Mais pobres perdem rendimento em nove meses de governo Bolsonaro

Segundo IPEA a população mais pobre foi a única parcela da população que teve a renda afetada

Foto: Arquivo/Fernando Frazão/Agência Brasil

Jornal GGN – Em nove meses de governo, os efeitos da política de Jair Bolsonaro se volta contra a população com baixa renda. De acordo com estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), ao todo, 51,8% dos brasileiros mais pobres não tiveram ou perderam rendimentos entre janeiro e setembro de 2019. 

Os dados foram divulgados pelo portal UOL, nesta quarta-feira, 18 de dezembro. A pesquisa tem como base a PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio) Contínua, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) e a inflação por classe social medida caculada pelo próprio Ipea.   

O levantamento aponta que nos primeiros três trimestres deste ano a população mais pobre foi a única parcela da população com a renda afetada. De abril a setembro, a queda nos rendimentos entre os mais pobres foi de 1,43% e 0,34%, respectivamente. No ano, a queda somada é de 1,67%. 

Já em outras cinco faixas de renda houve uma melhora. Mas o que chama atenção é a faixa de renda 4, a classe média, com rendimento mensal de R$ 4.110 a R$ 8.221, que teve alta nos rendimentos de 13,1% nos primeiros nove meses do ano.

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1 comentário

  1. Nassif: são esses eufemismos que me deixam puto na roupa. Por que o Instituto não diz logo que 80% (oitenta por cento) da população brasileira, pertencentes a faixa 1, se fú? Dos 20% (vinte por cento) restante 0,1% (um décimo) teve pequena baixa. O resto tá se lixando se o preço da carne subiu, se o gas tá nas nuvens, se saúde, transportes, segurança, habitação ou educação aumentaram. Tão nem aí, como na música. Que se dane a povalha. Comam brioches…

    PS.: TimMaia tinha razão. Com PobreDeDireita nenhuma Nação se realiza.

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