MP investiga gestão Covas por suspostas irregularidades em contratos firmados na pandemia

Contratos da Secretaria Municipal de Esporte de São Paulo (Seme) favorecem somente uma empresa e custam 6 milhões mensais

Jornal GGN – A gestão do prefeito candidato à reeleição de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), é alvo de dois inquéritos do Ministério Público estadual, por supostas irregularidades em licitação de serviços eletrônicos contratados pela Secretaria Municipal de Esporte de São Paulo (Seme) durante a pandemia da Covid-19. As informações são do Uol.

Há cerca de um ano, sob o comando de Maurício Bezerra Landim, indicado pelo Progressistas (antigo PP), a Seme lançou sete editais para substituir 12 contratos de prestação de serviços de limpeza, monitoramento aquático e segurança, assinados entre 2014 e 2019. 

De acordo com uma denúncia anônima recebida MP-SP, um diretor da secretaria, fiscal dos contratos suspeitos, teria indicado um intermediário para cobrar “vantagem financeira” das empresas prestadoras de serviço. Os novos contratos somam cerca R$6 milhões ao mês, com custos mais elevados aos cofres públicos do que os acordos que a Seme rescindiu.

Em todos esses editais, as empresas vencedoras foram as que deram o lance mais alto. Uma dessas organizações conquistou seis contratos. Os lances mais baixos foram deixados de lado, inclusive de empresas que já prestavam serviços à secretaria.

A prefeitura negou ao Uol qualquer irregularidade nos contratos e informou que “a maioria dos contratos existentes não pode ser prorrogada pois prazos de vigência já haviam ultrapassado o período legal de 5 anos previsto pela legislação”. No entanto, apenas três contratos estavam nessa situação.

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