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Investigação que mira Witzel apresenta fragilidades

Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

Jornal GGN – Os dados da Procuradoria Geral da República que motivaram a Operação Placebo contra o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC-RJ), parecem apresentar arbitrariedades. A informação é do jornal Folha de São Paulo. 

Em 26 de maio, a Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão na residência oficial do governador, como parte da investigação sobre desvio de verba emergencial da saúde durante a pandemia do coronavírus. 

Segundo reportagem, uma das principais fragilidades da investigação se refere “ao suposto vínculo do governador com fraudes identificadas na contratação de uma organização social para a montagem e gestão de hospitais de campanha no estado”. As provas utilizadas nesse caso, são de publicações nas redes sociais em que Witzel afirma a “intenção de construir as unidades”.

Outra lacuna se refere ao vínculo do governador com o empresário Mário Peixoto, preso na Operação Favorito. Durante tal ação, a PF encontrou um contrato de serviços advocatícios firmado entre a esposa de Witzel e a DPAD Serviços Diagnósticos, empresa ligada a Peixoto.

A reportagem destaca que a PGR “afirma em sua peça que a DPAD faz parte de um consórcio chamado Mais Saúde Legal I, que teria contratos com o estado”, entretanto esse consórcio não existe. 

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