Levanta-te e anda, diz Elsinho Mouco a Temer

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    7 comentários

    1. gol a favor do golpe

      Gols contra!

      Contra o Brasil, contra os trabalhadores, contra as forças armadas, contra os estudantes, contra o futuro dos brasileiros das novas gerações, gol, gol, gol, um monte deles!

      Que o rodapé da história lhe seja leve!

    2. O marqueteiro mequetrefe
      #C(H)ORA,TEMER

      Com um marqueteiro desse quem precisa de inimigo?
      A gargalhada do dia!
      O ilegítimo tentando manter o povo prostrado e vem o assessor para assuntos vexatórios dar a dica: “povo, levanta e reage ao goooolpe do time vendido do decorativo”. Moral do futebol brasileiro, RIP.

      Sampa/SP, 24/06/2018 – 14:57

        • O Mouco e o pato ilegitimanco

          Hahahaha. 

          O ilegítimo não consegue fazer nada sozinho. Até para passar vergonha precisa de marqueteiro. Sejamos justos, todas as intervenções do Mouco – quer melhor nome de marqueteiro de um ilegítimo como presidente que não dá ouvidos ao povo, e se vangloria de ser impopular?,  a melhor definição do macaco Simão, país da piada pronta – conseguem o que seu trabalho espera: repercussão. E não dá pra fazer milagre. Se ele trabalha para um golpista sem brilho, sem vergonha e sem competência, o máximo que lhe resta é explorar o que o cliente lhe oferece: seu fracasso e impopularidade. E marketing é um pouco trabalho de reciclagem de lixo, tudo pode ser reaproveitado. Hahahaha. No caso do ilegítimo, o que resta ao “profissional de marketroça”  é reciclar o fracasso econômico, a impopularidade e as gafes inevitáveis de um cara sem sal, amargo e intragável através de peças publicitárias que o credenciam a concorrer com o site, outrora divertido, Sensacionalista. 

          Por fim, até os pronunciamentos do marqueteiro conseguem mais repercussão que as aparições do Ilegítimo: quem nasceu para decorativo e quer dar passo maior que as pernas curtas de suas lorotas e enganações, acaba como piada ruim de marqueteiro mouco. 

           

           

          Sampa/SP, 26/06/2018 – 14:09

          • DECORATIVO DE PERNAS CURTAS
             

            Ledo engano pensar que o desinterino mandatário seja um inútil que não sabe o que está fazendo.

            Ele tem a mesma estrela apagada de Lindon Johnson, que substituiu JFK após o seu assassinato encomendado.

            Estrela apagada mas de inestimável importância para implementação de políticas deletérias de sepultamento de direitos e de avanços sociais.

            O Mouco, por sua vez, vive o melhor dos mundos: ganha dinheiro para tirar sarro com a cara do presidente e de quebra ainda consegue convencê-lo de que é útil.

            Está funcionando.

             

            • Conjunto vazio

              Acho que é engano achar que o ilegítimo é peça indispensável ao golpe. Ele foi necessário para dar o verniz de legalidade e legitimidade aos que pretendiam enganar o povo de que não se tratava de um golpe, e apenas por esse motivo ele continua no poder, garantindo que a banda podre do congresso comprado pelo Cunha e que banca o desmonte não será incomodada pelos tecnocratas golpistas dos partidos aliados – PSDB e DEM -; todas as vezes em que se discutiu sua saída ficou à mostra o risco para os golpistas de desmontar a farsa institucional  ainda hoje vendida como impeachment.  Engano achar que o desmonte que o país sofre é obra só sua, é um consórcio de múltiplos sócios, um empreendimento transmultinacional. Ele apenas se manteve decorativo – quanta ironia, reclamava que era decorativo e não fosse por isso não teria se mantido no cargo que usurpou –  e deixou  os agentes externos e internos do golpe agirem sem serem incomodados por um desgoverno totalmente omisso em sua função constitucional. Ele é o melhor representante da frase “faça de sua fraqueza sua força”. Se ele fosse o chefe dos golpistas, estaríamos em melhor situação porque seu fracasso pessoal seria o do golpe, o que sabemos que não é o caso. Ele é apenas um testa de ferro descartável, um chefe de gangue mediano cujo nanismo paradoxalmente lhe garante o lugar de interino eterno, num país tão polarizado que suporta um fantasma ocupando o cargo de chefe do Estado, enquanto quem de fato governa é o mercado e os interesses internacionais que pagam comissão ao sistema de justiça, e o povo e o país continuam à deriva. Não é ele, mas a posição institucional que ele conseguiu na base da chantagem e a liderança que exerce no MDB dos piratas que lhe garantem o lugar. Se ele cair, o esquema armado por Cunha e a bancada que ele comprou caem junto, mas não sem antes levar outros golpistas poderosos com eles. A razão da sua permanência são as qualidades ausentes, pois as forças ocultas que sempre deram golpes no Brasil não apenas toleram mas preferem gente insípida e sem autonomia a quem podem dar ordens sem serem contrariadas – já foi denunciado que ele era espião do governo USamericano e a este prestava contas, muito antes do golpe. Desculpe mas o desprezo que tenho pelo ilegítimo não permite lhe dar nenhum mérito, afinal, sua condição de decorativo deve ser genética, ele não teria talento para esconder brilho se o tivesse, mesmo que pagassem muito bem. E subserviência não é qualidade considerável, não no meu dicionário de moral e ética, ainda que dela resultem fatos históricos inegáveis em seu impacto.  

               

              Sampa/SP, 26/06/2018 – 15:38 (alterado às 15:47).  

            • Necessário não,
               

              Indispensável mesmo.

              Ano passado comecei a assistir ao House of Cards, uma temporada, a segunda, eu acho, e as manobras políticas então exibidas chamaram sobremaneira minha atenção.

              Fui atrás do livro que deu origem à série, que parece cuidar de uma história verídica de um político inglês, e dia destes além de achar o livro pra baixar, ainda encontrei a série na rede com todas as temporadas.

              É uma inspiração copiada.

              O desinterino é um Underwood tupiniquim. Se não viu, veja. Se ja viu, observe como a personagem conseguiu reverter a derrota certa numa reeleição promovendo o conflito de poderes entre as instiuições e legando ao judiciário as decisões políticas.

              “Thanks God” que a consorte do temer não é uma Claire Underwood.

              Temer é Facewood, porque nacional, mas é teleguiado por exemplos competentes.

               

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