8 comentários

  1. TEORIA DO DELATOR – Alguem

    TEORIA DO DELATOR – Alguem preso contar sobre crimes de outros e assim tornar-se um colaborador do carcereiro

    é coisa tão antiga quanto a Historia mas fiquenos nos registros a partir do Seculo XX.

    Os serviços de espionagem russos (NKVD) e britanico (MI6) desde o começo dos anos 30 operaram largamente com agentes duplos, espiões capturados e que para salvar a pele aceitavam delatar colegas do outro lado. O fenomeno já tinha ocorrido antes, na Primeira Guerra, tornando-se uma especialidade do MI6, serviço secreto britanico fundado em 1909 por Sir Mansfield Cumming, capitão de marinha assim como pelos serviços de inteligencia alemão e francês. A agente dupla mais importante desse periodo foi Mathilde Carré  “La Chatte” e Eddie Chapmann no lado inglês. No entre guerras Kim Philby, espião inglês que chegou a ser o chefe da contra espeionagem do MI6 operava desde 1935 para a NKVD, assim como outros ingleses, George BBlake, Donald MacLean e Guy Burgess.  Eles delatavam para os russos colegas que que operavam na Russia  e com isso os levavam à morte.

    No Tribunal de Nuremberg que julgou em 1946 os crimes de guerra nazistas poucos foram os delatores mas houve alguns.importantes personagens sentados no bancos dos reus e com larga folha de crimes cometidos tais como

    Rudolf Hess e Albert Speer que delataram os colega e salavram seu pescoço da forca. Na Guerra Fria Oleg Pencovsky,  espião russo, entregou à CIA o nome de dezenas de espiões sovieticos nos EUA,  levaando todos á prisão e execução, incluindo ai o famoso grupo de espiões do programa nuclear americano.

     

    O DELATOR tem como objetivo ao delatar diminuir sua punição a custa da entrega de comparsas. É uma pratica complicada. Ao contrario do pensar comum, não existem apenas duas hipoteses na delaçao, qual seja falar a verdade ou mentir. Há mais duas: falar parte verdade e parte mentira e outra, falar aquilo que o interrogador o induz a falar.

    Este ultimo caso, para exemplificar, o delator conhece tres comparsas mas o interrogador só tem interesse em um deles e induz o delator a se aprofundar na delação em relação a este que ele quer incriminar, não lhe interessam os outros. Muitas vezes o delator conhece fatos que estão em terreno cinzento, o delator não tem ele proprio certeza mas como o interrogador tem muito interesse na incriminação desse comparsa, pressiona o delator para aumentar o grau de certeza ou até afirmar categoricamente aquilo que o delator já indicou que é duvidoso. TODO O TERRENO DA DELAÇÃO E PANTANOSO, muito mais ainda quando foge do campo do crime comum para entrar na area da politica.

    A delação é uma ferramenta auxiliar em um processo criminal, não pode ser o instrumento central porque o ser humano é falho de carater, de memoria e de convicções. Surge então a grave questão da interpretação da delação que pode ser levada para varios caminhos considerando que ao contrario da prova material, a delação se presta a interpretação tanto do delator como do interrogador. Exemplo, “levei uma mala de dinheiro em uma casa que acho que era do Governador..” Vazada a delação, já produz efeitos politicos, transferindo para o incrimnado o onus da contrprova.

    É um método perigoso que deve ser usado em situações especialissimas como em caso de guerras, não pode ser

    banalizado porque pode causar danos irreparaveis na ansia de empurrar um processo que se quer fechar.

    Nos famosos processos de Moscou de 1938 os interrogadores da CHEKA, policia politica sovietica, induziam os detidos a delatar supostos conspiradores contra Stalin mesmo que as alegações fossem inventadas. Uma vez assinadas tornavam-se elementos de verdade para que o Procurador Geral Vishinsky dessa como provada a conspiração e mandasse o delatado para a execução, milhares foram mortos assim e ao fim se executava tambem o delator. Os chamados “Processos de Moscou” eram rigorosamente formais e tècnicamente impecaveis, todos os documentos estavam lá, o problema era a falsidade ideologica de delações trabalhadas visando a um fim.

    Abstraindo do lado finalistico processual, na questão humana o delator sai da delação como um homem psicologicamente destruido,  ao final, não importa de qual crime se trata, a delação é um ato de trair a confiança.

    O homem construiu sua estrutura psicologica desde tempos imemoriais na presunção de que a vida é impossivel sem um grau minimo de confiança um no outro e a quebra desse codigo é em parte uma quebra da condição humana.

     

     

     

     

     

  2. Compro dólar a R$ 6,00 com real falsificado

    “Esperto” vende dólar a R$ 5 a”mais esperto” e recebe real falso. É a histeria…

     

     

    O caro leitor e a amiga leitora, se tem o desprazer de navegar pelos sites de economia – convertidos, desde há tempos, em “jornalismo de mercado” – certamente viu previsões de dólar a R$ 5, R$ 6 ou frases do tipo “o céu é o limite”.

     

    Pois bem, teve gente que acreditou e um mineiro (mineiro “falsificado”, feito certos uns que andam aí) foi se meter a esperto vendendo dólares a R$ 5 (o que não existiu) a alguém que achou que era bobo de comprar.

     

    Só que o “bobo” era mais esperto que o “esperto” e pagou com o “conto do paco”, mais velho que a minha bisavó: as primeiras notas eram de verdade e, no meio, só papel pintado.

     

    O UOL conta a história  e chama o homem de “investidor” no título.  Só rindo do conceito de “investidor”, não é?

     

    Mas a história serve para ilustrar o que a histeria no noticiário da mídia provoca nas pessoas: mesmo sem vender ou comprar com dinheiro falso como o estelionatário do mineirinho, a maioria acaba saindo no prejuízo por meter-se em aventuras movidas a “dinheiro rápido”.

     

    Só quem lucra mesmo, nestes espasmos de especulação – exceto os “sortudos”, claro – são os grandes, que operam de forma complicado, conjugando carteiras de compra e venda e  compensando as ousadias com outro tanto na segurança.

     

    Quem é mais velho se lembra do surto de esperteza que tomou conta da classe média com o “boom da Bolsa”, em boa parte com o tal “Fundo 157″, com o qual muito dinheiro evaporou para os bancos.

     

    Em tempos de crise é mais séria a máxima de que com dinheiro não se brinca.

     

    EM ADIÇÃO ao texto, uma musiquinha para quem foi enganado.

    [video:https://youtu.be/u35Ur6Nv0tY%5D

     

     

  3. Abusos sexuais

     postado em 27/09/2015 06:00 / atualizado em 27/09/2015 08:07

     Daniel Camargos /

    (foto: Arte/EM/D.A Press)Seis professores da rede estadual de ensino de Minas foram exonerados por assediar sexualmente e abusar de seus alunos, entre crianças e adolescentes. Outros 11 casos são investigados pela Controladoria-Geral do Estado (CGE). Relatos de assédio via redes sociais e até atos sexuais com estudantes estão detalhados em processos avaliados pela CGE, aos quais o Estado de Minas teve acesso com exclusividade.

    Entre os relatos está o caso de um professor de uma escola estadual de Curvelo, na Região Central do estado, que, em 2002, aproveitou-se da condição proporcionada pelo cargo para explorar sexualmente um adolescente de 15 anos, segundo sentença da juíza Ana Paula Lobo, da Comarca de Turmalina. Colegas do estudante e a própria vítima afirmaram, no decorrer do processo, que o professor oferecia presentes, dinheiro e até viagens em troca de relações sexuais. O acusado foi condenado a prisão em regime semiaberto em 2011 e, apesar de afastado da sala de aula, somente na semana passada foi exonerado do cargo na rede pública de ensino, após processo da CGE. (Do UAI/Estado de Minas).

     

  4. https://upload.wikimedia.org/

    https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/f/f9/T.E.Lawrence,_the_mystery_man_of_Arabia.jpg

    M16, O SERVIÇO SECRETO BRITANICO – O mais antigo serviço de inteligencia do mundo moderno completou 100 anos em 2009 e continua sendo o modelo de todos os serviços similares pelo mundo. Com caracteristicas e metodos úncios,

    postura de cavalheiros, excepcional massa critica intelectual, começou a funcionar quando o Imperio Britanico dominava um quarto da superficie terrestre e controlava os mares do mundo.

    O MI6 (Military Intelligence 6ª Seção) opera exclusivamente no exterior e recrutava especialistas em culturas e linguas estrangeiras, como o academico e especialista em arqueologia Thomas Edward Lawrence, depois mundialmente conhecido como LAWRENC DA ARABIA, outra scholar e professora de cultura arabe, Gertrude Bell (já fiz aqui dois artigos sobre ela) que era a chefe de Lawrence e desenhou com regua as fronteiras do Oriente Media. Finalmente saiu o ano passafo o filme de Hollywood sobre Gertrude Bell A RAINHA DO DESERTO, com Nicole Kidman no papel titulo.

    O MI6 começou como uma seção do Comité Imperial de Defesa e seu objetivo era coletar informações sobre a capacidade bélica da Alemanha. Seu primeiro chefe foi o Capitão de Marinha Mansfield Cumming que atravessou a Grande Guerra e chefiou até 1923, sucedido pelo Almirante Hugh Sinclair até 1939, no critico periodo da Segunda Guerra, assumiu o General Stewart Menzies, que ficou até 1962, figura lendaria sob a qual o maior feito do MI6 se realizou com a quebra do codigo alemão de transmissão de ordens militares.

    Na Escola de Cifras de Bletchley Park foi decifrado o codigo alemão ULTRA, aytavés da captura em um submarino da maquina de cifragem ENIGMA, com o que todos os cabogramas alemães pueram ser lido on line a partir de 1942, um arma fundamental para os Aliados na Segunda Guerra e que decidiu batalhas e preveniu ataques do Terceiro Reich.

    Outro metodo do MI6 era a infintração nos altos comandos e cupulas de paises alvo, o serviço tinha infiltrados no OKW – Alto Comando das Forças Armadas e no OKH-Comando do Exercito da Alemanha, cuja identidade até hoje e desconhecida. A infiltração é uma técnica que o MI6 operou com maestria a tal ponto que tambem foi vitima dela com o famo caso Philby, quando um de seus mais altos funcionarios de carreira, Kim Philby,  já era espião sovietico quando entrou no serviço e chegou a chefiar a seção de contra espionagem do MI6. Já relatei aqui varias vezes o Caso Philby,

    que terminou com Kim Philby fugindo para Moscou onde se aposentou como General da KGB, uma desastre monumental para o MI6 e que atingiu sua reputação.

    O MI6 é completamente diferente da CIA, serviço muito mais novo e de recursos infinitamente maiores, mas que não tem a historia, o nivel e o charme do MI6, romantizado nos filmes de James Bond e nos livros de John Le Carré e Frederick Forsyth, foram dezenas de romances produzidos por esses autores, ambos ex-agentes do MI6.

    Ao contrario de que alguns pensam, o MI6 continua super ativo e repaginado, com estruturas tecnologicas de primeira categoria, não esquecer que o computador foi inventado por um cientista do MI6 e seu primeiro uso eficiente foi na Escola de Cifras de Bletchley Park.

    Ao contrario da CIA, subordinada diretamente ao Presidente dos EUA, o MI6 é hoje subordinado ao Foreing Office, o Ministerio das Relações Exteriores do Reino Unido mas oas agentes em cada Pais não são subordinados aos embaixadores, que sequer sabem quem são, ao contrario da CIA, onde os residentes são muitas vezes locados dentro das embaixadas.

     

  5. Ao GGN :

    [ Ao GGN:  – Pergunto se há recurso pra se ver em lista como era antes?

    (Por sinal antes houve uma mudança que a gente podia ver quais posts eram e que número de comentários havia emcda post-título).Se não houve nessa nova mudança, então fica a sugestão.  – pelo “Contato”, escondidinho no pé de página/tela, não dá, nunca respondem – então faz bem em continuar escondidinho mesmo… ,  nem respondem sim ou não por várias sugestões não críticas , uma parte pequena vejo que aproveitaram, ou é pretensão minha ]

  6. Superlua com eclipse total – Lua Vermelha – Tetrade lunar

    According to the astronomy experts at Earth Sky. org  the term “Blood Moon” is new to astronomy per say, and actually comes from biblical prophecy, specifically, Christian Pastor John Hagee’s 2013 book, Four Blood Moons

    What makes Saturday’s blood moon so significant from a religious prophecy perspective is that the final one in a rare series of four full lunar eclipses each spaced out six months apart, known as a lunar tetrad…all falling on Jewish holidays! Some are predicting that this fourth blood moon symbolizes the Apocalypse – You can read more about those beliefs here.

    Given that biblical prophecy is very far from my area of expertise, if you want to know more, Earth Sky does a good job with a shorter summery or go here for a more in-depth look at the biblical prophecy and decide for yourself.

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