A7%C3%A3o+em+saigon&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwiP75Sbm7LlAhXnLLkGHbDhAUwQ_AUIESgB&biw=1467&bih=704&dpr=1.09#imgrc=GKnhgsmZ7ercWM:

    https://www.google.com/search?biw=1467&bih=704&tbm=isch&sa=1&ei=qjGwXcmyN7WV5OUP8t264AE&q=bolsonaro+arminha+cab%C3%A7a+moro&oq=bolsonaro+arminha+cab%C3%A7a+moro&gs_l=img.3…3837.9666..10466…2.0..3.688.7334.2-17j4j2j2……0….1..gws-wiz-img._SpBwE05IHs&ved=0ahUKEwjJr_iOnLLlAhW1CrkGHfKuDhwQ4dUDCAY&uact=5#imgrc=WT9mLBS-VBJ-vM:

    Quanto mais o tempo passa, mais Karl Marx se torna atual. Marx abre uma de suas obras, o 18 Brumário, com o seguinte parágrafo:

    “Hegel observa em uma de suas obras que todos os fatos e personagens de grande importância na história do mundo ocorrem, por assim dizer, duas vezes. E esqueceu-se de acrescentar: a primeira vez como tragédia, a segunda como farsa”.

  3. Bolsonaro vai enterrar a indústria naval ao zerar a tarifa de importação de embarcações, hoje de 14%.

    Em 2014, havia 84 mil empregos qualificados; hoje, menos de 20 mil (também foram destruídos 300 mil empregos indiretos). Em 2015, a carteira do Fundo da Marinha Mercante era de US$ 22 bi; hoje, US$ 7 bi.
    Lava Jato e desmonte da exploração do pré-sal ajudaram. A Petrobras perdeu campos e vendeu reservas e é substituída por petroleiras estrangeiras que têm seus fornecedores.
    O mínimo de conteúdo local exigido na exploração foi reduzido de 40% para 18%, até retroativamente, beneficiando contratos em andamento.
    Ao invés de recuperar esse importante setor da indústria e seus empregos qualificados, Bolsonaro favorece empresas e interesses estrangeiros e consolida o Brasil como grande quintal de produção e exportação de produtos primários. Empregos e renda lá fora. Aqui, apenas precarização e maiores desigualdades.
    Em 2007, o setor naval foi incluído no PAC como setor estratégico. E de 2000 a 2013, a produção offshore e de navipeças aumentou 19,5% ao ano (IPEA), com grandes impactos importantes sobre a economia brasileira: forte geração de emprego e renda; desenvolvimento de uma rede de fornecedores nacionais de insumos, peças e componentes; oportunidades para a expansão de processos de inovação e de novas tecnologias em produtos e processos; desenvolvimento e expansão do segmento de produção de plataformas de exploração e produção de petróleo e de gás offshore; implementação e ampliação de serviços de cabotagem de óleo bruto e derivados; aumento da capacidade de conquista de mercados externos; e efeitos significativos sobre a formação bruta de capital fixo, entre outros.
    O setor cresceu com políticas de desenvolvimento e foi destruído pela ruinosa combinação de erros da lava Jato, ausência de um projeto de Nação, políticas de austeridade e a máxima de “menos Brasil, mais empresas estrangeiras”.

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