Heleno deixa escapar que GSI é incapaz de cuidar do isolamento até de idosos infectados do Planalto

Nota do Gabinete de Segurança Institucional, dirigido pelo general da reserva Alberto Heleno, admite que é incapaz até de cuidar do isolamento do próprio general, que deu positivo no coronavirus. No episódio da cocaina encontrada no avião presidencial, o GSI foi acusado de incapaz até próprio Carlos Bolsonaro.

Em resposta a uma nota de coluista do Globo, Heleno admite que saiu da quarentena por engano do GSI. Provavelmente contaminou outros moradores do Palácio.

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5 comentários

  1. dep Alexandre Frota em entrevista hoje à TV247 disse que se Bolsonaro quiser processá-lo, pode fazer, mas ai terá de mostrar os originais, pois ele falou que os dois exames onde usaram codinomes, são do presidente e da primeira dama e que os dois deram positivos, por isto a primeira dama sumiu de cena desde então e Bolsonaro foi transmitindo para motorista e segurança da presidência. Sendo assim, no domingo 15 ele transmitiu para populares.

  2. Está na decisão de cada um de nós. Eu não vou aderir à convocatória da morte do clã Bolsonaro. Fiquemos em casa! Não haverá + economia sem a vida das pessoas.

  3. Há nesse episódio flagrante violação do Art. 267 do Código Penal: Infração de medida sanitária preventiva. A nota é uma confissão de que houve um crime e o GSI está, por omissão, conivente com esse ato criminoso.
    Se supostamente dois médicos deram autorização da quebra de quarentena, seus nomes devem ser revelados, para que sejam acionados no CRM e respondam criminalmente na justiça pela infração da medida sanitária. Se o GSI não fornecer os nomes dos médicos, estará cometendo improbidade administrativa; se nenhuma autorização médica formal foi expedida, que o chefe do GSI responda a processo criminal; em ambas as situações tem de sofrer um impeachment.
    É hora de punir e afastar do serviço público esse incompetente que deixou passar, debaixo do seu nariz, quarenta kg de cocaína num voo da comitiva presidencial e agora, quebrando sua quarentena, vai a uma reunião no Planalto oferecer risco de contágio aos funcionários que lá estão. Aí incluídos, simultaneamente, os ocupantes da presidência e da vice-presidência, com os quais manteve reunião, em descumprimento da sua função de garantir a segurança de ambos. Ao invés de dar segurança, tornou-se uma ameaça real.

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