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1 comentário

  1. A propaganda do remédio Metoquina divulgada nas rádios de antigos tempos empolgava todo mundo. Por ser pausadamente recitada, era fácil de decorar:
    Contra a malária e a maleita
    impaludismo ou sezão
    contra todas as maldades
    Metoquina nas cidades
    Metoquina no sertão.

    Pensei que Metoquina agora não passava de lembrança dos tempos em que até remédio fazia rir gostosamente. Mas, não. Parece que Metoquina ainda existe. E no portal de Scielo vi uma observação: num ou noutro caso de uso de Metoquina, podem ocorrer danos ao cérebro.
    Paulino W. Longo e Joy Arruda, no trabalho denominado Psicoses tóxicas consequentes a administração de quinacrina são os que fazem o alerta, desde o resumo:

    RESUMO

    Lembrando os benéficos efeitos dos medicamentos à base de quinacrina (Metoquina, Atebrina) cuja descoberta veio reforçar de maneira eficiente o combate à malária, os autores salientam a possibilidade do aparecimento de complicações mentais em pequena percentagem de doentes tratados com esses medicamentos. É necessário reconhecer a possibilidade de certas pessoas serem provavelmente sensíveis ao medicamento e que, mesmo com doses normais ou inferiores às usadas no tratamento convencional, apresentam reações mentais anômalas. A presente comunicação tem por fim apenas chamar a atenção para esta eventualidade, exemplificando-a com o relato de dois casos observados em um hospital psiquiátrico.
    O texto completo encontra-se em
    http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-282X1948000200003

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