Guedes insiste em novo encargo para desonerar folha salarial

Propostas do ‘imposto do pecado’ e de taxa sobre transações eletrônicas já foram rejeitadas tanto pelo Congresso como pelo presidente Jair Bolsonaro

Desoneração da folha de pagamento é uma das obsessões do ministro da Economia, Paulo Guedes. foto Fabio Rodrigues Pozzebom/Ag. Brasil

Jornal GGN – O ministro da Economia, Paulo Guedes, insiste em emplacar a cobrança de um novo imposto para reduzir a tributação das empresas sobre os salários dos funcionários.

Segundo informações do jornal O Estado de São Paulo, o ministro tem insistido no tema mesmo após a rejeição do presidente Jair Bolsonaro e do Congresso Nacional após conversas com senadores.

A desoneração da folha de pagamento é um ponto central nos planos de Guedes, que busca apoio à proposta de um novo encargo em meio às negociações sobre a votação de três propostas de reforma fiscal que estão em tramitação no Senado.

Guedes trabalha com duas opções para o novo encargo: um ‘imposto do pecado’, cobrado sobre produtos como alimentos processados com açúcar, cigarros e bebidas alcóolicas; ou um imposto sobre transações eletrônicas, que seria cobrado, sobretudo, das cinco grandes empresas de tecnologia: Google, Apple, Microsoft, Amazon e Facebook.

Além disso, o governo trata a simplificação do sistema tributário como um ponto prioritário em 2020, mas até agora Guedes não encaminhou para análise o texto do governo prometido desde agosto do ano passado, após o fim da votação da reforma da Previdência na Câmara dos Deputados.

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