3 comentários

  1. …Da hipocrisia e covardia óbvias no discurso do general Luiz Eduardo Ramos…
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    O Exército brasileiro jamais teve, ao contrário do que dizem algumas pessoas, um “papel moderador” na sua participação política no destino do nosso país.

    Seu papel sempre foi IDEOLÓGICO, a serviço das classes dominantes, das oligarquias e, de modo acachapante, muitas vezes, a serviço dos EUA, como uma espécie de “Força armada auxiliar dos interesses daquele país”.
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    Bem fez o ministro Fux ao salientar em sua decisão, que não cabe esse papel, na verdade, às Forças armadas: serem um “poder moderador” diante de conflitos entre os poderes estabelecidos na Constituição: Executivo, Legislativo, Judiciário. Ponto!
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    Mas, como em 64, quando escolheu lado e ideologia, se impôs pela força, prendeu, matou, torturou, censurou, tragicamente, personagens nefastos, fascistas, com um discurso eivado em hipocrisia e covardia, mais uma vez nosso Exército MACULA A SUA HISTÓRIA em troca do êxtase advindo do exercício do poder, a qualquer custo, mesmo que da honra e da dignidade que deveriam ser a essência da vida de todo militar.
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    Quando Eduardo Bolsonaro, debochando, de modo descarado, sem pudor algum, avisou à sociedade que as instituições brasileiras eram tão frágeis e covardes, que “bastaria um jeep com um soldado e um cabo para fechar o STF”, o Exército se calou, o STF se calou, a mídia noticiou como se fosse “uma molecagem do filho estabanado de Bolsonaro”. Somos o país que não enfrenta de frente, com coragem, os discursos fascistas de militares, seus familiares e os simpatizantes da ditadura como “modelo de governo”.
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    Quando um general que ocupa um alto cargo no governo Bolsonaro emite uma mensagem tão carregada de cinismo e paradoxos, sua fala é, na verdade, um crime, um atentado à democracia, ao mesmo tempo em que de modo desavergonhado, NEGA A INTENÇÃO POR TRÁS DO SEU DISCURSO AUTORITÁRIO!
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    Não podemos deixar de enxergar imensas doses de hipocrisia e uma covardia latente, imensa, na fala do general Luiz Eduardo Ramos. Ao afirmar que “conhece os atuais comandantes, porque foram seus cadetes”, está mandando um recado de força, de prepotência, algo do tipo: “não duvidem que estamos unidos na defesa do governo Bolsonaro” – é colocar a faca no pescoço dos ministros do TSE e do STF. Como é fácil fazer discursos intimidatórios quando se tem por trás de si duzentos mil homens armados, não, senhor general?
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    Onde estava a indignação do general, sua preocupação em que “não se estique a corda”, quando uma presidente honrada e honesta foi deposta num golpe sórdido, articulado por esse mesmo Judiciário que hoje ele “alerta”?
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    Onde estava o senhor general, quando Sérgio Moro, queridinho das Forças armadas até pouco tempo, prendeu e humilhou o Almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, um dos pais do programa nuclear brasileiro, sem provas reais de crimes por ele cometido? Ao contrário, numa prova inacreditável de SUBSERVIÊNCIA a um golpe apoiado pelos estados Unidos que visava destruir Lula, destruir nossos programa nuclear, destruir nossas grandes empreiteiras, destruir nossa soberania nacional, o senhor general, hoje tão “valente”, calou-se, omitiu-se! Terá participado das homenagens que esse mesmo Exércitou prestou a Sérgio Moro por fazer o serviço sujo para nossas oligarquias e os interesses dos EUA…?
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    Quando alguém se omite, diante de todas as barbaridades, crimes e violências ao Direito cometidos pelo Judiciário contra um líder, um partido, uma presidente e uma ideologia específicos, quando alguém celebra isso, usa isso para CONQUISTAR O PODER, e logo depois, AMEAÇA ESSE MESMO JUDICIÁRIO, por “esticar a corda”, quando num passado recente coisas muito mais graves e canalhas foram feitas contra a democracia do Brasil, não há como tergiversar: o nome disso é hipocrisia e covardia inomináveis!
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    Que a parte honrada e digna do nosso Exército se erga contra esse horror, esse arremedo de GOLPE que se arma nos porões do governo, um governo SUJO, envolvido até a medula com milícias assassinas, um governo GENOCIDA que multiplicou sem necessidade o número de mortes em uma pandemia que assola o planeta, um governo em que o presidente manda que seus seguidores “deem um jeito de invadir hospitais para provar que os leitos de UTI estão vazios”, o presidente mais bestial entre todos os presidentes havidos no Brasil, um presidente que o próprio Exército considerava um “demente”….
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    Se querem de fato honrar e dignificar a “farda verde oliva” de que falam com tanto orgulho, passou da hora dos militares sérios, lúcidos, democratas, griarem o mesmo grito que o ser bestial gritou recentemente: “Chega, porra!”
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    Ou enxovalharão mais uma vez, o nome da instituição na História do nosso país, endossando um louco psicótico, amigo de milicianos e bestial, comandando o destino do Brasil.
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    Eduardo Ramos

  2. …Da hipocrisia e covardia óbvias no discurso do general Luiz Eduardo Ramos…

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    O Exército brasileiro jamais teve, ao contrário do que dizem algumas pessoas, um “papel moderador” na sua participação política no destino do nosso país.

    Seu papel sempre foi IDEOLÓGICO, a serviço das classes dominantes, das oligarquias e, de modo acachapante, muitas vezes, a serviço dos EUA, como uma espécie de “Força armada auxiliar dos interesses daquele país”.

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    Bem fez o ministro Fux ao salientar em sua decisão, que não cabe esse papel, na verdade, às Forças armadas: serem um “poder moderador” diante de conflitos entre os poderes estabelecidos na Constituição: Executivo, Legislativo, Judiciário. Ponto!

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    Mas, como em 64, quando escolheu lado e ideologia, se impôs pela força, prendeu, matou, torturou, censurou, tragicamente, personagens nefastos, fascistas, com um discurso eivado em hipocrisia e covardia, mais uma vez nosso Exército MACULA A SUA HISTÓRIA em troca do êxtase advindo do exercício do poder, a qualquer custo, mesmo que da honra e da dignidade que deveriam ser a essência da vida de todo militar.

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    Quando Eduardo Bolsonaro, debochando, de modo descarado, sem pudor algum, avisou à sociedade que as instituições brasileiras eram tão frágeis e covardes, que “bastaria um jeep com um soldado e um cabo para fechar o STF”, o Exército se calou, o STF se calou, a mídia noticiou como se fosse “uma molecagem do filho estabanado de Bolsonaro”. Somos o país que não enfrenta de frente, com coragem, os discursos fascistas de militares, seus familiares e os simpatizantes da ditadura como “modelo de governo”.

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    Quando um general que ocupa um alto cargo no governo Bolsonaro emite uma mensagem tão carregada de cinismo e paradoxos, sua fala é, na verdade, um crime, um atentado à democracia, ao mesmo tempo em que de modo desavergonhado, NEGA A INTENÇÃO POR TRÁS DO SEU DISCURSO AUTORITÁRIO!

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    Não podemos deixar de enxergar imensas doses de hipocrisia e uma covardia latente, imensa, na fala do general Luiz Eduardo Ramos. Ao afirmar que “conhece os atuais comandantes, porque foram seus cadetes”, está mandando um recado de força, de prepotência, algo do tipo: “não duvidem que estamos unidos na defesa do governo Bolsonaro” – é colocar a faca no pescoço dos ministros do TSE e do STF. Como é fácil fazer discursos intimidatórios quando se tem por trás de si duzentos mil homens armados, não, senhor general?

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    Onde estava a indignação do general, sua preocupação em que “não se estique a corda”, quando uma presidente honrada e honesta foi deposta num golpe sórdido, articulado por esse mesmo Judiciário que hoje ele “alerta”?

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    Onde estava o senhor general, quando Sérgio Moro, queridinho das Forças armadas até pouco tempo, prendeu e humilhou o Almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, um dos pais do programa nuclear brasileiro, sem provas reais de crimes por ele cometido? Ao contrário, numa prova inacreditável de SUBSERVIÊNCIA a um golpe apoiado pelos estados Unidos que visava destruir Lula, destruir nossos programa nuclear, destruir nossas grandes empreiteiras, destruir nossa soberania nacional, o senhor general, hoje tão “valente”, calou-se, omitiu-se! Terá participado das homenagens que esse mesmo Exércitou prestou a Sérgio Moro por fazer o serviço sujo para nossas oligarquias e os interesses dos EUA…?

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    Quando alguém se omite, diante de todas as barbaridades, crimes e violências ao Direito cometidos pelo Judiciário contra um líder, um partido, uma presidente e uma ideologia específicos, quando alguém celebra isso, usa isso para CONQUISTAR O PODER, e logo depois, AMEAÇA ESSE MESMO JUDICIÁRIO, por “esticar a corda”, quando num passado recente coisas muito mais graves e canalhas foram feitas contra a democracia do Brasil, não há como tergiversar: o nome disso é hipocrisia e covardia inomináveis!

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    Que a parte honrada e digna do nosso Exército se erga contra esse horror, esse arremedo de GOLPE que se arma nos porões do governo, um governo SUJO, envolvido até a medula com milícias assassinas, um governo GENOCIDA que multiplicou sem necessidade o número de mortes em uma pandemia que assola o planeta, um governo em que o presidente manda que seus seguidores “deem um jeito de invadir hospitais para provar que os leitos de UTI estão vazios”, o presidente mais bestial entre todos os presidentes havidos no Brasil, um presidente que o próprio Exército considerava um “demente”….

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    Se querem de fato honrar e dignificar a “farda verde oliva” de que falam com tanto orgulho, passou da hora dos militares sérios, lúcidos, democratas, griarem o mesmo grito que o ser bestial gritou recentemente: “Chega, porra!”

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    Ou enxovalharão mais uma vez, o nome da instituição na História do nosso país, endossando um louco psicótico, amigo de milicianos e bestial, comandando o destino do Brasil.

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    Eduardo Ramos

  3. Devia ter um lugar com a lista de perguntas que nunca são respondidas. Ou serão, algum dia?
    – Quem matou Marielle?
    – Quem mandou matar Adriano?
    – Quem paga o advogado de Adélio?
    – Aquilo foi facada de verdade, ou foi fake?
    – O ou os culpado(s) de carregar os 39 quilos de cocaína que passearam em avião da FAB que serve a Presidência já foi ou foram julgado(s) e condenado(s)?
    – Paraty, aquela mansão de lá, teve algum andamento o rumoso caso? Mossack Fonseca e quem quer que seja o dono já foi condenado? Quando vão demolir aquilo?
    – etc.

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