Multimídia do dia

As imagens e os vídeos selecionados.

Você pode fazer o Jornal GGN ser cada vez melhor.

Assine e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Assine agora

Leia também:  Manchetes dos jornais da Europa

26 comentários

  1. Nostalgia Campesina

    Partiu Chico Cervantes, destaque da música dos trópicos nos anos 60 e 70

    EL TIEMPO | 21/08/2015

    “Vou partir da cidade, para o meu povo querido, porque já não posso mais viver assim como vivo.”

    Chico Cervantes (direita) e Lizandro Meza, durante um concerto tributo em 2012 | Foto: EL TIEMPO

    Jose ‘Chico’ Cervantes não é um nome lembrado hoje como o Calixto Ochoa, Fruko, Lisandro Meza, Anibal Velasquez ou, mais notoriamente, Alfredo Gutierrez, mas sua história está ligada à do Vallenato e a Salsa da Savana: foi um dos homens-chave dos Corraleros de Majagual.

    O artista, natural de Magangué, Bolívar, tinha 73 anos e morreu no dia 20 de agosto de 2015, às 19:00, informou a imprensa na região. Ele morava em Cartagena, e teve várias intervenções cirúgicas por problemas de cólon.

    Cervantes – lembrado por um grito de guerra, que se tornou sua assinatura, ¡Nos juimos! – era ativo na música desde a tenra idade e compôs canções como ‘Ella y yo’, ‘Nostalgia campesina’, ‘Sentimiento de amigo’, ‘Regreso a mi pueblo’. Ele também é o compositor do Hino de Magangué.

    NOSTALGIA CAMPESINA | De Chico Cervantes | Por Alcides Díaz Y Su Combo

    [video:https://youtu.be/YwRtrMEpje4 width:600]

    Além da sua carreira junto aos Corraleros de Majagual, com quem fez sucesso não só nacional, mas também em turnês internacionais, Cervantes tinha seus próprios grupos, sendo um deles denominado ‘Chico Cervantes y su conjunto internacional’, e outro, a ‘Banda Nueva’, com a qual gravou mais de 20 discos.

    Em 2005, Cervantes participou de uma reunião do projeto chamado Corraleros Corraleros All Stars, com Meza, Ochoa, Gutierrez y Fruko, entre outros da geração mais antiga, que não gravavam juntos desde 1975.

    [video:https://youtu.be/O12irjqAL2Q width:600]

    Em 2012, o Carnaval de Barranquilla se rendeu a Chico Cervantes e seus companheiros ‘corralejos da savana’, em uma homenagem especial, que foi chamada de “Carnaval, sua música e as suas raízes”.

    http://www.eltiempo.com/entretenimiento/musica-y-libros/fallecio-chico-cervantes-figura-de-la-musica-tropical-en-los-anos-60-y-70/16268756

  2. O Anel Azul

    [video:https://vimeo.com/137991747%5D

    “Setembro de 1973. Dirceu Messias encontra Enio Bucchioni nas dependências do Ginásio do Chile, onde havia sido torturado. Após uma rápida conversa, Dirceu entrega a Enio um anel dourado com uma pedra azul. Sua única herança diante da presença da morte… Quatro décadas depois desse encontro, Xenya, filha de Enio, viaja a Porto Alegre com uma missão: devolver o anel para o seu verdadeiro dono”.

    Leia mais em: http://jornalggn.com.br/blog/almeida/o-anel-azul

  3. o mau gosto, o brega, a cafonice, o esnobismo, essas coisas toda

    “E não esqueçamos nunca a melancolia, o gasto sentimentalismo, perfeitos frutos impuros de maravilhosa qualidade esquecida, deixados atrás pelo frenético livresco; a luz da lua, o cisne ao anoitecer, “coração meu” são sem dúvida o poético elementar e imprescindível. Quem foge do mau gosto cai no gelo.”

            – Pablo Neruda de Una poesía sin pureza.

     

  4. Viagem / Corrigindo postagem mais abaixo:

    “A única verdadeira viagem não é ir ao encontro de novas paisagens,

    mas a de ver com outros olhos”

                 – seg. Olgária Matos, citando A Prisioneira, de Em Busca doTempo Perdido, M. Proust.

  5. Viajar, Viagens : ´Tiergarten [ trad. do alemão ( * ) ]
    “Saber orientar-se numa cidade não significa muito.No entanto,perder-se numa cidade,como alguém se perde numa floresta, requer instrução [cultura/educação].Nesse caso,o nome das ruas deve soar para aquele que se perde como o estalar do graveto seco ao ser pisado,e as vielas do centro da cidade devem refletir as horas do dia tão nitidiamente quanto um desfiladeiro.Essa arte aprendi tardiamente;ela tornou real o sonho cujos labirintos nos mata-borrões de meus cadernos foram os primeiros vestígios.Não,não os primeiros,pois houve antes um labirinto que sobreviveu a eles.O caminho a esse labirinto,onde não faltava sua Ariadne,passava por sobre a Ponte Bendler, cujo arco suave se tornou minha primeira escarpa.( … )”

    • sobre os colchetes, a tradução e a fonte:

      Coloquei entre colchetes cultura/educação porque encontrei outra tradução, e deixar “cultura” pode parecer esnobe, ou, muito pior ainda: não dar o sentido mais preciso ( ‘cultura’ tem mil e umas conceituações ). Eu não entendo nadinha de alemão. Mas se podem avaliar traduções se ela flui bem em português, e depende muito e também de quem lê , entendendo assim ou assado.  ( – Trecho inicial de um pequeno texto de 3 páginas, em torno de ‘Tiergarten’,  jardim zoológico e parque que se encontra no Parque da Cidade, em Berlin:  Benjamin, W. : “Rua de mão única” — conheci através de um artigo de uma mulher da filosofia da USP na Folha de São Paulo  ). Portanto, é fonte secundária.

      • e traduzir, traduções são dificílimas tarefas porque

        tem-se que dominar muito bem vários aspectos: a própria língua e a outra ou outras línguas; o contexto histórico; o ambiente social (uma frase, uma palavra, uma expressão adquire sentidos diferentes, ou nuançados). Por isso, há algumas edições que levam notas comentadas em rodapé, e se não levam a gente fica voando ou perdendo o que o autor quis e quer dizer. E isso se o tradutor ou tradutora forem excepcionais. As más línguas dizem que Aurélio (do aurelião, q não é meu dicionário preferido) ao traduzir Ulisses, de J. Joyce, deixou ainda mais incompreensível do que o original – já tido como de difícil leitura por exigir gigantesca erudição de eventuais leitores. Tradução literal geralmente é má tradução.

        • Olgária Matos e traduções de Tiergarten e das viagens

          “instrução” que também pode ser sinônimo de “educação” que também pode ser sinônimo de “cultura” . (Não lembro de qual destas palavras ela usou na tradução, e outra que encontrei. Preguiça de ir a meus alfarrábios pra conferir , ainda que possa haver sentidos um pouqunho diferentes escolhendo-se uma ou outra palavra dessas – que as e os leitores fiquem com as suas).

          A citação de Proust tem outras traduções. Não sei quem foi a(o) tradutor(a).

  6. + comentários

Deixe uma mensagem

Por favor digite seu comentário
Por favor digite seu nome