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"Guia Politicamente Incorreto" engana historiadores com malandragem editorial brazuca

 
Jornal GGN - A série "Guia Politicamente Incorreto", inspirado no livro de mesmo nome escrito por Leandro Narloch, estreou no History Channel neste sábado (21), em meio a grandes polêmicas. Além dos conteúdos que, mais preocupados com o entretenimento do que o compromisso com a história, dos cinco nomes anunciados como fontes para confirmar as narrativas do roteiro, os únicos três historiadores afirmam ter sido enganados pelo programa.
 
Pego de surpresa, o escritor Lira Neto, autor dos livros "O Inimigo do Rei: Uma biografia de José de Alencar" (Editora Globo, 2006) e "Castello: A marcha para a ditadura" (Contexto, 2004), foi o primeiro a anunciar que tinha sido "lubridiado". "Entrevista que dei ao History será utilizada, sem que isso me fosse dito, na série chamada Guia Politicamente Incorreto. Sinto-me ludibriado", escreveu Lira Neto no Twitter, imediatamente após saber da notícia.
 
Com detalhes, manifestou-se em sua conta no Facebook, explicando a manobra que havia sido feita pela produção do programa: "O sentimento é de que fui ludibriado. Ninguém me informou antes, durante ou logo após a entrevista qual era a inspiração do programa. Cometi um erro. Assinei uma autorização de direito de imagem, sem ler, como de praxe, confiando na boa fé do entrevistador."
 
O objetivo do programa, que é comandado por Leandro Narloch, mas apresentado pelo youtuber Felipe Castanhari, foi anunciado pelo próprio canal History Brasil: "vamos ouvir todos os lados e todos os especialistas possíveis".
 
Na página de explicação do programa "Guia Politicamente Incorreto", um resumo do que viria com a estreia no dia 21 de outubro: "Existia um Brasil antes de 1500? E como existia... Guerras, conquistas, lutas por território. Especialistas mostram animais gigantes que foram extintos pela mão do homem e a forma agressiva com que os índios cuidavam da natureza. Entenda também a origem oculta de nossos símbolos nacionais, na boca que quem entende do assunto como Nelson Motta, Lira Neto, Milton Neves e Mauro Betting".
 
Após a apresentação do programa, foram expostos personagens como o músico Lobão, que também foram usados pelo programa de televisão como fontes de "checagem" das informações. Na mesma linha que adotou a produção do History Brasil para a montagem com o estilo de episódios do Youtube, com o uso do humor e mensagens curtas e rápidas no roteiro, o programa disponibilizou o autor do livro e o apresentador para responder a todos os expectadores que utilizassem a hashtag #GuianoHistory.
 
 
 
O escritor e historiador Lira Neto explicou em postagem no Facebook que a equipe do History Channel o visitou no dia 2 de fevereiro deste ano, em sua casa, explicando "genericamente" que se tratava de "uma série sobre a história do Brasil".
 
"Tomaram quase duas horas de meu tempo. Fiquei pasmo quanto o entrevistador, Matheus Ruas, da produtora Fly, pediu-me explicitamente para responder às questões como se, do outro lado da lente, sentado na poltrona, estivesse o Homer Simpson. Estranhei, mas respondi às perguntas, com alguma indignação interior e o máximo de didatismo", contou.
 
"Sinto-me violentado em fazer parte de qualquer produção que recorra à superficialidade e ao polemismo fácil. Neste momento em que se confunde jornalismo com entretenimento, bravata com reflexão, inconsistência com leveza, creio que seja necessário reafirmar o compromisso com a responsabilidade e o rigor da pesquisa histórica", completou, com uma foto do programa The Simpsons
 
Hoje, outros dois historiadores também anunciaram que foram enganados pela equipe de televisão: o escritor e biógrafo Laurentino Gomes e a historiadora e antropóloga Lilia Schwarcz. Ambos afirmaram que pediram ao canal para retirar suas participações na série.
 
 
 
 
Entre as narrativas do roteiro estão a tentativa de desmentir a imagem dos indígenas no Brasil, afirmando que eles foram os responsáveis por desmatar cidades no país e acusando-os de não ter cuidado com a natureza, que os portugueses não foram os responsáveis por extinções de animais, e as origens do samba, da banana e da feijoada, que não são 100% brasileiros.
 
 
Até o momento, Felipe Castanhari, que confirmou não ser somente apresentador, mas também ter "acompanhado e checado" tudo o que fala no programa por um historiador escolhido por ele, o autor do livro Leandro Narloch e a History Channel não se manifestaram sobre incluir os historiadores sem o conhecimento que se tratava da série "Guia Politicamente Incorreto".
 
 
 
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36 comentários

Comentários

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O cara é historiador e nunca

O cara é historiador e nunca se deu ao trabalho de assistir a um canal chamado History Channel? Não precisa de 15 minutos pra perceber a arapuca que é.

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Felipe Joseph

Mudaram de opinião?

Ué. Os entrevistados dariam mudariam de opinião se fosse para outro programa? Que bizarro...

 

A menos que tenha sido editado para parecer em outro contexto.

 

Ademais assinaram um documento e depois vieram de má-fé alegando que "não sabiam o que estavam assinando".

 

Bizarro

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O canal History que faz parte

O canal History que faz parte do Discovery Group, apesar do nome se dedica ao entretenimento leve sem nenhuma compromisso com a disciplina acadêmica da história.
Vendem gato por lebre para quem está disposto a comprar. Se vc tem consciência disso seus programas podem até ser vistos por um viés cômico, nada além disso. O problema começa quando alguém acha que pode levá-los a sério.

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Recomendo "não vai cair no enem" do Eduardo Bueno Peninha

História é algo muito complexo. Não bastasse isso, ela pode ser muito interpretada e reinterpretada de acordo com ideologias, interesses e com a vontade do lado vencedor.

eu não me importo de ver uma versão direitista e conservadora dos fatos históricos desde que seja honesta e se prenda a fatos. Nem todo direitista é mal intencionado e faz bem ver o outro lado, já qeu nós esquerdistas não somos perfeitos.

Recomendo a quem quiser, assistir no youtube o canal "não vai cair no enem" do Eduardo Bueno, o peninha. Ele faz um resumo bem humorado sobre algum fato histórico importante, mas com um viés esquerdista. Ele próprio admite que não segue rigorosamente os fatos sabidos pra poder fazer uma dramatização e humor, mas os fatos principais  e a essência da história, ele garante que é mantida e respeitada fielmente.

Há que se entender: Estudar a história é importantae, ams pode ser chato demais pra muita gente (não é o meu caso, gosto de ler). Canais como o do Peninha podem atingir muita gente que não tem paciência pras aulas cmuns de história. E dizer que: "ou lê a versão técnica fria ou não leia", é condenar muita gente e muitos jovens a não conhecer a história.

Recomendo este canal. Podem comentar o que acham após assitir alguns vídeos.

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ADROALDO LIMA LINHARES

Máfia tucana dos inférno!! Tomaram os 3 poderes e tudo +

Qualquer conteúdo desses canais é pôdre.

 

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JUAREZ JOSÉ ANTÃO DE ALENCAR

Narloch é um desonesto

Narloch é um desonesto intelectual e faz isso em todos os seus livros. Inclusive usa citações de historiadores e pensadores do passado totalmente fora de contexto somente para legitimar sua visão pro-liberalismo. Se depender dele, a história seria "Só o Liberalismo de mercado é bom, todo outro contexto de cultura humana é ruim". 

Agora, só lamento o Castanhari está participando disso. O canal dele no youtube é bem honesto e ele fez um bom vídeo sobre a Ditadura Militar, sem revisionismo.  

Pena que o dinheiro e a fama o tenham atraído para esse projeto com o desonesto Narloch e ele tenha aceitado sem questionar e ainda esteja colaborando, já que não é só o apresentador.

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Pontos a serem levantados

Na maior boa vontade li a sua nota sobre o programa, não pude deixar de reparar algumas nuances... Por exemplo: sua noção de que um programa que trate sobre história não pode ter um maior foco no entretenimento, que na história; uma tentativa em desconforto de desnudar objetivos e inspirações ao invés de avaliar a verdade ou falsidade de cada acontecimento dito; a mistura descontextualizada (propositalmente?) de figuras como Lobão utilizadas na sua própria narrativa; o vitimismo de cunho político na indignação dos entrevistados, talvez por pressão do ciclo social de cada qual.

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Luís Henrique Donadio

"sua noção de que um programa

"sua noção de que um programa que trate sobre história não pode ter um maior foco no entretenimento, que na história"

É evidente que pode. O que é questionável é esse programa se apresentar como história séria, quando na verdade é uma coletânea de bobagens descontextualizadas, que visa, não a divertir, mas a enganar o espectador.

"uma tentativa em desconforto de desnudar objetivos e inspirações ao invés de avaliar a verdade ou falsidade de cada acontecimento dito"

Mas para isso temos instituições de pesquisa, que avaliam "a verdade ou falsidade de cada acontecimento dito". E elas serão unânimes em desmentir, ou pelo menos recontextualizar, as afirmações do programa - e, mais ainda a pretensão em que o programa se baseia, de estar "revelando" algo que está sendo propositadamente ocultado do público.

"a mistura descontextualizada (propositalmente?) de figuras como Lobão utilizadas na sua própria narrativa"

Mas o contexto é esse mesmo: o conteúdo é dado por escroques intelectuais da mesma laia do Narloch, e os acadêmicos precisam ser enganados, para que sua fala (provavelmente muito editada) possa ser usada para validar esse conteúdo - sem saber qual o conteúdo que será veiculado.

"o vitimismo de cunho político na indignação dos entrevistados, talvez por pressão do ciclo social de cada qual."

Mas qual vitimismo, cara? Eles foram levados a endossar argumentos e ideias com as quais eles não concordam. Portanto, eles foram vítimas do que só pode ser classificado como uma fraude. Agora vítimas de fraude não podem mais protestar contra a fraude de que foram vítimas, sem que algum "intelectual de internet" venha dizer que isso é "vitimismo"?

Me poupe.

 

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Francisco Fábio de Paula Colares

Sua noção de um programa

" para isto temos instituições de pesquisas"

Querer comparar o "intra o muros" de instituiçóes de pesquisas com um "marquetero" e badalado programa de TV é abusar de nossa ingenuidade.

Quando irão compreender que mídia devia ser considerada coisa séria?. Não é fazer censura e que seja declarado com todas as letras que é HUMOR COM A HISTÓRIA. A mídia, pricipalmente televisiva atinge bem mais os simples facilmente manipulados que nem tempo teem de se informar em instituições acadêmicas.

É a honestidade intelectual.

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Antonio Victor

No 11 de setembro eles vão falar ? Rss

Palhaçada, é por essas e muitas outras que não tenho televisão.

Mas não podia faltar um coxinha estúpido para mandar uma hashtag misturando índios com a esquerda. Kkkk

Era de trevas no Brasil.

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Observador Atento

Pior do que esse Narloch e

Pior do que esse Narloch e sua série manipuladora e desavergonhada é o pessoal do Brasil Paralelo.

Já estão em sua segunda  edição e pretende revelar a ' verdadeira ' história do Brasil.Mas para qualquer observador atento e livre da ignorância,fica fácil perceber as tentativas de criarem MITOS que falseiam a realidade histórica e pretendem manipular o incosciente coletivo afim de implantar uma agenda de poder.Essa agenda de poder, caso atinja seus objetivos,fará o nazismo e todos os ismos parecerem desvios históricos de baixo impacto negativo na vida de milhões de seres humanos.

Basta pesquisar os "incentivadores" e "patrocinadores" dessa série,para entender o quão psicóticos são essas almas e o tanto que estão dispostos a fazer valer sua visão da história e da "realidade dos fatos",para limpar o Brasil dessa doença e praga moral,no entender deles conhecida como "ESQUERDISMO","AGENDA CULTURAL GRAMSCIANA".

Não vai levar muito tempo para pessoas serem,além de enxovalhadas - serem perseguidas e caçadas como ratazanas prenhas.A disposição dessa turma e enorme,para comprovar o que apresento,basta observar a agenda conjunta dessa turma,com o da "Escola Sem Partido" e alguns youtubers patrocinados por esta agenda das sombras.

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David Jorge

A série "Brasil Paralelo" é pura doutrinação

Concordo exatamente com seu comentário. Eu assisti a série "Congresso" e fiquei preocupado com o tanto de "verdades" neoliberais que eles forçam goela abaixo, com um jogo de cores e luzes, eles pregam isso e "o quanto os yankees são melhores que nós, e devemos nos espelhar neles". O tal do Gianturco, um estrangeiro de fala enrolada, assevera que "devemos esquecer o passado fascista, esquecendo a CLT". Quer mais neoliberalismo tacanho que isso?

É financiada por capital estrangeiro, do Atlas Network, curiosamente o mesmo que financia o MBL, não obstante o próprio Fernando Holiday é um dos "entrevistados", junto com Janaína Paschoal e, pasmem, Jair Bolsonaro.

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David Jorge

A série "Brasil Paralelo" é pura doutrinação

Concordo exatamente com seu comentário. Eu assisti a série "Congresso" e fiquei preocupado com o tanto de "verdades" neoliberais que eles forçam goela abaixo, com um jogo de cores e luzes, eles pregam isso e "o quanto os yankees são melhores que nós, e devemos nos espelhar neles". O tal do Gianturco, um estrangeiro de fala enrolada, assevera que "devemos esquecer o passado fascista, esquecendo a CLT". Quer mais neoliberalismo tacanho que isso?

É financiada por capital estrangeiro, do Atlas Network, curiosamente o mesmo que financia o MBL, não obstante o próprio Fernando Holiday é um dos "entrevistados", junto com Janaína Paschoal e, pasmem, Jair Bolsonaro.

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Tadeu Silva

Perfeito

A evocar Maquiavel e sua "realidade efetiva das coisas", é isso aí. Assusta, mas...

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Tadeu Silva

Perfeito

A evocar Maquiavel e sua "realidade efetiva das coisas", é isso aí. Assusta, mas...

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Programa do JO

Tempos atras assstindo ao entrevistador Jo Soares tomei cincia desse Narloch, li o livro ate tomar a decisao de encerrar a leitura e desruir o exemplar para que o ue dependesse de mim nemhum ser tivesse conhecimento dessa obra . mas graças a exposiçao na TV o livro virou bestseler e as consequencias estao aí !

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nosde

..................... SENTI.

Na própria chamada já deu pra sentir que a coisa seria galhofa, ainda mais que eu vi de relance uma figurinha manjada . . . to fora.

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Síndrome Vida de Inseto...

"Cometi um erro. Assinei uma autorização de direito de imagem, sem ler, como de praxe, confiando na boa fé do entrevistador."

Professores, intelectuais etc. são sempre acometidos pela síndrome da "Vida de Inseto": lembra da animaçãp Vida de Inseto (A Bug’s Life, 1998)? Tinha um circo de insetos de um empresário embusteiro chamado P.T. Flea. O circo tinha sido contratado pela formiga protagonista chamada Flik,  com a missão de afugentar os gafanhotos que escravizavam seu formigueiro.

Mas os insetos artistas foram enganados pelo empresário charlatão: eles pensavam que apenas fossem encenar que eram guerreiros, e não protagonizar uma guerra real contra a gangue de gafanhotos.  Indignado com o oportunismo do patrão, o louva-deus mágico Manny protestava: “Como ousa! O senhor é o charlatão nessa história. Aproveitando-se das almas de artistas infelizes, sedentas por atenção...”.

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Wilson Roberto Vieira Ferreira

Wilson, meu caro, eu era da academia, mas nunca cai nesta.

Wilson, meu caro, eu era da academia, mas nunca cai nesta, talvez porque nunca me senti " um artista infeliz, sedento por atenção...".

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Jus Ad Rem

#

Assisti um pedacinho ontem à noite, fiquei com nojo e mudei de canal.

Qual é a finalidade dessa emissora de TV estadunidense em querer incutir na mentalidade do brasileiro, que os índios seriam responsáveis pelo desmatamento e pela venda de animais em extinção?

Uma verdadeira distorção de informações com algum objetivo nefasto.

O que esse pessoal finge não entender é que a partir do momento que você civiliza o índio e o faz conhecer o dinheiro, ele passa a agir como os brancos: sem responsabilidade alguma.

Ele não é mais um índio e sim um cidadão com ascendência indígena.

Dizer que quando é preciso o índio derruba árvores não o coloca na condição de madeireiras gananciosas, devastadoras e ilegais.

Só um babaca entenderia que sim.

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Maria José

Vale lembrar que quando os

Vale lembrar que quando os portugueses chegaram no Brasil, encontraram os índios que ja aqui habitava, cuidava e preservava a área que para nossa tristeza foi invadida e com muitos confrontos e mortes dos índios devastaram e até hoje estão acabando com as terras.

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O tal narloch:

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Pão ☭ Paz ✮ Terra ☀

Narloch e mais alguns apenas surfam nas águas do deboche

Narloch

 Jamais foi historiador sério e esta mais para um Casseta e Planeta, que sob  a desculpa do deboche, usa a história e o complexo de vira-lata  para fazer graça com o que ele e outros chamam "o brasileiro".

Mas para eles o brasileiro é sempre o outro. Rir de si mesmo pode ser um sinal de sensatez. Mas como disse os que mais falam do "brasileiro" falam dele como  o outro, do qual querem sempre se distanciar.

Narloch a guisa de relativizar a escravidão  afirmou que negros escravizaram negros.Oras bolas ,o problema do escravismo é o escravismo seja de que origem for, Mas a frase de Narloch indica que a critica politicamente incorreta  dele não era dirigida à escravidão, ( seja de que origem for),  mas sim aos negros.

Seus livros e falas são claramente um convite à superficialidade,  Não teria folego para um programa, e com certeza teria de oportunisticamente usar as palavras ( descontextualizadas)  de  historiadores de fato.

Faz par ou trio com Villa e mais um que não me lembro  o nome. E não me surpreenderei se for indicado para a Academia. Afinal lá está Merval. Em comum com Merval está sobretudo a vontade de ser um portavoz  das idéias  que sustentam o golpismo.

E logo logo estarão escrevendo sobre o papel dos extra terrestres nos momentos importantes da história do Brasil. O History Channel é sem dúvida o canal para Narloch.

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Carlos fastruck

Negros escravizando negros,

Negros escravizando negros, sim, isto também ocorria, tanto que o último país a abolir a escravidão, foi a Mauritânia, África. Escravos negros eram um produto de exportação na África, isto é história, não devemos negar a história que afronta nossa ideologia.

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Carlos assim voce defende Narloch

Com disse o escravismo é o escravismo e ponto. Se feito por reis negros brancos ou amarelos, pouco importa, O que não se pode é tentar diminuir a luta de negros, brancos ou amarelos contra o escravismo. Narloch parece mesmo é querer defender o escravismo ou diminui-lo, ou diminuir  luta dos negros contra a escravidão, simplesmente porque houveram negros escravistas.

Narloch tenta como sempre justificar o crime culpabilizando a vítima.

 

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Rei

Isso está em 100% dos livros de história, guardião do óbvio!

Acho que todo mundo sabe que as tribos africanas escravizavam as tribos derrotadas... costume tribal local.

A civilização ocidental utilizou isso em benefício próprio para escravizar todos os negros por +500 anos. Depois transformou isso em um negócio próprio. 

NUNCA NENHUM HISTORIADOR NEGOU QUE NEGROS ESCRAVIZAVAM NEGROS... O QUE SE NEGA É UTILIZAÇÃO DESSE FATO PARA TRANSFERIR A RESPONSABILIDADE DA ESCRAVIDÃO PARA TRIBOS AFRICANAS... QUANDO É TODA DOS EUROPEUS DO PERÍODO.

OUTROS POVOS TAMBÉM ESCRAVIZAVAM TRIBOS DERROTADAS (EX. GREGOS E ROMANOS)... MAS NÃO LEMBRO DE ESCRAVOS GREGOS E ROMANOS ATÉ 1850.

"não devemos negar a história que afronta nossa ideologia."... VOCÊ ESTÁ INSINUANDO QUE PROFESSORES DE HISTÓRIA, POR SEREM DE ESQUERDA, NEGAM QUE NEGROS ESCRAVIZARAM NEGROS... PROVAVELMENTE BASEADO EM LIVROS QUE NUNCA LEU... ESPANTALHOS CRIADOS PELA DIREITA BURRA BRASILEIRA.

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Meu caro, a escravidão por guerras não era o objeto da guerra.

O grande problema dos neófililos no assunto é que confundem a escravidão como consequência de uma guerra para saque ou conquistas com a guerra para a conquista de escravos para introduzi-lo no sistema produtivo. Os Romanos talvez foram os dos poucos da antiguidade que utilizavam os escravos de forma produtiva e organizada, porém não havia guerras ou invasões com o objetivo de pegar escravos. Isto ocorreu somente com a escravidão negra, que aproveitava das diferntes tribos para conseguir escravos.

Se leres alguns das dezenas de livros de Mário Maestri sobre a escravidão talvez entenda a diferença. Mas o básico é que a introdução do escravo nas sociedades pré-escravidão negra não era a base da acumulação de capital.

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Ocorria, e nenhum historiador

Ocorria, e nenhum historiador sério nega isso.

Mas o que Narloch e quadrilha querem é bem diferente. É nos convencer que os europeus não inventaram a escravidão, só a copiaram dos africanos. E talvez que os europeus, coitadinhos, foram obrigados pelos africanos a entrar no negócio do tráfico de escravos.

Além, é claro, de mentir para o espectador que historiadores sérios negam que tenha havido escravidão na África.

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naldo

Sempre vi esse history

Sempre vi esse history channel com dois pés atrás,

 

para falar a verdade evito assistir........

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Paulo Cezar de Mello

Já invadiram escolas pra

Já invadiram escolas pra intimidar professores "com partido" (quer dizer, que pensam diferente deles; melhor dizendo, que pensam). Agora invadem também a televisão fechada, pela qual as pessoas pagam caro esperando receber um produto de qualidade. Aliás, quem quiser ver na TV algo de nível mais elevado que esses politicamene incorretos da vida tem opções de graça, tipo Silvio Santos, Faustão, coisas assim. 

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Muito amadorismo!

Eu na época que era ainda professor da UFRGS veio a RBS me entrevistar sobre dado assunto. Como não era a primeira vez na minha vida que dava uma entrevista, primeiro conversei com os entrevistadores, até que eles no lugar de entrevistadores eles tornaram-se entrevistados. Sabendo nas entrelinhas o que eles gostariam que eu falasse, respondi coisas que eles não queriam, então uma entrevista de mais ou menos uns dez minutos ficou reduzida a trinta segundos, mas ninguém conseguiu editar o que falei.

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Vindo desse Leandro Narloch

Vindo desse Leandro Narloch não é de se estranhar a desonestidade e leviandade. Sem dúvida tal programa será um verdadeiro show de autodepreciação e complexo de vira latas. 

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Edgar Rocha

GUIA POLITICAMENTE INCORRETO DE PRODUÇÃO ACADÊMICA

Ai, ai, ai Que meninada levada esta turminha dos novos historiadores? Quem não deu educação pra esses meninos? O papai, a mamãe ou o Motinha?

Coisa feia, viu! Mas é bom, mesmo assim! Os "grandes centros de pesquisa histórica e historiográfica" têm muito o que explicar sobre a formação e consagração de seus pupilos. Este povo educado em "espaço-aquário" Eles são expressão da academia de História, inepta socialmente, elitista, exclusivista, personalista... Aliás, a que escolinha do professor raimundo eles pertencem? História da Cultura da Janice Teodoro? A das Mentalidades da tia Mary del Priori? Fizeram um bom trabalho! Afinal de contas, como diria Vera Fellini, História não é profissão. É coisa pra quem já tem grana. Os meninos têm que se virar vendendo seu produto. Eles são bonitinhos, cheirosinhos, não iriam se sujeitar a fazer SENAI pra ganhar a vida. 

Aos historiadores enganados (ou seriam na verdade, envergonhados), torçam pra narrativa fascista vencer. Há sempre a possibilidade de um documento histórico como este desaparecer ao sabor dos critérios de investigação historiográfica padrão Brasil. Ninguém vai se lembrar deste momento tão politicamente incorreto de nossos acadêmicos. No máximo, acreditarão em vossa ingenuidade.

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Eu espero que você nunca seja

Eu espero que você nunca seja vítima de um estelionatário.

Quais suas credenciais para desqualificar uma pesquisadora séria e consagrada como a Lília Moritz Schwarcz?

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Edgar Rocha

Carteirada Acadêmica

Resolve tudo, né? Historicamente é assim mesmo: "você sabe com quem está falando?"

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Olha Edgar, se ele é alguém? Eu não sei, mas o certo é que .....

Olha Edgar, se ele é alguém? Eu não sei, mas o certo é que és um m&$%@.

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