GGN-Covid: confira como aumento de casos leva, 14 dias depois, a aumento de óbitos

O indicador mais relevante é o que tenta estabelecer uma correlação entre a curva de casos e a de óbitos. Conseguimos montar essa correlação, com 14 dias de defasagem.

Ontem, o Jornal Nacional adotou as métricas corretas de acompanhamento do Covid-19 – que você encontra aqui no GGN há semanas. Há uma boa semelhança com os gráficos divulgados por aqui.

Trata-se de montar curvas com a média diária de 7 dias – para contornar as variações de anotações em finais de semana. É a melhor maneira.

Vamos ao nosso balanço em cima dos dados divulgados ontem à noite pelo Ministério da Saúde, com base nas informações das Secretarias estaduais.

No total, há uma pequena acomodação na média diária de casos e de óbitos. Isso depois do número de notificações bater em 1.755.779 pessoas e quase 70 mil mortes.

O indicador mais relevante é o que tenta estabelecer uma correlação entre a curva de casos e a de óbitos. Conseguimos montar essa correlação, com 14 dias de defasagem. Ou seja, um movimento de alta ou queda nos novos casos reflete-se 14 dias depois, em média, na quantidade de óbitos. Confira.

Por este gráfico de mapa, é mais fácil identificar o comportamento de cada estado: cor mais escura significa maior aumento nos casos e óbitos nos últimos dez dias.

Do lado esquerdo, o mapa mostra os casos; o mapa do lado direito mostra os óbitos.

Repare que a situação do Ceará, que já foi das piores, começa a se estabilizar.

 

 

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