Minha homenagem a Raquel Dodge, por Ruy Nogueira

Seu opaco nome, #RaquelDogde, será impresso em letras miúdas nas notas de pés- de-páginas dos livros de história no futuro, nos rodapés da desimportância

De que lhe adiantou tanta promiscuidade e bajulação? Para que serviu- lhe descumprir a Constituição e acobertar o circo de horrores de seus colegas lavajateiros? O que ganhou senão o desprezo da Nação ao alguns servir e a outros perseguir? Ficará nos Anais da #ProcuradoriaGeraldaRepública sua covardia ao não enfrentar os sádicos, desonestos da República de Curitiba, apoiando-os de forma vergonhosa. A alguns canalhas presenteou com seu silêncio obsequioso e conveniente ausência, aos que lhe pareceram adversários reservou a fúria insana do inspetor Javert, em Les Miserables. Seu opaco nome, #RaquelDogde, será impresso em letras miúdas nas notas de pés- de-páginas dos livros de história no futuro, nos rodapés da desimportância, sempre envolta na neblina da suspicácia dos lenientes com o arbítrio ou iluminada pelo sol ardente da culpa meridianamente clara e óbvia. Seu lugar na posteridade será horroroso. Como no samba do genial Cartola, “em cada esquina cai um pouco a tua vida, em pouco tempo não serás mais o que és”.

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