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3 comentários

  1. Eis um governo de peidados da cabeça. O turista espacial, que aproveitou para plantar o feijão milagroso do Valdomiro no espaço, confunde infecção com infestação e quer curar o povo do sars-cov-2 com anti-helminticos ao invés de anti-virais

  2. TRUMP-20, mais letal que COVID-19
    A tragédia da gripezinha
    Edivaldo Dias de Oliveira

    O presidente dos EUA procura desesperadamente culpar a China pela pandemia da COVID-19. Nesse seu desespero chegou a constranger agencias de espionagens de seu país a encontrar uma fumaça, um fiapo de provas que apontassem a origem do vírus como sendo de um laboratório de Wuhan. Ainda assim as agencias americanas nada encontraram que sustentassem a suspeita do presidente. Mas isso não o faz desistir, pois desde que a doença ganhou proporções alarmantes em seu país ele não faz outra coisa, dia sim outro também que acusar o governo chinês das mais desbaratadas responsabilidades sem apresentar qualquer indicio de provas. Uma semana é a China noutra é uma droga nova que ele mesmo apresenta como uma panaceia, tudo para desviar a atenção da opinião pública do seu país e do mundo para o verdadeiro responsável pela tragédia que se abate sobre o seu país, mas não só. Assumir a responsabilidade pela expansão da tragédia que seria o mais sensato, isso ele não faz.

    O que se tem de concreto até o momento é a origem, o epicentro de outro vírus, o vírus da gripezinha cujas consequências tem levado a morte milhares de pessoas não somente nos EUA como em todo mundo, mais que a COVID-19. O epicentro desse vírus é os EUA, mais precisamente a Casa Branca, sede do governo e seu propagador principal se chama Donald Trump, daí a importância de nomear esse vírus de TRUMP-20, pois data do primeiro mês desse ano as primeiras declarações do presidente desdenhando o perigo da ameaça, tratada como gripezinha e suas manifestações e mortes se alastraram tão rapidamente pelo mundo como o Coronavirus.

    O biólogo Atila Iamarino revelou há semanas que se os EUA tivessem decretado o isolamento duas semanas antes 90% das mortes teriam sido evitadas por lá. Isso é de uma gravidade sem tamanho, pois quando ele disse isso as mortes beiravam os 60 mil e 90% delas significa 54 mil pessoas cujas mortes podiam ser evitadas, como esse percentual será sempre fixo, eu não consigo olhar os números de mortes por lá e subtrair dele 90% que não precisaria ser sepultadas. Quantas mortes evitáveis pelo COVID-19 pelo mundo se as recomendações da OMS tivessem sido seguidas a risca por todos os países, que preferiram dar ouvidos ao discurso tresloucado do presidente americano?

    As mídias de uma forma geral e as redes sociais como sites e blogues tem uma dívida para com esses mortos e seus entes queridos, que é separar as mortes evitáveis das inevitáveis, por parêntese ou barra, para que fique muito claro quem em cada país são os governantes responsáveis por essas mortes, até para que essas famílias possam denunciar esses líderes por genocídio em cada país ou junto ao TPI – Tribunal Penal Internacional -, que por sua vez precisa fazer uma declaração forte sinalizando que irá aceitar as denúncias de genocídio por desobediência as determinações de organizações nacionais e internacionais de saúde em caso de pandemia oficialmente declarada, pois embora seu estatuto fale em genocídio quando trata de Crime Contra a Humanidade, não é específico quanto a questões de saúde pública mundial. Essa é a hora da sua procuradoria se pronunciar a respeito do tema.

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