Governo desiste de parcelar auxílio emergencial

Ideia da divisão foi apresentada pelo ministro Paulo Guedes, mas presidente da Caixa afirmou que operação seria muito complexa

Jornal GGN – O governo Jair Bolsonaro desistiu de parcelar o pagamento das duas últimas parcelas do auxílio emergencial, no valor de R$ 600 a R$ 1200 por mês.

Segundo informações do jornal Folha de São Paulo, a ideia do parcelamento foi apresentada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ao final de junho, mas a ideia foi deixada de lado após avaliação da equipe econômica e da Caixa Econômica Federal, considerada muito complexa.

O auxílio emergencial tem sido pago aos trabalhadores informais, autônomos, desempregados e microempreendedores individuais (MEIs), aqueles que foram consideravelmente afetados pelas medidas de isolamento social.

O governo Bolsonaro era alvo de pressão do Congresso a prorrogar o pagamento dos benefícios, mesmo com o custo do programa emergencial. A estratégia acabou sendo estender o auxílio com o mesmo valor (R$ 600) sem que fosse necessário enviar um novo projeto para o Congresso Nacional.

 

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