6 COMMENTS

  1. Da FAPERJ: http://www.faperj.br/?id=3996.2.0
    Ipea e RedeTec realizam mesa-redonda sobre vacinas e medicamentos contra a Covid-19
    A Rede de Tecnologia e Inovação do Rio de Janeiro (RedeTec) e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) realizam a mesa-redonda virtual “Vacinas e medicamentos em desenvolvimento para a Covid-19” na próxima quarta-feira, 17 de junho, das 17h30 às 19h30. O objetivo é discutir como garantir a disponibilidade de soluções médicas contra a doença no Brasil, no menor tempo possível. Participam do debate o presidente da FAPERJ, Jerson Lima Silva; o secretário de Políticas Públicas para Formação e Ações Estratégicas do Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC), Marcelo Marques Morales; o presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Waldemar Barroso Magno Neto; o presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), Carlos Américo Pacheco, e o presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Evaldo Ferreira Vilela. A apresentação e mediação será da pesquisadora Fernanda de Negri, do Centro de Pesquisa em C&T e do Ipea, e do presidente da RedeTec, Jorge de Paula Costa Ávila, que é pró-reitor de Extensão e Cultura da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio). As inscrições devem ser feitas pelo formulário https://forms.gle/rkAv2QeuWgqhGR8F9

  2. De Roberto Romano no Jornal da Unicamp:
    https://www.unicamp.br/unicamp/ju/artigos/roberto-romano/militares-ciencias-educacao-popular
    “Pela primeira vez na história brasileira as pessoas fardadas assumem uma atitude cordial diante de discursos que desejam reduzir a laicidade e os deveres do Estado para com os serviços públicos. Termino: as Forças Armadas não continuam a politica pretérita de defender a ciência e a técnica, aspirando à educação das massas. Hoje os militares aproveitam oportunidades para sua vida pessoal nos governos, defendem pautas corporativas e não têm mais uma doutrina de ciência e tecnologia para o Estado brasileiro.”

  3. Em editorial de 2007 o Estadão mostrava como fazer negócio com dinheiro de Fundos de Pensão:
    O preço da prorrogação da CPMF
    “Para garantir R$ 40 bilhões por ano com a aprovação da emenda constitucional que prorroga a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), o governo aceitou barganhar cargos em estatais, bancos e fundos de pensão que administram R$ 686,7 bilhões (27,2% do PIB). A gestão fisiológica destinada a satisfazer 11 partidos de uma base de apoio no Congresso com tamanho nunca antes visto na história do País tem produzido até o rodízio de aliados nas estatais e no segundo escalão.
    Esse rodízio possibilita o deslocamento de um aliado para abrir espaço para outro. Já aconteceu na Petrobrás e deverá ocorrer de novo.”

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here

Sair da versão mobile